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Bless The Oggs: Tiago Mesquita abandona

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Tiago Mesquita anunciou ontem a sua saída dos Bless The Oggs, projecto de post-hardcore que fundou em 2007. O músico e produtor alegou falta de cumplicidade com os restantes colegas e a inactividade da banda que se arrasta há mais de um ano.

"Tomei anteontem uma das decisões mais marcantes da minha vida. Decidi sair da minha banda Bless The Oggs, pois, infelizmente, as cenas têm sido cada vez mais complicadérrimas para o meu lado desde o final do ano passado e decidi sair principalmente por falta de membros tão ou quase tão dedicados e determinados a fazer isto quanto eu e também por o projecto já estar mais que parado há mais de um ano", argumentou.

Para além destes motivos, Tiago Mesquita refere motivos familiares e como principais planos a curto-prazo indica a construção do seu próprio estúdio. De fora fica a hipótese de se juntar a novos projectos musicais. "Não procurarei projectos musicais no futuro, pois vou-me concentrar noutras coisas. A única maneira de me meterem a tocar com vocês é serem um baterista mesmo muito bom", sublinha, garantindo que as suas "ambições nessa área mantêm-se".

Os Bless The Oggs lançaram em 2008 o mini-CD "The Colour Of Blood And Money" e em 2012 o álbum "It All Starts With A Seed".

No final de 2013 revelaram que ainda continuam em busca de um novo baterista, depois de algumas audições sem sucesso, mas que se mantêm os planos de gravarem o seu segundo disco no presente ano (aparentemente com o título "Wasteland's Throne). Já em Janeiro divulgaram uma foto em que sugerem que já estarão a ensaiar com novo baterista.


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More Than A Thousand apresentam novo álbum em Lisboa e no Porto

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A cerca de um mês de regressarem às edições, os setubalenses More Than A Thousand confirmam actuações a 28 de Fevereiro no República da Música, em Lisboa, e a 1 de Março no Hard Club, no Porto. Em ambas as datas, as primeiras partes estarão a cargo dos ingleses Bury Tomorrow e dos luxemburgueses Cosmogon.

Os bilhetes para estes espectáculos estarão à venda a partir de 30 de Janeiro pela Ticketline e no próprio dia nos recintos.

O sucessor de "Vol. 4: Make Friends And Enemies", de 2010, intitula-se "Vol. 5: Lost At Home" e chega ao mercado a 24 de Fevereiro pelas norte-americanas eOne Music e Good Fight Music com quem assinaram contrato recentemente.

"É fantástico integrar a sua família de bandas e finalmente levarmos a nossa música para os Estados Unidos", afirmou recentemente o guitarrista Filipe Oliveira sobre o novo vínculo editorial da banda.

Por seu lado, Carl Severson da Good Fight Music elogiou a força de vontade dos More Than A Thousand. "Esta é uma banda incrivelmente apaixonada pelo que faz e isso é evidente a cada segundo deste álbum. (...) Faz-me lembrar o entusiasmo que senti quando ouvi pela primeira vez os Every Time I Die ou os Killswitch Engage."

Os More Than A Thousand estarão em digressão na Primavera com os Chelsea Grin, The Browning e Silent Screams.


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More Than A Thousand divulgam nova faixa «Fight Your Demons»

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Os nacionais More Than A Thousand acabam de editar um lyric video para a faixa "Fight Your Demons", extraída do seu novo disco "Vol. 5: Lost At Home".

O sucessor de "Vol. 4: Make Friends And Enemies", de 2010, é lançado a 24 de Fevereiro pelas norte-americanas eOne Music e Good Fight Music com quem assinaram contrato recentemente.

"É fantástico integrar a sua família de bandas e finalmente levarmos a nossa música para os Estados Unidos", afirmou nas últimas semanas o guitarrista Filipe Oliveira sobre o seu novo vínculo editorial.

Por seu lado, Carl Severson da Good Fight Music elogia a força de vontade do grupo de Setúbal. "Esta é uma banda incrivelmente apaixonada pelo que faz e isso é evidente a cada segundo deste álbum. (...) Faz-me lembrar o entusiasmo que senti quando ouvi pela primeira vez os Every Time I Die ou os Killswitch Engage."

Os More Than A Thousand estarão em digressão na Primavera com os Chelsea Grin, The Browning e Silent Screams.


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More Than A Thousand assinam com editora americana, novo disco chega em Fevereiro

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Os More Than A Thousand acabam de assinar contrato com a nova-iorquina eOne Music numa parceria que envolve ainda a Good Fight Music. O primeiro resultado desta união é conhecido já a 18 de Fevereiro (data norte-americana) com o álbum "Vol. 5 Lost At Home".

"É fantástico integrar a sua família de bandas e finalmente levarmos a nossa música para os Estados Unidos", menciona o guitarrista Filipe Oliveira, admitindo que já trabalhavam por esse objectivo há muito tempo.

Por seu lado, Carl Severson da Good Fight Music elogia a força de vontade do grupo de Setúbal. "Esta é uma banda incrivelmente apaixonada pelo que faz e isso é evidente a cada segundo deste álbum. (...) Faz-me lembrar o entusiasmo que senti quando ouvi pela primeira vez os Every Time I Die ou os Killswitch Engage."

Os More Than A Thousand estarão em digressão na Primavera com os Chelsea Grin, The Browning e Silent Screams. 

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No Omega: post-hardcore sueco para ver este mês no Porto


Os No Omega visitam Portugal no dia 27 de Setembro para uma actuação no Almaemformol, no Porto. O grupo sueco de post-hardcore traz como grande novidade o seu segundo álbum, "Shame", editado na última Primavera pela Throatruiner Records.

A banda descreve a sua sonoridade como uma "fusão de hardcore furioso com um post-metal sludgier, mais obscuro, melódico e resoluto". São comparados aos Grieved, Birds In Row e Rise And Fall.

Na primeira parte do espectáculo marcarão presença os franceses Wake The Dead e os nacionais Sore Eyes.

O início das hostilidades está marcado para as 18h30. Mais informações em info@ruinsrecords.com ou no Facebook


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We Came As Romans: banda já tem data de lançamento para novo álbum

"Tracing Back Roots" é o título do terceiro álbum do grupo de post-hardcore norte-americano We Came As Romans. Chega ao mercado a 26 de Julho pela Nuclear Blast e foi gravado em Los Angeles com John Feldman [The Used, Black Veil Brides].

Segundo Feldman, os We Came As Romans "quebraram barreiras no que respeita à música moderna alternativa, enquanto se mantêm autênticos para com as suas raízes". A banda retribui na pele do guitarrista Joshua Moore que considera que Feldman trouxe "uma perspectiva fantástica ao grupo" e ajudou-o a "sair da casca enquanto compositor". 

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Review - Milestones - "Entropy"

MILESTONES
"Entropy"
[Cassete - Savour Your Scene]

Formados em 2011 mas com um pressuposto espírito vintage. Em cassete, pois, embora a promo distribuída pela impressa tenha sido em formato digital (logo não nos é possível depreender a verdadeira funcionalidade da edição em fita). Intenções à parte, sendo estes irlandeses aglutinadores do chamado post-hardcore, em que se junta mais as tais dores de crescimento do que qualquer grito de revolta anti-social, a abordagem instrumental é plena de coesão e não fica muito a dever às referências Heights, Defeater, Gallows ou Comeback Kid.

Em seis temas devidamente produzidos e poderosos, a banda incide a sua composição na alternância entre cadências bem ritmadas e gritos agonizantes com uma melodia nas guitarras que dá o tal toque orelhudo ao conteúdo - ou pelo menos tenta. Porém, sentimos que a aura é algo estéril e tudo passa demasiado rápido sem nos apercebermos se há algo mais que valha a pena para além da tal revolta na expressão de Peter Kealy (ainda que se expresse com todas as veias a brotar-lhe do pescoço). A esperança fica na final "Ladders", bem mais intensa emocionalmente, pese embora mais lenta.

Parece-nos evidente que este é um registo cuidado, feito sem a inconsequência que aparenta ter as suas letras, e suficientemente profissional para não termos dúvidas de que esta banda sabe bem que terrenos pisa. A questão estará mesmo em tentarem provar o que ainda podem trazer de aliciante para um estilo tão estereotipado. [5/10] N.C.

Data de lançamento: Julho de 2012
Nota de estúdio: não disponível
Estilo: post-hardcore
Origem: Dublin (Irlanda)
Formação: 2011

Alinhamento:
1. "Still Organs" (1:14)
2. "Premonitions" (2:28)
3. "Old Hands" (2:11)
4. "Graveside" (3:05)
5. "Pound Of Flesh" (4:08)
6. "Ladders" (5:35)
Duração: 18 minutos

Elementos:
- Peter Kealy (voz)
- Jack Marmion (guitarra/voz)
- Rafino Murphy (guitarra/voz)
- Keith Fish (baixo)
- Keith Davis (bateria)

Discografia:
- "Blood" (Demo - 2011)
- "Gone With The Wind" (CD 2011)
- "Entropy" (Cassete - 2012)



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Review - Abraham - "The Serpent, The Prophet & The Whore"

ABRAHAM
“The Serpent, The Prophet & The Whore”
[CD – Pelagic Records]

Quatro anos após a sua formação no ocidente da Suíça, os Abraham causaram sensação com o seu álbum de estreia, “An Eye On The Universe”, numa sonoridade que apimentava o sludge tradicional com toques de stoner rock, drone e melodic death metal. Regressam agora no Outono de 2012 aplicando a mesma fórmula mas com as variantes mais intensas, obtendo um resultado mais abrasivo.

Inspirado numa colecção de poemas intitulada “The Chronoception” – livro raro de um autor americano pouco conhecido chamado Jan Gaston Rawls – oferece-nos temas ricos em mudanças de andamento progressivas (“Start With A Heartbeat”), fortes linhas de baixo (“Man The Serpent”) e elaborada dissonância (“The Great Dismemberment”). “Carcasses” e “New King, Dark Prophet” dão a cara pela parte mais doom e melancólica do género, enquanto que a estrutura musical de “Dawn” expressa uma vertente mais drone. Em todos eles, a voz áspera de Olivier Hähnel (a.k.a. Renzo Tornado Especial) e o tom limpo de David Haldimann (a.k.a. D. Schlagmeister) combinam raiva e desespero, numa estranha harmonia.

“The Serpent, The Prophet & The Whore” deixa transparecer a dinâmica carismática dos Abraham. Os ouvidos dos fãs de sludge e de metal complexo, em geral, ficarão satisfeitos com este trabalho. [8.5/10] R.L.

Data de lançamento: 1 de Outubro de 2012
Nota de estúdio: bateria gravada nos Wood Studios (Lausanne, Suíça), guitarras, baixo, Moog e vozes gravadas no Saloon Bizarre (Lausanne). Misturado no Riddarborgen (Estocolmo, Suécia) por Magnus Lindberg dos Cult Of Luna e masterizado no Vilhelm Room (Estocolmo).
Estilo: sludge/post-hardcore
Origem: Lausanne (Suíça)
Formação: 2007

Alinhamento:
1. “Start With A Heartbeat” (4:14)
2. “Man The Serpent” (5:35)
3. ”The Great Dismemberment” (4:10)
4. “New King, Dark Prophet” (3:24)
5. “This Is Not A Dead Man, Yet” (6:58)
6. “Carcasses” (8:28)
7. “The Chymical Fiancé” (5:43)
8. “Dawn” (7:34)
Duração: 46 minutos

Elementos:
-  David Haldimann (bateria/vozes)
- Jacques Viredaz (guitarra)
- Mathieu Jallut (guitarra)
- Valentin Jallut (baixo)
- Olivier Hähnel (vozes)

Discografia:
- “An Eye On The Universe” (CD – 2011)
- “The Serpent, The Prophet & The Whore (CD – 2012)

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Enter Shikari / Cancer Bats
08.01.13 - TMN Ao Vivo, Lisboa

Cancer Bats
2013 começou ainda há poucos dias mas a Everything Is New não nos fez esperar e iniciou em força este novo ano. A ansiedade era muita e o motivo não era para menos: o quarteto britânico Enter Shikari vinha a Lisboa apresentar o seu mais recente álbum, "A Flash Flood Of Colour", e trazia com eles os canadianos Cancer Bats que voltavam à capital oito meses depois.

À hora prevista para a abertura das portas, a fila estendia-se já ao longo de um dos lados do edifício mas a entrada deu-se de forma rápida e aos poucos a sala foi ficando composta. A uma hora do início dos espectáculos era altura de ver o merchandise, beber qualquer coisa e tentar arranjar o melhor lugar. A noite prometia ser de festa.

Faltavam poucos minutos para as 21 horas quando os CANCER BATS entraram em palco prontos para mostrar serviço com "Pneumonia Hawk". Comandados por Liam Cormier, um dos vocalistas mais eléctricos do hardcore, a banda pôs de pé um concerto que rondou cerca de 40 minutos cheios de energia. A apontar, só o facto da voz ser pouco perceptível e perder-se nos restantes instrumentos. Ao longo da actuação era visível que algumas pessoas não estavam ali apenas por Enter Shikari, sendo que aos restantes, que não conheciam o quarteto de Toronto, Liam fez questão de se apresentar como "motherfucking Cancer Bats!".
Ao longo do concerto foram ouvidos alguns dos temas mais conhecidos da banda como "Hail Destroyer", "Road Sick" e "Sabotage" (a famosa cover dos Beastie Boys), bem como outras músicas que, no geral, representaram na totalidade o que são e o que pensam os Cancer Bats. Depois de "R.A.T.S.", do último álbum, a banda saiu de palco com a sensação de dever cumprido e sob um forte aplauso.

Enter Shikari
Seja como for, a noite era dos ENTER SHIKARI e nada iria mudar isso. Às 22 horas em ponto, e como se a ansiedade não estivesse já quase no máximo, começou a ouvir-se uma longa introdução na qual se ia sabendo o tempo que faltava (dez minutos) para a entrada da banda em palco.

Após esse tempo o quarteto surgiu visivelmente animado e cheio de energia. Os aplausos eram imensos e a banda não fez o público esperar mais, arrancando para mais de hora e meia de concerto com "System...", logo seguida por "...Meltdown", as duas primeiras faixas do último registo que vinham precisamente apresentar. A partir daí, a energia da banda esteve sempre no máximo e era acompanhada por um espectáculo visual (quer com projecções quer com luzes) evolvente. O público respondeu bem e cantava as letras com Roughton Reynolds, que não parecia ter problema em partilhar o microfone com as filas da frente. Até mesmo quando o vocalista prometeu material old school a audiência correspondeu, sendo uma das reacções mais efusivas da noite quando se ouviram as primeiras melodias de "Sorry, You're Not A Winner", do seu primeiro álbum.

Os Enter Shikari gostam do que fazem e, sobretudo, sabem-no fazer bem. Quer se goste quer não, há que respeitar esta banda, que celebra este ano uma década de existência, pela coragem de fazer aquilo que gosta e com que se sente bem, sem pensar no resto. Só desta maneira é possível transmitir tamanha energia e alegria ao vivo. Se haviam dúvidas em relação aos prémios que a distinguem como uma das melhores bandas ao vivo, poucos terão saído sem a certeza de que são completamente merecidos.

A banda desfilou algumas das suas músicas mais conhecidas, entre breakdowns capazes de fazer aumentar subitamente a temperatura, partes electrónicas (pelas quais se destacam) bastante dançáveis e momentos acústicos dignos de fazer o público pegar no isqueiro. Para além disso, passaram por todos os álbuns e terminaram em "Mothership", do álbum de estreia "Take To The Skies".

O público pediu mais e a banda acedeu, voltando ao pequeno (ou pelo menos assim o faziam parecer) palco no Cais do Sodré para mais três temas. Depois de "Zzzonked" foi a altura da verdadeira despedida e de um sincero "até à próxima" (e que seja para breve) por parte do público que, apesar de não encher o espaço, compô-lo bem para receber estes "jovens do hardcore".

Texto: Bruno Correia

Setlist Cancer Bats:
01. "Pneumonia Hawk"
02. "Trust No One"
03. "Bricks And Mortar"
04. "Lucifer's Rocking Chair"
05. "Sleep This Away"
06. "Sorceress"
07. "Road Sick"
08. "Drunken Physics"
09. "Darkness Lives"
10. "Old Blood"
11. "Sabotage"
12. "Hail Destroyer"
13. "R.A.T.S."

Setlist Enter Shikari:
01. "System..."
02. "...Meltdown"
03. "Sssnakepit"
04. "Antwerpen"
05. "Gandhi Mate, Gandhi"
06. "Sorry, You're Not A Winner"
07. "Destabilise"
08. "Return To Energiser"
09. "Warm Smiles Do Not Make You Welcome Here"
10. "Gap In The Fence"
11. "Juggernauts"
12. "Arguing With Thermometers"
13. "Mothership"

Encore:
14. "Constellations"
15. "Pack Of Thieves"
16. "Zzzonked"


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Mermaid Killed Monster terminam carreira

O grupo de post-hardcore/metalcore terceirense Mermaid Killed Monster pôs ontem à noite um ponto final na carreira.

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