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Raising Legends enaltece produto nacional em concerto de 3º aniversário (passatempo disponível)

A editora, estúdio e agência de management Raising Legends comemora três anos de actividade nos dias 22 e 23 de Março com sete bandas nacionais que subirão ao palco do Hard Club, no Porto. São elas os The Dixie Boys, The Fines, Alter Ego (no primeiro dia), Drop D, Phazer, Yoshi o Puto Dragão e Goldshiver (no segundo).

O projecto é fundado e gerido por André Matos no Porto. Destacam-se no seu catálogo edições dos Holocausto Canibal, The Godspeed Society, Gazua, Phazer, Low Torque,, Blacksunrise, entre outros.

Os bilhetes para este evento estão à venda exclusivamente no Hard Club a 5 euros e incluem oferta de um CD à escolha dentro do catálogo da Raising Legends.

A SounD(/)ZonE associa-se a esta iniciativa, sorteando dois bilhetes para cada dia. Para ficarem habilitados, basta responderem a uma das quatro questões, a lançar de dois em dois dias, para o e-mail soundzonemagazine@gmail.com.


PERGUNTA 1
- Qual foi o primeiro álbum lançado pela Raising Legends Records?

PERGUNTA 2 
- Qual foi a primeira banda de metal lançada pela Raising Legends Records?

PERGUNTA 3
- Onde foram celebrados os dois aniversários anteriores?

PERGUNTA 4
- Qual o artista que vai actuar em duas bandas no segundo dia do aniversário da Raising Legends?

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Slayer: management suga 90% das receitas e leva Lombardo a sair

Dave Lombardo informou nas últimas horas que não estará presente nas futuras datas dos Slayer na Austrália. O baterista mostra-se inconformado com a forma como as receitas da banda têm sido geridas pelo management.

Num longo comunicado, Lombardo refere que no último ano descobriu que "90% das receitas das digressões dos Slayer estavam a ser deduzidas como despesas, incluindo salários do management, custando à banda milhões de dólares e restando apenas 10%" para distribuir pelos seus quatro elementos. "Na minha opinião, não é esta a forma como o negócio de uma banda deve operar", argumenta, dizendo que até tentou alertar os colegas, mas sem sucesso.

"Tentei rectificar a situação ao informá-la aos meus colegas e ao convocar uma auditoria, mas foi-me negado acesso a informação detalhada e documentos necessários."

Lombardo revelou ainda que só lhe foi pago um pequeno montante do que teria a receber da sua actividade em 2012 e foi informado de que só receberia o total caso assinasse um contracto a longo prazo que não lhe daria o direito saber a forma como seriam geridas as comissões para o management ou o acesso a orçamentos sobre digressões e vendas de discos. "Até me proibiam de dar entrevistas ou fazer comentários relacionados com a banda, o que me dá para rir", exclamou o baterista.

A decisão de não fazer parte da digressão na Austrália foi-lhe comunicada por um advogado, depois de na passada segunda-feira o guitarrista Kerry King ter deixado claro que iriam encontrar um substituto caso Lombardo não quisesse obedecer ao modelo de negócio vigente.

Lombardo termina o comunicado manifestando esperança na resolução do problema e pedindo desculpa aos fãs.

Esta situação não será virgem, já que o baterista original da famosa banda de thrash norte-americana saiu em 1986 alegando "questões financeiras".

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