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Kneel: disco de estreia disponível gratuitamente


"Interstice", álbum de estreia dos Kneel (projecto "solitário" de Pedro Mau), está disponível para download gratuito (aqui).

Este disco foi lançado de forma independente a 29 de Junho e é composto por nove temas de harmoniosa conjugação entre metal matemático, experimental, groove e hardcore. Segundo nota de imprensa, é "dedicado a todos aqueles que gostam de música pesada sem fórmulas e refrões, onde ritmos impensáveis e dissonâncias coerentes relegam a melodia para terceiro plano". 

Toda a composição, interpretação, gravação e produção (incluindo artwork) foi assumido por Pedro Mau, com excepção para Filipe Correia [Concealment] que gravou as vozes. De resto, é com este último que Mau partilha também os Wells Valley, projecto post-metal que lançará registo de estreia nos meses mais próximos. 

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Bear: novo álbum em Outubro, videoclip para «Rain» disponível



Os belgas Bear editam o seu segundo álbum, "Noumenon", a 7 de Outubro pela Basick Records, o primeiro pela editora inglesa. As gravações foram conduzidas por Sven Janssens [ex-Aborted] no Red Left Studio, enquanto a mistura esteve a cargo de Jochem Jacobs [ex-Textures]  no Split Second Sound Studio. Já a masterização teve assinatura de Alan Douches nos West West Side Music.

Segundo nota de imprensa, "Noumenon" é uma "amostra atlética de metal técnico e hardcore moderno com uma propensão viciante para o headbanging que desafiará o ouvinte".

Os Bear formaram-se em 2010 na Antuérpia e estrearam-se com o álbum "Doradus" em Outubro de 2011 pela Let It Burn Records. O grupo já fez as primeiras partes de Periphery e Textures e participou no Euroblast 2012.

Neste momento, é possível conferir o vídeo para o novo tema "Rain". 



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Entrevista Kneel

CAOS INTERCELULAR
"Acredito que a música não tem fórmulas pré-concebidas"


Talvez quem o ouvisse nos Kneeldown ou, ainda mais atrás, nos Windscream e Zeus Under My Eyes, ou ainda na Orquestra Municipal de Ponte de Sor, não imaginasse que estaria sentado à bateria uma das pessoas mais determinadas e "teimosas" (como o próprio classifica) do underground nacional. Pedro Mau, aos 33 anos, completa dezasseis anos de carreira. Ainda que o seu percurso seja discreto (pelo menos para o potencial que oferece) assumiu o fim dos Kneeldown como o início de uma nova era e muniu-se de toda a sua avidez pelo conhecimento para criar os Kneel de forma praticamente independente. Apenas Filipe Correia [Concealment] é factor externo neste imaginário dissonante e obscuro, onde cabem fortes influências dos Meshuggah ou A Life Once Lost. Não pretende seguir convenções e muito menos agradar a elites. É precisamente por isso que surge uma estreia "Interstice" pronta a surpreender muita gente.

Começando do "princípio": Pedro Mau é um elemento dos Kneeldown durante cerca de dez anos mas a banda dá-se por extinta em 2008. O que se passou, até porque já tinham conseguido algum reconhecimento?
Aconteceu o mesmo que acontece à maior parte das bandas que encerram actividade: as vidas mudam e os caminhos separam-se. Nunca ninguém dos Kneeldown sobreviveu da música e, como tal, o trabalho e a família acabam por tomar posições prioritárias. Continuamos todos bons amigos e o Nuno Pina [a.k.a. Skumalha, guitarrista] ainda está no activo com os Mordaça e o Duarte continua a tocar a solo.

Partir em busca de um projecto a solo não lhe "repeliu" em primeira instância, pensando que teria que acumular mais trabalho, ou, pelo contrário, pensou que iria trazer-lhe a liberdade criativa que sempre desejou?
Sempre fui um gajo bastante teimoso e foi com essa teimosia que abordei o desafio: se não consigo com os outros, consigo sozinho. A liberdade sempre existiu. Nos Kneeldown nunca “empatámos” a criatividade dos outros elementos. Tínhamos essa liberdade para compor e ajudávamo-nos mutuamente.

Sabe-se também que é, em praticamente todos os aspectos, um "militante" do Do It Yourself. "Interstice" foi um esforço criativo mas também financeiro, como já teve oportunidade de confessar. Depois de todo esse esforço solitário o que deseja que seja o futuro dos Kneel?
O futuro acaba no momento em que acabas de dizer essa palavra… já é passado. Kneel surgiu porque tinha de surgir… mais cedo ou mais tarde. Era algo que tinha de fazer. Não há grandes expectativas para o que aí vem, até porque, sejamos sinceros, o que não falta aí são boas bandas com tudo o que é preciso para fazerem carreira e conseguirem sobreviver apenas da música. Kneel é solitário e aos olhos de um investidor (editora, promotora, etc.) não tem o mesmo valor que uma banda “real”… com músicos prontos a subir a um palco e mostrar o trabalho. Não considero que o esforço tenha sido o mesmo que quando temos de fazer algo de que não gostamos. A palavra “esforço” não se adequa aqui muito bem. Deu-me muito trabalho, isso sim, e gastei muito dinheiro. Mas fi-lo para mim, primeiro que tudo, e nada supera isso. Um dia de cada vez e veremos o que acontece.

Juntar alguns músicos para subir a um palco não passa definitivamente pelos seus objectivos? Não é possível que sinta algo "entalado" na garganta ao fim de um tempo?
É óbvio que existe essa vontade, mas existem demasiadas circunstâncias que dificultam essa concretização. Gostava de tocar Kneel ao vivo um dia, mas isso implicava arranjar músicos que conseguissem dar a dedicação necessária ao projecto. E sem ter a certeza de que essas pessoas o iriam fazer, prefiro ficar como estou. Já são catorze anos a lidar com essas situações de entradas e saídas de membros da banda e já aprendi quando devo ou não apostar em seguir em frente. Além disso, a falta de tempo que o quotidiano me oferece, dificulta ainda mais poder programar um esquema de ensaios regulares para solidificar o projecto. Seria preciso juntar as pessoas certas, na altura certa. Mas… nada é impossível.

Como é que se compõe um disco como "Interstice" sozinho, "fechado" num quarto? Foi assim? Como obtém, por exemplo, aquela confiança sobre algo que esteja a escrever e que lhe permita pensar: "Ok, está óptimo, posso seguir em frente"?
“Interstice” foi composto na totalidade, tirando as gravações de voz que decorreram nos Malware Studios do David Gerónimo dos Concealment, dentro de um mini-estúdio que fui construindo aos poucos numa pequena sala/camarim do auditório do Centro de Artes de Ponte de Sor, de onde sou natural. A Câmara Municipal e a Junta de Freguesia locais sempre me apoiaram e esta preciosa ajuda já dura quase há dez anos. Sem este espaço não conseguia fazer isto. É lá que tenho todo o meu material. Como existe deliberadamente um egoísmo saudável neste projecto, não houve muita preocupação em saber se o tema está bom ou mau para os outros. Queria que estivesse bom para mim, que ouvisse quatro ou cinco vezes e dissesse: “F***-se, isto está bom. Tem power!”.  Acho que a música devia funcionar assim… Quem cria a música tem de fazê-la para se sentir bem com ela, sentir que é genuína. Mas há quem trabalhe de outras maneiras e claro que respeito esses métodos de trabalho, mas eu funciono assim.

Executa todos os instrumentos em "Interstice" mas, no fundo, tanto quanto se lhe reconhece, o seu instrumento "natural" é a bateria. Como adquire conhecimento e se aperfeiçoa em relação a todos os instrumentos que interpreta neste disco?
Não me considero guitarrista nem baixista, mas “arranho” o suficiente para sacar umas notas e uns riffs! O know-how vem atrás dessa teimosia de que tenho falado, porque é preciso ser-se teimoso e persistente nestes caminhos. Aprender a tocar um instrumento requer dedicação e a teimosia é o teu melhor amigo quando queres fazer qualquer coisa. Depois temos essa maravilha da Internet que é o Youtube. Se não sabes fazer alguma coisa, vais lá e pesquisas… de certeza que encontras alguém que te explica como se faz.

Filipe Correia foi uma escolha óbvia para as vozes?
Só não foi mais óbvia porque a ideia inicial era eu fazer também as vozes. Mas “berrar” tem muito que se lhe diga e iria levar demasiado tempo a aperfeiçoar mais esse instrumento que é a voz. Sou fã dos Concealment há muito tempo e tive oportunidade de os conhecer quando fiz a capa do “Leak”. O Filipe tem um grande vozeirão, além de ser um excelente guitarrista e escrever grandes letras, e não foi preciso muito tempo para perceber que seria a pessoa indicada para fazer as vozes para Kneel. Entretanto, já me tinha convidado para formar os Wells Valley. As coisas proporcionaram-se e pronto, não teve outro remédio senão aceitar o meu convite.


Em nota de imprensa lê-se que Kneel não está preocupado com refrões. Como se pode entender a música deste projecto, ainda mais num cenário nacional com algumas tendências mais vincadas que não o metal experimental e mais matemático?
Como já referi, a única preocupação de Kneel era que soasse bem para mim. Tinha de fazer música que me agradasse. Tens essa liberdade quando não tens uma editora a pressionar-te para fazeres um disco num mês e que tem de vender não sei quantas cópias. Acredito que a música não tem fórmulas pré-concebidas e, como tal, não acho que se tenha de seguir uma lógica em que tens de escrever uns refrões, cantados e tocados até à exaustão só para entrar no ouvido. Eu não sou dessa opinião e gosto de ter liberdade para fazer o que me apetecer. A matemática aqui surge, também pelo facto dos Meshuggah serem a minha banda preferida, porque ajuda a fugir àquele esquema do 4/4 que a meu ver torna as coisas aborrecidas e pouco interessantes. Mas volto a dizer: eu trabalho assim, mas tenho todo o respeito por quem não o faz. É só a minha maneira de ver as coisas.

Sente-se de alguma forma desmoralizado, uma vez que não dispõe de ninguém ao seu lado e o mercado nacional, à partida, lhe é adverso?
É normal que sim. Hoje em dia ninguém (ou quase ninguém) compra música. Não é como há uns anos. Todos querem sacar e sacar, e sacar mais um pouco para encherem os leitores de MP3 e os discos com músicas e bandas que nem sequer vão ouvir, pelo menos com atenção. Já ouvi miúdos a dizerem: “Dez euros por um CD? Para quê? Vou à net e saco!”. É esta a mentalidade que temos de encarar. E para quem tem um projecto a solo, que toca música pouco comum, e que não dá concertos ao vivo, é natural que o mercado seja ainda mais restrito e que daí não tenha algum tipo de lucro com o que faço. Comprei o meu material, plugins, fiz a mistura, masterizei, desenhei a capa, paguei a edição dos CDs, as T-shirts e, no final, ainda fiquei a perder dinheiro. Mas é um facto que não me preocupa - não por ser rico, que não sou - mas porque o fiz de livre vontade e porque já tinha noção de que iria ser assim. Claro que era bom ter algum retorno do que gastei, mas paciência!

O que mais o orgulha quando olha para ou ouve "Interstice"? Há algum tema que se destaque ou mereça particular afeição?
O que mais me orgulha é saber que consegui fazer este disco. Levei o meu tempo, mas consegui fazê-lo. Um sentimento de missão cumprida. Quanto aos temas, gosto de todos, mas curiosamente o meu preferido é o menos citado pelas pessoas com quem já falei, que é o último, “Sovereignty”. Talvez por ter a letra que tem… acho que está com muito power. E até tem uma frase do J.F.K. que diz: "This nation was founded by many men of many nations and backgrounds. It was founded on the principle that all men are created equal and that the rights of every man are diminished when the rights of one man are threatened.". Faz-me pensar…

Em termos líricos, há alguma mensagem específica que tente passar ou é tudo muito abstracto e concebido para que cada um faça a sua leitura?
Sou da opinião que uma letra pode ter diferentes significados para várias pessoas. Prefiro não falar muito sobre o significado das letras por dois motivos: primeiro, porque foi o Filipe quem fez a maior parte e, segundo, porque acho que a leitura e a interpretação deve ser individual. Mas de certeza que há por ali coisas com as quais te podes identificar. As letras estão todas no Bandcamp, por isso, podem ir lá "checkar".

Ocupa-se também dos Wells Valley que deverão lançar o seu disco de estreia em breve. Deixo-lhe este espaço para fazer uma breve apresentação da banda.
Os Wells Valley (www.facebook.com/wellsvalley) começaram a partir de um convite do Filipe. Ligou-me a perguntar se estava interessado em tocar bateria e formar esta nova banda, e claro que aceitei. São um trio composto pelo Filipe na guitarra e voz, o Pedro Lopes no baixo e eu nos "batuques". Em Novembro passado gravámos o nosso primeiro álbum, que atrasou por causa das gravações de Kneel, mas neste momento estou a terminar as misturas e contamos lançar o álbum ainda este ano. Aliás, estamos ansiosos que tal aconteça e quanto mais depressa melhor, porque andamos todos com "fome" de palco.

Porquê mais um projecto, desta feita dentro do post-metal? É mera "gulodice" musical ou uma oportunidade de ter uma presença mais assídua em palco, até porque o post-metal tem outro nível de aceitação em Portugal?
Quando toca a coisas que gostamos, a "gulodice" é inevitável. Existem várias razões que justificam o nascer deste novo projecto… mas as principais são o facto de querer tocar ao vivo e poder trabalhar com pessoas como o Filipe e o Pedro. Também acaba por ser uma fuga ao que tenho vindo a fazer em Kneel e estimula a criatividade. É bom poder trabalhar vários estilos de som e manter a menta aberta a novos desafios. Não é por acaso que comecei a tocar bateria na orquestra ligeira de Ponte de Sor.

O futuro mais próximo passará, certamente, pela dedicação aos Wells Valley. E quanto a Kneel? Para quando esperar novo material, renovando desde já os votos de que possa subir a um palco um dia? 
Não vou estar parado, isso posso garantir. Já investi em mais material no entretanto e continuo a investir na formação de mixagem e masterização. Podemos sempre ser melhores do que o que somos actualmente, e o que posso garantir-te é que, enquanto puder, vou fazer isso. Portanto, o mais certo é que assim que terminar o álbum de Wells Valley, vou começar a escrever novamente. Wells Valley será a minha prioridade, mas Kneel irá de certeza continuar e, quem sabe, um dia ainda pisará um palco. E quando isso acontecer… cuidado!

Nuno Costa



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The Dillinger Escape Plan: encontrado o assassino?


Depois de um falso alarme ontem em que aparentemente vazou uma versão não oficial, está finalmente disponível o videoclip para "One Of Us Is The Killer", faixa-título do novo disco dos The Dillinger Escape Plan.

O quinto longa-duração dos experimentalistas de Nova Jérsia está disponível desde 14 de Maio pela Party Smasher Inc., editora da própria banda, em parceria com a Sumerian Records.

Entretanto, os The Dillinger Escape Plan viram-se forçados a cancelar a sua digressão europeia de Verão devido a uma lesão no pulso do guitarrista Ben Weiman.


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Review - The Dillinger Escape Plan - "One Of Us Is The Killer"

THE DILLINGER ESCAPE PLAN
"One Of Us Is The Killer"
[CD - Sumerian Records]

Oriundos de Nova Jérsia, os The Dillinger Escape Plan já levam dezasseis anos de bagagem, logo, não são propriamente uns novatos nas hostes do metal. O quinteto é composto por Greg Puciato (voz), James Love (guitarra), Liam Wilson (baixo), Billy Rymer (bateria) e o único resistente da formação original Ben Weinman (guitarra). A banda pratica um som muito característico e único, por vezes capaz de deixar perturbado aquele ouvinte menos receptivo a fusões musicais extremas.

 Após o bem-sucedido “Option Paralysis” lançado em 2010 a cargo da Season Of Mist, eis que surge, três anos depois, o novo disco intitulado “One Of Us Is The Killer” agora com a assinatura da Sumerian Records. Usando o mathcore como base musical, a banda também adiciona à sua sonoridade elementos de rock, jazz, uma pitada de punk/hardcore e uma toada melódica muito sinistra. Este novo trabalho vinca ainda mais a atitude e a sonoridade da banda, pois “One Of Us Is The Killer” em nada é inferior aos seus anteriores discos, até porque características como os riffs dissonantes, as bruscas mudanças rítmicas, bem como os esquizofrénicos espasmos vocais de Puciato, conjuntamente com as suas melodias assustadoras que no meio do caos fazem-se ouvir como um lobo em noite de lua cheia, estão todos bem patentes! Sinistro? Sem dúvida!

A abrir o álbum temos o tema “Prancer” que é nada mais nada menos que a apresentação perfeita do que iremos ouvir a seguir. Este é um tema directo que suscita um misto de extremismo e alguns breaks pelo meio, atingindo mesmo o ponto de uma descarga super potente de emoções acumuladas, algo que estes cinco senhores em conjunto fazem com uma qualidade assustadora. Outro tema que merece destaque é o tema-título. Este apresenta uma fórmula single podendo ser mesmo comparado a temas como “Unretrofied” de “Miss Machine” (2004) e um início a fazer lembrar o bem aclamado “Parasitic TwinsdeOption Paralysis” (2010). “Nothing’s Funny” pode ser mesmo considerado o tema mais "Dillinger" deste trabalho - muito bem elaborado, pois em três minutos e meio percebe-se a identidade musical da banda de uma maneira muito classy! “Paranoia Shields” talvez seja a pérola mais valiosa da "coroa". Sem muita demora a faixa arranca de forma frenética e muito expressiva a nível vocal e instrumental, dona de um refrão orelhudo e claro, para não fugir à boa regra, eis que a meio do tema surgem quinze a vinte segundos de toada jazz executados de forma exímia!

Se dúvidas houvessem quanto à capacidade musical destes cinco “freaks on stage” ficaram desfeitas com este “One Of Us Is The Killer”, que pode não ser a novidade do século mas provavelmente irá estar entre os melhores discos de metal de 2013. São quarenta minutos cheios de boa pólvora pronta a rebentar com os fãs de The Dillinger Escape Plan. Fica a pergunta, afinal quem é o assassino? [9/10] R.B.

Data de lançamento: 14 de Maio de 2013
Nota de estúdio: produzido por Steve Evetts
Estilo: mathcore/rock/punk/hardcore/jazz fusion
Origem: Nova Jérsia (Estados Unidos)
Formação: 1997

Alinhamento:
1. "Prancer" (3:52)
2. "When I Lost My Bet" (3:53)
3. "One Of Us Is The Killer" (3:28)
4. "Hero Of The Soviet Union" (3:00)
5. "Nothing's Funny" (3:26)
6. "Understanding Decay"  (3:48)
7. "Paranoia Shields" (4:27)
8. "CH 375 268 277 ARS" (2:32)
9. "Magic That I Held You Prisoner" (2:49)
10. "Crossburner" (5:05)
11. "The Threat Posed By Nuclear Weapons" (3:46)
Duração: 40 minutos

Elementos:
-Greg Puciato (voz)
-Ben Weinman (guitarra)
-James Love (guitarra)
-Liam Wilson (baixo)
-Billy Rymer (bateria)

Discografia:
- “The Dillinger Escape Plan” (EP – 1997)
- “Under The Running Board” (EP – 1998)
- “Calculating Infinity” (CD – 1999)
- “Irony Is A Dead Scene” (EP – 2002)
- “Miss Machine” (CD – 2004)
- “Plagiarism” (EP – 2006)
- “Ire Works” (CD – 2007)
- “Option Paralysis” (CD – 2010)
- “One Of Us Is The Killer” (CD – 2013)

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The Dillinger Escape Plan: novo tema divulgado

É a primeira faixa a abrir caminho para o novo disco da excêntrica banda norte-americana. Chama-se "Prancer" e faz parte de um lote  disponível a partir de 14 de Maio na forma de "One Of Us Is The Killer".

O sucessor de "Option Paralysis", de 2010, foi gravado na Califórnia com o velho conhecido da banda Steve Evetts [Glassjaw, The Cure, Suicide Silence] e nos estúdios do guitarrista e fundador Ben Weinman. A masterização ficou a cargo de Tom Baker [Deftones, Nine Inch Nails, Beastie Boys].

O vocalista Greg Puciato enalteceu recentemente a minúcia com que este novo disco foi abordado em estúdio, o que, de resto, resume a maneira de estar da banda. "Os Dillinger são uma besta diferente da maioria das bandas normais relativamente ao processo de gravação. Até o Steve disse-me que não há nenhuma banda que tenha gravado que requeira tanta atenção aos detalhes."

Greg Puciato explica que esta é uma forma de não se arrependerem posteriormente de qualquer decisão. "Gravamos em média apenas de três em três anos nos últimos dez, e não quero olhar para trás e pensar 'devíamos ter acabado isto três semanas mais cedo!' Mas quem se importa? Nós queremos sim que as coisas saiam bem e se aproximem ao máximo daquilo que é a nossa visão." 

Em termos musicais, Puciato identifica "muitas influências de hardcore e punk old school" mas acredita que este não se trata de um disco típico do género. Antes, considera-o o "mais estranho e abrangente" que já escreveram e que o material que o colega Ben Weinman o ia enviando no processo de composição lhe chegava a lembrar uma "colmeia".





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The Dillinger Escape Plan procuram assassino

"One Of Us Is The Killer" é o título do novo disco dos norte-americanos The Dillinger Escape Plan que chega ao mercado em Maio pela sua própria editora, Party Smasher Inc..

O quinto longa-duração do grupo de mathcore de Nova Jérsia, foi gravado no sul da Califórnia por Steve Evetts [Glassjaw, The Cure, Suicide Silence] e nos estúdios do guitarrista Ben Weinman. A masterização será levada a cabo por Tom Baker [Deftones, Nine Inch Nails, Beastie Boys].

O vocalista Greg Puciato enalteceu recentemente a minúcia com que este novo disco foi abordado em estúdio, o que, de resto, resume a maneira de estar da banda. "Os Dillinger são uma besta diferente da maioria das bandas normais relativamente ao processo de gravação. Até o Steve disse-me que não há nenhuma banda que tenha gravado que requeira tanta atenção aos detalhes."

Greg Puciato explica que esta é uma forma de não se arrependerem posteriormente de qualquer decisão. "Gravamos em média apenas de três em três anos nos últimos dez, e não quero olhar para trás e pensar 'devíamos ter acabado isto três semanas mais cedo!' Mas quem se importa? Nós queremos sim que as coisas saiam bem e se aproximem ao máximo daquilo que é a nossa visão."  

Em termos musicais, Puciato identifica "muitas influências de hardcore e punk old school" mas acredita que este não se trata de um disco típico do género. Antes, considera-o o "mais estranho e abrangente" que já escreveram e que o material que o colega Ben Weinman o ia enviando no processo de composição lhe chegava a lembrar uma "colmeia". 


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War From A Harlots Mouth em fase final de gravação de novo álbum

Os germânicos War From A Harlots Mouth encontram-se em estúdio a gravar aquele que é a sua estreia pelo selo francês Season Of Mist.

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