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Bigelf: Mike Portnoy estreia-se na bateria

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Os progressistas Bigelf regressam aos discos com "Into The Maelstrom" a 3 de Março pela InsideOut Music.

Ao quarto disco, o grupo de Los Angeles vê estrear-se na bateria Mike Portnoy [The Winery Dogs, Transatlantic, ex-Dream Theater].

Para o mentor Damon Fox, o sucessor de "Cheat The Gallows", de 2008, é o melhor disco da sua carreira. "Acredito que vai mudar as regras do jogo para a banda", expressa.

O músico adjectiva ainda "Into The Maelstrom" como psicadélico, cinemático, doom e melódico.

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Entrevista Classic Rage

IMUNES AO TEMPO
"Sensibiliza-me saber que há quem deseje ver a banda de regresso"

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Formação original: (da esquerda para a direita) Paulo Melo, Nelson Neto, Dinis Costa, Sílvio Ferreira e Mário Cabral

O princípio do fim, assim se pode interpretar "Unplugged", disco que há dez anos revelou uns Classic Rage mais em vestes de gala do que no típico cabedal negro do hard'n'heavy. Se em termos musicais este foi um disco marcante para o panorama açoriano, também o sabor agridoce que deixa não faz esquecer aquela que foi uma das bandas que mais galgou as fronteiras da região. Nos dias que correm, com a renovação de gerações, urge imortalizar o seu legado e é nesse contexto que interpelámos o vocalista Sílvio Ferreira para recordar a concepção de um disco que reúne os maiores clássicos da banda micaelense, captados no Teatro Ribeiragrandense em Abril de 2002.

Naquela altura e volvidos dois anos do lançamento de "All Rights Reserved", porquê um álbum acústico? A banda estava bem lançada, mas sentia que era preciso abrir portas a outros públicos?
De facto, volvidos dois anos após o lançamento do "All Rights Reserved", a banda estava a desintegrar-se. Por essa altura haviam saído quase todos os elementos da formação original. Só restavam eu e o Dinis [Costa, guitarrista]. Contudo, ele também estava de saída. Nesse contexto em que todos os elementos fundadores estavam a abandonar o projecto e após muita ponderação, constatei que não estavam reunidas as condições essenciais para lhe dar continuidade. Pessoalmente, achava que não faria sentido dar continuidade ao projecto sozinho. A mística e a alma estavam na soma das partes e não em fragmentos que supostamente se haveriam de construir sem qualquer conexão com a génese dos Classic Rage. O lançamento do álbum acústico está, de certa forma, relacionado com o fim da banda. Foi em tom de despedida a celebração do concerto acústico com a posterior edição do CD ao vivo. Não se tratava de abranger outros públicos, mas sim encerrar aquele capítulo da história musical açoriana com um produto diferente do que já alguma vez havia sido feito nos Açores, bem como ambicioso em termos de desafio.

De quem, concretamente, partiu a ideia de criar um unplugged?
A ideia de criar o conceito unplugged foi minha, do Dinis e do Mário [Cabral, teclista].

Foi logo bem recebida ou teve lugar um debate saudável? 
Sim, a ideia foi bem recebida uma vez que seria o culminar de uma carreira de forma distinta.

O prospecto inicial seria sempre fazer algo em grande com o Tommy Newton ou até poderia ter sido concretizado com outro produtor? No fundo, que vantagens trouxe o alemão a esse trabalho? 
A ideia seria sempre fazer algo em grande porque se tratava, efectivamente, do fecho de uma fase das nossas vidas. Para esse feito, era natural que o nome escolhido fosse o de Tommy Newton, por várias razões - a amizade, a capacidade técnica, o facto de ter gravado o "All Rights Reserved", etc. Por esses motivos e outros, só o Tommy poderia servir de cúmplice a um projecto desta ambição.

Quais foram os critérios para a escolha do alinhamento de "Unplugged"? Sobretudo a forma como os temas poderiam resultar nesse formato ou porque a banda nutria um sentimento especial por esses?
Não houve uma fórmula definida para o alinhamento. A escolha assentou mais nos temas que resultariam melhor no formato definido. Depois trabalhou-se muito a produção dos mesmos com todos os músicos e com o Tommy para que resultassem. Foi, efectivamente, um trabalho de construção e desconstrução muito árduo e intenso de todos os temas. Havia um sentimento especial por todos eles.

Quer recordar-nos os momentos mais marcantes dos ensaios para o espectáculo, a construção da nova roupagem musical, o planeamento com o Tommy Newton e o dia da captação? Enfim, o que guarda com maior entusiasmo daquele período da vossa carreira?
Um dos momentos mais marcantes foi, de facto, juntar tanta gente e pôr a "máquina" a funcionar. Foram muitos meses de ensaios só na produção. Outro momento relevante foi sair da nossa zona de conforto e explorar outros caminhos com todos os elementos que compunham a banda. No total foram doze músicos para coordenar. O trabalho das dinâmicas entre eles foi outro factor marcante. O dia da captacão foi no dia do espectáculo ao vivo. Porém, fizemos no dia anterior um ensaio geral em que testámos todo o processo de captação.

O Tommy Newton disse a dada altura que a banda não assinou com uma editora estrangeira por estar sediada nos Açores. Pensar nisso ainda vos causa alguma mágoa? Até porque essa é uma tendência aparentemente irreversível nos Açores, um sítio que continua a estar muito isolado do mundo...
A banda não assinou com uma editora estrangeira porque não poderia dar as contrapartidas que vigoravam no contrato. Teríamos que estar disponíveis para tocar durante longos períodos. Ora, para tal teríamos que estar ausentes durante muito tempo. Era um cenário que não estava ao alcance de alguns elementos que já tinham compromissos com outra editora - refiro-me à editora da "vida pessoal e profissional". Não é o facto de se viver nos Açores que inviabilizará uma carreira. O busílis é o facto de ter de se estar disponível a 100%. Esse ponto não conseguiríamos cumprir. Não obstante, pessoalmente não sinto qualquer tipo de mágoa por não termos concretizado um contrato no estrangeiro.

Como acha que teria sido o percurso da banda num mundo tecnologicamente desenvolvido como o de hoje, com toda a questão da Internet a proporcionar alguns benefícios (e malefícios) aos artistas?
O percurso da banda num mundo marcadamente tecnológico teria que passar pela readaptação a esse mesmo mundo. Assim como as empresas têm que se adaptar para captar novos públicos teríamos também que ter essa capacidade. Nesse sentido teríamos que transformar as ameaças em oportunidades. São os desafios de um mundo cada vez mais globalizado.

"Não é o facto de se viver nos Açores que inviabilizará uma carreira"

Actualmente o número de músicos a lançar discos cresceu exponencialmente até porque o material de gravação está muito mais acessível. Será esse o motivo que leva as pessoas a olharem para a música cada vez mais como algo fútil e descartável? Até porque a maioria já nem a paga para a ter...
Os avanços tecnológicos permitem, de facto, lançar discos com mais facilidade. Mas isso sempre foi o mais fácil. O mais difícil é vender o produto e, hoje em dia, esse produto deixou de ser físico para ser mais virtual. Vivemos todos num enorme ciberespaço. É um facto que os discos físicos não se vendem como em outros tempos. Porém, hoje a música poderá chegar mais rápido e mais longe aonde um disco nunca chegaria. Consigo colocar um tema em qualquer parte do mundo através da web. Como já referi, temos que transformar as ameaças em oportunidades. O disco hoje funciona mais como a consolidação de uma marca em mercados específicos. Para tal, a marca (banda) já terá de estar fortemente consolidada no seu público.

Como se pode conferir um pouco pelas redes sociais, há quem deseje fortemente um regresso dos Classic Rage. Isso sensibiliza-vos? Acha uma hipótese minimamente plausível?
Se outrora foi difícil dar continuidade aos Classic Rage, hoje é quase impossível. Todavia, sensibiliza-me saber que há quem deseje ver a banda de regresso.

Continua a ouvir metal? Qual o último disco que ouviu dentro do género?
Continuo a ouvir metal, embora com menos frequência. Continuo a ouvir HIM, Ozzy, entre outras coisas. O último disco que comprei foi dos Anathema, uma banda que acompanho desde o seu início. Além do metal tenho feito outras incursões pelo pop, indie e música alternativa.

Por fim, a pergunta é quase inevitável: em que estado acha que está o metal e o rock nos Açores e a qualidade do seu público? Será que se vive o ciclo da música electrónica, dos DJs e das bandas de covers/tributo ou, apesar de tudo, a música original e regional continua a merecer a consideração dos promotores?
Essa última questão dava para mais uma entrevista e muito se poderia dizer quanto a esse assunto. Contudo, acho que o metal nos Açores está num estado de apatia. Falta-lhe também o percursor para um estado menos amorfo, que são os promotores dos eventos que deixaram de existir. Vive-se uma era da música electrónica  mas não é por esse facto que o metal não poderá coabitar com outros géneros. Pergunto-me para onde irá o estado da música feita nos Açores quando vou a um festival e vejo bandas de covers nos cartazes. Penso que só mesmo nos Açores.  As bandas de covers têm o seu espaço certamente - bares e discotecas, não festivais. Ora, termino dizendo que há lugar para todos, mas nem todos cabem no mesmo lugar. E o que não se vê nesses lugares são os promotores que por outros lugares andam, a consumir os recursos da região.

Nuno Costa



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Flying Colors terminam composição de novo disco

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Depois de um disco de originais e um ao vivo em pouco mais de um ano, o super-grupo de rock progressivo Flying Colors já terminou a composição do seu segundo álbum.

Compostos por Mike Portnoy [ex-Dream Theater], Dave LaRue [Dixie Dregs], Neal Morse [Transatlantic, ex-Spocks Beard], Casey McPherson [Alpha Rev] e Steve Morse [Deep Purple, Dixie Dregs], prometem edição até ao final de 2014.

Portnoy olha para o novo material como fruto "mais uma experiência mágica", dentro de um conceito musical que tanto deve ao rock clássico e pop dos The Beatles e Queen, ao rock moderno e alternativo dos Radiohead, Muse ou Coldplay, enquanto em certos momentos serão apelativos para fãs dos Foo Fighters e Red Hot Chili Peppers.



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Rush: «Clockwork Angels» terá edição em banda desenhada



Na próxima Primavera, "Clockwork Angels", o vigésimo disco dos lendários Rush, estará disponível em formato banda desenhada. O notícia é avançada pelo The Pulse Of Radio que adianta que o projecto será desenvolvido em seis capítulos, sendo o primeiro lançado em Março pela Boom! Studios.

De resto, o conceito de "Clockwork Angels" já havia servido de base para uma obra de ficção-científica Kevin J. Anderson, ele que também escreverá esta banda desenhada. O argumento baseia-se num jovem ingénuo num mundo futuro com piratas, carnavais, alquimistas, inventos, etc.

Kevin J. Anderson é conhecido por já ter escrito na íntegra ou em parceria histórias e bandas desenhadas de "Dune", "Star Wars" e "X-Files".

Os Rush lançam o DVD "Clockwork Angels Live" a 21 de Maio pela Concord, baseado na sua última digressão, tendo se tornado  especial por terem interpretado vários temas raros e usarem um conjunto de cordas que recria os arranjos do seu mais recente disco.

"Clockwork Angels", lançado a 13 de Junho de 2012, revelou-se um enorme sucesso de vendas, tendo vendido 103.000 exemplares na sua primeira semana de lançamento nos Estados Unidos.

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The Black Chakra: apresentam primeiro single de «El Maya»

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Os The Black Chakra divulgaram hoje o primeiro single do seu EP de estreia, "El Maya". O grupo de rock progressivo/psicadélico de São João da Madeira promete em breve anunciar novas datas ao vivo e a data de lançamento do seu primeiro trabalho discográfico.

"El Maya" será composto por quatro faixas gravadas, misturadas e masterizadas por Daniel Valente nos estúdios Caos Armado. O grafismo foi assegurado por João Isidro (vocalista e guitarrista da banda).



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Threshold revelam novidades sobre novo disco


Pouco mais de um ano depois do lançamento de "March Of Progress", os progressistas britânicos Threshold dão de novo entrada em estúdio para gravar um novo álbum (o décimo de uma carreira iniciada em 1988).

"É óptimo trabalhar num novo disco dos Threshold e encurtar o tempo entre lançamentos", começa por desabafar o guitarrista Karl Groom.

O regresso a uma actividade mais regular, depois dos cinco anos que separam "Dead Reckoning" de "March Of Progress", terão também instigado a criatividade do grupo de Surrey. "A digressão do 'March Of Progress' inspirou-me e ao Rich a escrever não muito tempo depois das datas serem estipuladas. (...) Devo acrescentar que outros membros da banda também têm estado a escrever. Neste momento, estou a gravar guitarras ritmo e o Johanne deverá entrar em estúdio assim que dermos os toques finais num par de temas. Espero que 2014 seja mais um ano memorável para os Threshold", arrematou.  


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Riverside cancelam concerto de hoje em Lisboa


Os polacos Riverside não vão poder marcar presença esta noite no Paradise Garage, em Lisboa, para o concerto que se antevia. Segundo avançou a promotora Prime Artists há instantes, o problema deve-se a uma avaria no autocarro, registada numa altura em que a banda seguia perto de Madrid, e que não poderá ser reparada a tempo. Os Riverside lamentam o sucedido e esperam voltar em breve para compensar os seus fãs.

A Prime Artists informa que os portadores de bilhete devem dirigir-se ao local de compra no prazo máximo de 30 dias a partir de hoje para procederem à devolução do bilhete e respectivo reembolso.

Os Riverside são uma banda de rock progressivo formada em Warsaw e contam com cinco álbuns de originais, o mais recente "Shrine Of New Generation Slaves", editado em Janeiro pela InsideOut Music.

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The Flower Kings: rockers progressivos regressam com novo disco em Outubro


Os progressistas The Flower Kings estão de volta aos álbuns a 28 de Outubro com "Desolation Rose" pela InsideOut Music. O grupo sueco parece assim de volta a um ritmo regular de edições, depois de um intervalo de cinco anos entre "The Sum Of No Evil" e o anterior "Banks Of Eden".

"Desolation Rose" é composto por dez faixas e apresenta grafismo de Silas Toball (ver abaixo).

"Sendo uma espécie de comentário político, o tema épico de 'Desolation Rose' é um passo lógico num tempo de guerra perpétua, fome, ameaças ambientais e conflitos religiosos a dominarem os media e as nossas mentes", afirma Roine Stolt, mentor da banda, em relação ao estado de espírito do seu novo trabalho. "Estamos na altura de acordar e a música deste álbum vai levar-nos numa viagem em que são obrigados a questionar-se sobre o que os media nos alimentam e repensar tudo sobre o nosso mundo."

Stolt considera ainda que este é um "álbum típico" dos The Flower Kings ainda que as pessoas tenham que "lutar para entrar na sua música e letras". "Confiem em mim quando digo que serão recompensadas, uma vez que este pode ser o disco mais envolvente, importante e interessante que alguma vez gravámos", projecta Stolt.



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Review - The Tangent - "Le Sacre Du Travail"

THE TANGENT
“Le Sacre Du Travail”
[CD – InsideOut Music]

The Tangent deverá ser um nome que dispensa apresentações entre os amantes do prog rock. Se não for o caso, aconselha-se vivamente que estes actualizem o seu conhecimento, pois estão a deixar passar uma das melhores bandas do género.

Apesar do título francês, “Le Sacre Du Travail” é um trabalho britânico, conforme indica o subtítulo “An Electric Sinfonia By Andy Tillison”. É já o oitavo álbum da banda, embora o primeiro com esta formação, que acolhe de volta os ex-membros Jonas Reingold (baixo) e Jakko M. Jakszyk (guitarra), assim como recruta o aclamado baterista dos Porcupine Tree, Gavin Harrison. Uma reestruturação devida a vários problemas, nomeadamente financeiros, mas que acabou por resultar muito bem, dado o brilhantismo deste álbum.

“Não se refere a um só estilo mas a uma abordagem que combina elementos de diferentes estilos” é o que a Wikipédia diz do rock progressivo. E bem que poderia ter a imagem de “Le Sacre Du Travail” a ilustrar estas palavras. A complexidade estrutural típica do género é rica em teclas – ou não fosse o instrumento principal do “cérebro” Andy Tillison o teclado – mas a sonoridade destas pende mais para o jazz do que para o rock. Uma sonoridade que o ocasional saxofone completa com um certo requinte.

A música clássica está representada não só no formato, nos andamentos de uma sinfonia. Os vários interlúdios ao longo dos extensos segundo e terceiro movimentos, adornados pela suavidade de uma flauta, são claramente de natureza clássica, enquanto que todo o quarto movimento é uma peça instrumental que entrelaça o clássico e o progressivo de uma forma arrebatadora. E o último movimento viaja umas largas décadas na linha temporal do prog rock, algures entre os anos setenta e oitenta, mas soando contemporâneo e sofisticado, como só uma grande obra consegue fazer.

Tratando-se de um álbum conceptual, onde cada movimento/tema dá continuidade ao seguinte, as três faixas bónus podem parecer algo desenquadradas. Mas ao mesmo tempo, e como foi referido antes, é pela diversidade que os The Tangent se distinguem. [9/10] R.L.

Data de lançamento: 24 de Junho de 2013
Nota de estúdio: produzido por Andy Tillison e Paul Brow.
Estilo: rock progressivo
Origem: Reino Unido
Formação: 2002

Alinhamento:
1. “1st Movement: Coming Up On The Hour (Overture)” (05:55)
2. “2nd Movement: Morning Journey & The Arrival” (22:54)
3. “3rd Movement: Afternoon Malaise” (19:20)
4. “4th Movement: A Voyage Through Rush Hour” (03:07)
5. “5th Movement: Evening TV” (12:06)
06. “Muffled Ephiphany” (faixa bónus) (04:05)
07. “Hat” (ao vivo Mexborough School 1979) (faixa bónus) (01:16)
08. “Evening TV” (radio edit) (faixa bónus) (04:28)
Duração: 1:13:14 

Elementos:
- Andy Tillison (teclas/vozes/guitarras/baixo)
- Jakko M. Jakszyk (guitarra/vozes)
- Theo Travis (saxofone/flauta)
- Jonas Reingold (baixo)
- Gavin Harrison (bateria)
- David Longdon (vozes/arranjos vocais)

Discografia:
- “The Music That Died Alone” (CD – 2003)
- “The World That We Drive Through” (CD – 2004)
- “Pyramids And Stars” (CD ao vivo – 2005)
- “A Place In The Queue” (CD – 2006)
- “Going Off On One” (CD/DVD ao vivo – 2007)
- “Not As Good As The Book” (CD – 2008)
- “A Place On The Shelf" (CD – 2009)
- “Down And Out In Paris And London” (CD – 2009)
- “Going Off On Two” (CD/DVD ao vivo – 2011)
- “COMM” (CD – 2011)
- “Le Sacre Du Travail (The Rite Of Work)” (CD – 2013)



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Anneke Van Giersbergen [ex-The Gathering] actua na Maré de Agosto nos Açores

 
A holandesa Anneke Van Giersbergen [ex-The Gathering] vai estar no dia 24 de Agosto na 29ª edição do festival Maré de Agosto que se realiza na Praia Formosa, ilha de Santa Maria (Açores). A data insere-se na digressão de promoção a "Drive", seu quinto disco a solo, que é lançado a 27 de Setembro pela InsideOutMusic.

Os bilhetes estão disponíveis no local a 10 euros (para sócios da Associação Maré de Agosto) ou 20 euros (não-sócios). Mais informações em www.maredeagosto.com

Abaixo é possível ver um excerto do making of de "Drive". 



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Volto!: projecto de fusão com Danny Carey lança primeiro videoclip


Os Volto!, projecto de jazz/rock experimental onde figura Danny Carey, baterista dos Tool, acaba de divulgar o primeiro videoclip da carreira. Intitula-se "Tocino" e faz parte do alinhamento de "Incitare", a editar a 23 de Julho.

Danny Carey, de 52 anos, é um músico virtuoso e multifacetado, tendo já colaborado com inúmeros nomes como Zaum, Green Jellÿ, Skinny Puppy, King Crimson, Melvins, entre outros.


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Rush apanhados no meio de uma tempestade


Os icónicos Rush viram-se forçados a terminar mais cedo o seu concerto da passada terça-feira no Festival D'Eté De Québec, no Canadá, devido a condições climatéricas adversas. Em comunicado emitido pela banda de rock progressivo canadiana, é feito um pedido de desculpas mas garante-se que o risco para o público e para todo o corpo técnico do festival exigia a interrupção do concerto.

"Eu [Geddy Lee, vocalista/baixista] e os meus companheiros estamos muito desapontados depois do final súbito e inesperado do concerto da última noite no Festival D'Eté De Québec. A tempestade e os relâmpagos que se aproximavam tornaram-se extremamente perigosos para todos os técnicos a trabalhar no som e nas luzes e havia um alto risco também para o público e músicos em palco." 

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Mike Portnoy: «Sou um dos artistas mais mal-interpretados do mundo»


Mike Portnoy, um dos mais conceituados bateristas do heavy metal e figura dos Dream Theater durante 25 anos, afirmou em entrevista ao Icon Vs. Icon que tem sido criada uma imagem deturpada a seu respeito nos meios de comunicação. Em causa, o facto de estar envolvido em vários projectos e eventualmente ter que prescindir de alguns. 

Questionado sobre como avalia a forma como as pessoas têm olhado para o ritmo recente da sua carreira, Portnoy atira: "Penso que sou um dos artistas mais mal-interpretados do mundo. Todas as vezes que vou à internet e vejo aqueles títulos chocantes, percebo porque há uma ideia errada sobre mim por parte dos fãs e pessoas em geral".

O baterista de 46 anos diz que está seguro da sua forma de trabalhar e que até será difícil encontrar algum músico tão dedicado. "Penso que o maior equívoco das pessoas sobre mim é pensarem que ando sempre a saltar de banda em banda. Não é o caso. Como já afirmei, sigo o meu coração. Passei 25 anos numa banda e fui incrivelmente dedicado a esta. Acho que não encontrarão alguém tão dedicado a uma só banda como fui aos Dream Theater. Penso que o maior equívoco é pensarem que eu não consigo assumir um compromisso. O grande problema é quando dás 100% em cinco coisas diferentes, inevitavelmente haverão conflitos de agenda. Essa é uma das minhas dificuldades e estou a tentar resolve-la."

Mike Portnoy encontra-se actualmente envolvido com os The Winery Dogs, Transatlantic (cujo novo álbum sairá em 2014), Flying Colors e PSMS, tendo recentemente deixado os Adrenaline Mob precisamente devido a conflitos de agenda.  

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Geoff Tate [Queensrÿche] explica como Sting foi capaz de «derrubar» o Muro de Berlim


O site MyGlobalMind.com conduziu recentemente uma entrevista com Geoff Tate, vocalista dos Queenrsÿche, em que aborda a actual carreira a solo do vocalista, a possibilidade de edição de alguma raridades e, como não podia deixar de ser, o caso em tribunal que se desenrola com os ex-companheiros de banda.  

Depois da cisão com os Queensrÿche, o músico de 54 anos retomou a sua carreira a solo, algo que não acontecia desde a estreia homónima de 2002. Aliás, agora com muito mais autonomia, deixa claro os seus intentos: "Gostaria de lançar álbuns de seis em seis meses. Estou contente com a situação actual, não tenho que esperar dois anos para lançar um disco."

O mais recente "Kings & Thieves" foi editado com uma formação que Tate também considerou volátil. E explica porquê: "Neste ponto da minha vida gostaria de trabalhar com pessoas que admiro e grandes intérpretes. E pessoas com as quais tenho um vínculo criativo. Passei 30 anos com um grupo com o qual não partilhava isso," explica sem evitar as farpas aos ex-colegas.

Sobre a relação cada vez mais próxima do conceito do clássico "Operation Mindcrime", cujos temas o vocalista continua a interpretar ao vivo, com a realidade social e política de hoje, Tate tem uma resposta curiosa: "Não acredito que o Muro de Berlim fosse derrubado se o Sting não escrevesse a letra 'os russos também amam os filhos' [do single 'Russians' do seu álbum de estreia 'The Dream Of The Blue Turtles", de 1985]. Foi um tema muito inspirador para aquele tempo, muito poderoso e levou as pessoas a pensarem em massa e de uma forma muito simples: aqueles a quem chamamos inimigos são também humanos e têm famílias e filhos."

Quanto a editar material inédito dos tempos das suas bandas The Mob e Myth, Tate admite a possibilidade. "Talvez. Penso que há alguns anos incluímos algum desse material num lançamento. Provavelmente existem mais coisas que descobrirei a seu tempo. Vivo na mesma casa há 25 anos e tenho material em caixas para as quais nunca mais olhei", conta Tate, reforçando que não está "muito interessado no passado".

Questionado sobre a sua experiência como actor em "Reality Kills" e se existem outros convites para o cinema, Tate garante que só está concentrado em música. "Não tenho planos no futuro imediato [no que respeita à representação]. Encontro-me a trabalhar num novo álbum. Será lançado no início de 2014. O ano passado serviu para reestruturar a minha vida, colocar-me em situações diferentes e recuperar do choque da separação [com os Queensrÿche]. Precisei de algum tempo mas agora estou completamente distante desse acontecimento", confessa Tate.

Em Novembro terá então lugar o julgamento do caso que pretende definir quem fica afinal com os direitos sobre os Queensrÿche. "É um caso muito simples - uma corporação dissolveu-se. Tudo tem agora que ver com dinheiro, saber quem é compensado com o quê. Portanto, se perder, ganho; se ganhar, ganho." E será possível alguma vez a reconciliação? "Tentei muitas vezes conversar mas encontrei sempre hostilidade. Portanto, basicamente espero por Novembro para resolver tudo de uma vez por todas."

Ainda sobre a controvérsia em torno do desmembramento dos Queensrÿche, o também produtor de vinhos considera que tal acontece apenas por se tratar de um caso de tribunal. Ainda assim, identifica um ponto positivo. "Tenho que reconhecer que a publicidade tem sido incrível. Na minha última digressão tive mais salas esgotadas do que os Queensrÿche em dez anos. Tal como o Gene Simmons dizia: qualquer publicidade é boa."

Leia a entrevista na íntegra aqui

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Queensrÿche: Todd La Torre vs. Geoff Tate: quem vence na tabela de vendas?


Depois do Verão quente de 2012, a tranquilidade nunca mais assolou as hostes dos Queensrÿche... se é que ainda temos Queensrÿche. Para todo os efeitos teremos até dois - versão Todd La Torre e Geoff Tate. É neste contexto bicéfalo que a música de uma das bandas mais importantes da história do rock se tem propagado nos últimos meses, entre grande polémica nos media e agitação entre os fãs. E para muitos o aliciante é perceber quem ganha este braço de ferro de popularidade que de um lado tem o vocalista mais emblemático da banda e do outro o núcleo duro de músicos do colectivo norte-americana.

Assim sendo, e pelos dados divulgados, a versão Todd La Torre "vence" com o primeiro álbum da sua era, auto-intitulado, ao vender 13.500 exemplares na sua primeira semana de lançamento nos Estados Unidos. Já "Frequency Unknown", versão de Geoff Tate, estreou-se com 5.500 unidades.

Mas para baralhar as contas, o último álbum dos Queensrÿche, versão "real", "Dedicated To Chaos", de 2011, obteve vendas na ordem dos 8.000 exemplares. Estarão os fãs mais entusiasmados pela banda sem Geoff Tate?

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Flying Colors: super-projecto com Mike Portnoy e Steve Morse lança DVD em 2013


Está projectado para o final do ano o lançamento do DVD/Blu-Ray "First Flight" dos Flying Colors, banda formada por Mike Portnoy [ex-Dream Theater], Steve Morse [Deep Purple], Neal Morse [Transatlantic, ex-Spock's Beard], Dave LaRue e Casey McPherson.

O item será baseado na digressão do grupo em 2012 com destaque para o seu primeiro concerto de sempre em Los Angeles, o primeiro na Europa e também para imagens de bastidores, entrevistas e ainda, segundo nota de imprensa, um acto "imperdoável" de um dos membros da sua comitiva no autocarro da digressão.  

O projecto lançou a sua estreia homónima a 26 de Março de 2012. 



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Rush: veja excertos de adição ao Rock And Roll Hall Of Fame

Os lendários Rush foram na quinta-feira adicionados ao Rock And Roll Hall Of Fame, numa cerimónia levada a cabo no Nokia Theater, em Los Angeles. 

Agora é possível assistir a alguns excertos do evento, nomeadamente ao discurso de Dave Grohl [Foo Fighters] na atribuição do distintivo, às breves reacções dos Rush e à inesperada participação de elementos dos Foo Fighters no tema "Overture".



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Wisdom Of Crowds: novo projecto com vocalista dos Katatonia lança estreia em Junho

Jonas Renkse [vocalista, Katatonia] e Bruce Soord [multi-instrumentista, The Pineapple Thief] vão a lançar a estreia em álbum dos Wisdom Of Crowds a 3 de Junho pela Kscope.

Os Wisdom Of Crowds são um projecto idealizado por Bruce Soord que compôs oito faixas para este trabalho especificamente para explorar as virtudes do carismático vocalista sueco.

Abaixo é possível escutar vários samples da estreia dos Wisdom of Crowds.






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Factory Of Dreams: novo disco para pré-reserva, videoclip em breve

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O projecto progressivo lisboeta liderado por Hugo Flores lança o seu quarto longa-duração a 7 de Maio. Intitula-se "Some Kind Of Poetic Destruction" e é composto por doze novas faixas e uma bónus, onde continua a constar a inseparável vocalista sueca Jessica Lehto, entre outras vozes convidadas, tudo incluído num pacote com booklet de doze páginas com todas com artwork distinto.

Entretanto, o projecto informa que até à data do lançamento deste trabalho estará disponível um novo videoclip.

"Some Kind Of Poetic Destruction" pode já ser pré-reservado aqui.

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The Custodian apontados como grandes promessas do prog rock britânico

Os britânicos The Custodian acabam de assinar com a The Laser's Edge para lançar o seu álbum de estreia, "Necessary Wasted Time", a 18 de Junho. O grupo é tido como uma das maiores promessas do rock progressivo oriundo de terras de Sua Majestade.

Os The Custodian são comandados por Richard Thomson, também vocalista dos Xerath. Terão sido formados há vários anos mas compromissos com outros projectos terão adiado a sua estreia.

É dito na imprensa que a sua sonoridade baseia-se em "muitas paisagens acústicas, sintetizadores quentes, solos de bom gosto e bateria complexa numa grande produção".

"Necessary Wasted Time" foi gravado por Jacob Hansen nos próprios estúdios da banda, e misturado por Bob Katz. O artwork tem a assinatura de Colin Marks [Rain Song Design].

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