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W.A.K.O. confirmados no festival britânico Till Death Doom Us Part


Os W.A.K.O. são uma de duas bandas internacionais a integrar o festival britânico Till Death Doom Us Part. O evento será realizado a 1 de Junho em Bristol, um dos maiores centros culturais de Inglaterra, e contará com três palcos e 21 bandas.

Até ao momento estão confirmadas as presenças dos Alunah como cabeças-de-cartaz na categoria doom e os Primitive Graven Image na categoria death metal. A outra banda internacional que subirá ao palco do festival dá pelo nome de Ctulu.

Entre as outras bandas em cartaz encontram-se os Baron Greenback, Alien Stash Tin, Edenfall, Gringo, Valfader, Lord Misery, Bloodlung, Greenhorm, Caravan Of Whores, Cruelty Circuit, Fever Sea, Cryptophile, Sodomized Cadaver, Engraved Disillusion, Furyborn, Xerxes e Sephulcre. 

Os W.A.K.O. regressam assim a Inglaterra poucos meses depois de uma digressão de nove datas com os ingleses Breed 77. 

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Cannibal Corpse prestes a gravar novo álbum



Os lendários Cannibal Corpse estão de regresso a estúdio no próximo fim-de-semana para iniciar as gravações do seu décimo terceiro álbum. O sucessor de "Torture" (2012), que deverá estar no mercado no Verão pela Metal Blade, será produzido por Mark Lewis [Arsis, The Black Dahlia Murder, Deicide] nos Audiohammer Studios.

De resto, esta é primeira vez que o quinteto de Buffalo trabalha com Lewis depois de três álbuns com Erik Rutan. No entanto, garantem que não insatisfeitos com o vocalista e guitarrista dos Hate Eternal, mas que procuram sim algo diferente para a sua sonoridade.  

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Entrevista Carnification

CHAMA ETERNA
"A união faz a força"

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O metal dava os primeiros passos nos Açores e os Carnification já se recluíam na garagem para produzir o que na altura era um movimento em franca afirmação - o death metal. Com os Morbid Death a estabelecerem as regras, é no núcleo dos Carnification que se encontram alguns dos responsáveis pelo surgimento do género no arquipélago - o baixista Paulo Castro havia integrado os Necropsia em 1991 e Luís Franco dá também voz aos Noxious em 1992. É nesse mesmo ano que nasce um dos principais bastiões do metal açoriano pelas mãos de João Raposo, Marco Camilo e Rui Frias [mais tarde nos Morbid Death]. Se é verdade que o seu percurso foi um pouco "acidentado" - interromperam a actividade entre 1999 e 2008 - não é menos notável que mais de vinte anos depois ainda tenham forças para concretizar o seu sonho - gravar o primeiro álbum. É isto que decorre neste momento e que será concluído dentro de poucos meses. Urge por isso enaltecer o feito e colocar em discurso directo um dos exemplos mais genuínos de amor à causa - João Raposo.  

Mais de vinte anos na música. Por si só, sente-se um "herói"?
Herói? Isto é uma ideia completamente errada sobre mim. Sinto-me apenas uma pessoa com um enorme gosto pela música e nada mais do que isto.

Há quem entenda que uma verdadeira carreira deve avaliar-se pela actividade constante e não propriamente pela data em que se começou a tocar ou a trabalhar num projecto. O percurso dos Carnification, como o da maioria das bandas açorianas, tende a ser intermitente. Sente, de algum modo, que ainda está "no início"?
Infelizmente, tenho que concordar com isso. No nosso percurso houve altos e baixos, mas se tivermos força de vontade conseguimos ultrapassar qualquer obstáculo que apareça no caminho e a prova é que os Carnification ainda estão cá, com muita saúde para dar e vender. Temos uma meta a cumprir, que é a do lançamento do nosso disco, o que considero como o início de uma nova etapa para nós, como músicos e banda.

"No nosso percurso houve altos e baixos, mas se tivermos força de vontade conseguimos ultrapassar qualquer obstáculo"

Antes de olharmos atentamente para a realidade actual dos Carnification, introduza-nos, sucintamente, quem é o João Raposo guitarrista e como surge para a música?
O João Raposo é uma pessoa que está sempre bem disposta, humilde, que gosta de se divertir, é um grande brincalhão e também amigo dos seus amigos. Como músico, está sempre à procura de sons para poder evoluir e desta forma poder inovar o som da sua banda.

Com duas décadas a olhar de dentro para o cenário de peso açoriano, acha que este se encontra numa boa fase? O que se passa hoje que não se verificava, por exemplo, na década de 90 e vice-versa?
O metal açoriano está a passar por uma fase negra. Na década de 90 havia muito mais ajuda entre as bandas e as entidades competentes apoiavam estes mesmos projectos sem hesitar muito. Hoje em dia, isto já não se verifica e acho que a crise não justifica tudo.

Diríamos que o mundo atravessa uma profunda transformação económica e social. Nos Açores, e analisando concretamente este estilo musical, acha que há motivos para crer em melhores dias? O que acha que deve ser melhorado?
Esta pergunta devia ser respondida pelas entidades que organizam eventos - Câmaras, Governo, etc. -, pois são elas que estão a "matar" o metal nos Açores. Nos seus programas festivos estas mesmas entidades preferem apoiar projectos do Continente ou mesmo do estrangeiro, pondo de parte a "prata da casa" que tem qualidade mais do que suficiente para participar nesses mesmos programas. Temos muita qualidade, tanto em bandas como em músicos. Simplesmente não nos apoiam. Tenho pena que as coisas funcionem dessa maneira.

Já foi esclarecido pela própria banda que a gravação do seu primeiro disco é um processo moroso e descomprometido, até porque são os próprios a gravá-lo, certo? No entanto, a pergunta impõe-se: quando será possível ouvir o tão esperado álbum dos Carnification?
Certíssimo, somos nós que estamos a produzir e a gravar o disco e posso dar 99,9% de certeza que ele verá a luz do dia ainda este ano. Só não sei ainda qual será o mês do seu lançamento.

Em que medida toda a concepção do disco tem sido um processo meticuloso? Será que a demora no seu lançamento também está relacionada com um cuidado redobrado em curar todos os pormenores de composição e gravação ou simplesmente a vida pessoal e profissional não permite outro ritmo?
Temos que ser rigorosos connosco próprios, pois um disco é um disco, e partindo do princípio  que este vai ser ouvido por um certo número de pessoas, temos que lhes dar a melhor qualidade em audição possível. Não sendo profissionais, temos ainda que conciliar a nossa vida pessoal com a música e isto às vezes torna-se um pouco complicado. Porém, no fim chegamos sempre a bom porto.

Sentem-se mais maduros hoje em estúdio do que, por exemplo, em finais de 90 quando gravaram o vossa demo-tape? No fundo, como se proporciona a auto-produção deste álbum?
Penso que não há comparação possível entre os anos 90 e a actualidade. Somos muito mais maduros e experientes do que naquela altura, apesar de ter sido uma época muito forte na música. A ideia da auto-produção surgiu a partir desta mesma experiência que adquirimos ao longo destes anos. O Paulo Castro tinha conhecimentos no que toca a  gravações, investiu para construir um estúdio seu e, a partir daí, as coisas tornaram-se muito mais fáceis.

Olhando para aquilo que faziam os Carnification na década de 90, o que se pode esperar musicalmente do vosso primeiro longa-duração? Já é possível adiantar alinhamento ou alguns títulos?
Os Carnification do presente são músicos com mais experiência a nível musical. Tivemos uma grande progressão tanto em técnica como em sabedoria em relação aos anos 90, mas penso que esta é uma evolução natural, pois trabalhámos muito para que isto acontecesse. Posso adiantar que o disco já tem título e terá dez temas. Quanto ao resto, não posso adiantar mais nada.

"Posso adiantar que o disco já tem título e terá dez temas"

Nesta fase da carreira e até pelas contingências do próprio mercado discográfico, sonham trabalhar no sentido de editá-lo por alguma editora? No mínimo irão sondá-las?
Em princípio, vamos lançar o álbum com ou sem editora. Se aparecer alguém interessado no nosso trabalho havemos de chegar a algum acordo. O mais importante mesmo é lançar o  álbum e depois a ver vamos o que é que vai acontecer.

Acha que uma banda, sobretudo num meio limitado como os Açores, necessita de um responsável que conduza os seus destinos? A pergunta vem no seguimento da anterior, uma vez que, para além da música, os intérpretes cada vez mais têm que vestir o "fato e gravata" e tratar da parte burocrática das bandas.
Depende do ponto de vista. Actualmente, sou o "relações públicas" dos Carnification e não uso nem fato, nem gravata. Com a ajuda dos meus "irmãos de banda" conseguimos sempre atingir os nossos objectivos. A união faz a força.

Tanto quanto é dado a entender, Gualter Couto encontra-se afastado da banda (ao que consta radicado noutro país). Como é que olham para o vosso futuro enquanto banda ao vivo? É um assunto que vos preocupa?
De momento, isto não nos preocupa muito, porque estamos focados apenas nas gravações do disco. O Gualter é um grande músico como baterista, assim como o anterior (Marco Camilo) era muito bom. Isto é só para exemplificar que temos cá excelentes executantes na bateria. Quando chegar o momento certo havemos de encontrar alguém que satisfaça as nossas necessidades.

Por fim, e recuperando o assunto do metal açoriano, acha que um regresso dos Morbid Death seria o tónico para que mais bandas surgissem e o movimento voltasse a recuperar a sua dinâmica?
Não posso responder a isso, pois cada um sabe de si. Sou amigo de todos os elementos dos Morbid Death e é claro que gostaria que voltassem ao activo, pois seriam uma mais-valia para o metal açoriano. Nós, Carnification, voltámos ao fim de alguns anos... não vejo porque razão os Morbid não possam regressar. Não obstante, como disse, cada um sabe de si.

Nuno Costa

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W.A.K.O.: divulgam teaser de colaboração com DJ Razat

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(esquerda) Nuno Rodrigues [W.A.K.O.] / (direita) Razat

Os W.A.K.O. divulgaram hoje um teaser da sua colaboração com o DJ e produtor Razat, da qual resulta um versão dubstep/drum'n'bass do seu tema "Drifting Beyond Reality".

Razat é a designação do projecto de Baltazar Gallego, lisboeta que explora sonoridades dubstep, drumstep, glitch hop, drum'n'bass, entre outras. Em 2010, foi considerado pela Trashbags como um dos produtores nacionais mais versáteis tendo como grande trunfo o EP de estreia "Demons Go Party".   

"Já conhecemos o Razat há alguns anos. Ele na altura também tinha bandas, mas, entretanto, seguiu o seu caminho como DJ", explicou Nuno Rodrigues em exclusivo à SounD(/)ZonE. "Passados este anos, voltámos a encontrar-nos e o respeito é mútuo por cada trabalho. Revisitámos o percurso de cada um e como praticamente todos os elementos dos W.A.K.O. são open minded e gostam de um bom slam dance ao ritmo do drum'n'bass e dubstep, resolvemos juntar estes ingredientes todos e fazer esta loucurazinha", argumentou o vocalista dos W.A.K.O.. 

Os W.A.K.O. são os grandes cabeças-de-cartaz do Fungus Music Fest que realiza-se a 8 de Março em Tomar. O evento é organizado pela banda Xtigma e pela Associação Recreativa e Cultural de Fungalvaz e conta também com os locais Ashes (rock/metal alternativo) e Lodo (post-rock), para além de uma performance teatral por Maria Jeronmito e Luís Santos intitulada "A Máquina".

O grupo de death metal de Almeirim está também confirmado para um festival de Verão no Reino Unido, do qual ainda não revelou detalhes. O ano passado realizaram uma digressão de nove datas com os Breed 77 no mesmo país, com destaque para a presença no Viking Funeral Fest, organizado por Martin Walkyier [Sabbat, Skyclad, The Clan Destined].

Os W.A.K.O. encontram-se ainda a promover o seu segundo disco, "The Road Of Awareness", editado em 2011 pela Rastilho Records.



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Undersave: apresentam videoclip «Now... Submit Your Flesh...»

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O grupo de death metal lisboeta Undersave acaba de apresentar o videoclip para "Now... Submit Your Flesh To The Master's Imagination". Este trata-se do tema-título do seu mais recente disco, lançado em 2012 pela War Productions (em CD) e Herege Warfare Productions (em cassete).

videoclip foi produzido por Sérgio Fontinhas (vocalista dos Cronaxia), mas não conta ainda com o novo baixista Diogo Almeida que ingressou na banda já depois das filmagens.

"Now... Submit Your Flesh To The Master's Imagination" é composto por sete faixas gravadas e masterizadas por Paulo Vieira [The Firstborn, Alkateya, Midnight Priest] nos estúdios Brugo Sound e Moshpit.

Os Undersave formaram-se em 2004 e contam também na discografia com a demo "Domestication Of The Human Race" (2005) e o EP "After The Domestication Comes The Manipulation" (2008).

Os Undersave são uma das bandas confirmadas para o Santa Maria Summer Fest que realiza-se entre 6 e 9 de Junho, em Beja, onde são cabeças-de-cartaz os ingleses Extreme Noise Terror.



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Holocausto Canibal divulgam capa de «Larvas»

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Anunciado há duas semanas, "Larvas" é o registo que marca o regresso dos Holocausto Canibal aos lançamentos. Ainda sem data de edição divulgada, trata-se de um conjunto de quatro temas que prosseguem a temática das "parafilias, envolvendo novamente excitação sexual e gratificação em relação a comportamentos sexuais que são atípicos e extremos", segundo a banda em relação ao sucessor de "Gorefilia".

Hoje foi a vez de apresentarem a capa deste trabalho, concebida pelo próprio guitarrista da banda, Eduardo Fernandes.

"A ideia geral deste EP é marcar uma transição entre o nosso anterior álbum 'Gorefilia' e os novos temas em que já estamos a trabalhar", afirma Eduardo Fernandes, explicando que a larva que aparece na capa, ao rastejar para um novo corpo, representa essa transição. "Este verme é este EP: podre, feio, viscoso e gordo", exclama.

"Larvas" marca ainda a primeira colaboração com a editora checa Bizarre Leprous Production, com a qual assinaram recentemente.

O baterista Diogo P. destacou a amizade entre os intervenientes deste acordo e as vantagens que esperam dele. "Pessoalmente, estou muito entusiasmado por trabalhar com o Roman e o restante staff da Bizarre Leprous Production. Já nos conhecemos há muito tempo e sabemos que o seu trabalho é ultra intenso em todo o mundo. Posto isto, estou certo que 2014 será um bom ano para nós! Paralelamente, é fantástico estar num catálogo com bandas de culto como Ingrowing, Pigsty, Jig-ai, Ahumado Granujo, Blood ou Haemorrhage."

Musicalmente, os grinders de Rio Tinto prometem muita rapidez e brutalidade, groove e influências que vão de Napalm Death a Cannibal Corpse e Carcass. Os temas foram produzidos por Bruno Silva [ex-Heavenwood, Grunt] nos Estúdios 213, no Porto, e misturados e masterizados pelos irmãos Wieslawsky nos Hertz Studios [Behemoth, Vader, Decapitated], na Polónia. 

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João Raposo [Carnification]: «O metal açoriano está a passar por uma fase negra»

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João Raposo, guitarrista e um dos fundadores dos Carnification, manifestou em exclusivo à SounD(/)ZonE a sua consternação sobre o estado actual do metal açoriano. O músico de 37 anos atribui responsabilidades às próprias bandas e às entidades responsáveis por incentivar a cultura.

"O metal açoriano está a passar por uma fase negra. Na década de 90 havia muito mais ajuda entre as bandas e as entidades competentes apoiavam estes mesmos projectos sem hesitar muito. Hoje em dia, isto já não se verifica e acho que a crise não justifica tudo", frisou.

Sobre as metodologias a adoptar para inverter a situação, João Raposo remete a resposta para as "entidades que organizam eventos - Câmaras, Governo", pois, defende, "são elas que estão a 'matar' o metal nos Açores".

O músico argumenta ainda que deve ser reforçada a aposta nos músicos regionais com base na sua qualidade. "Nos seus programas festivos estas mesmas entidades preferem apoiar projectos do Continente ou mesmo do estrangeiro, pondo de parte a 'prata da casa' que tem qualidade mais do que suficiente para participar nesses mesmos programas. Temos muita qualidade, tanto em bandas como em músicos. Simplesmente não nos apoiam. Tenho pena que as coisas funcionem dessa maneira", confessa. 

Em entrevista a publicar brevemente, João Raposo desenvolve estes e outros assuntos, com especial enfoque no disco de estreia dos Carnification.

Os Carnification formaram-se em 1992 e são os únicos representantes activos da primeira geração do metal açoriano. O seu percurso fica marcado por um hiato de quase dez anos e pelo lançamento da demo-tape "Embracing Solitude", em 1999. 

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Moonspell: novo álbum pode chegar ainda em 2014


Fernando Ribeiro afirmou em entrevista ao Age Of Metal que um novo disco dos Moonspell pode ser editado ainda em 2014. À margem da digressão que encabeçam neste momento com os Leaves' Eyes e Atrocity nos Estados Unidos, o frontman da banda reconhece que não esperavam tanta solicitação para concertos, mas que em breve farão mesmo uma pausa para trabalhar no sucessor de "Alpha Noir/Omega White".

"Fizemos muitas digressões para este álbum. Pensávamos passar mais um ano na estrada mas muitos pedidos começaram a surgir e decidimos que não íamos aceitá-los todos, embora nos honrem muito. Sentimos necessidade de nos concentrar num novo álbum, até porque temos estado a trocar ideias. Por isso, provavelmente vamos apressá-lo um pouco", refere Fernando Ribeiro que não esconde que existe sempre uma "faísca diferente" quando escrevem um disco.

"O nosso próximo objectivo será esse álbum, embora surjam sempre concertos, mas vamos fazer uma pausa para escrever. Se sai neste ou no próximo ano, na verdade é-nos irrelevante. Não o queremos apressar. Prevemos uma edição para 2015. Se assim não acontecer, se o disco estiver pronto antes, se for espontâneo, também não temos problemas em lançá-lo este ano."

O também autor de livros como "Como Escavar um Abismo" ou "Senhora Vingança" projecta o vigésimo aniversário de "Wolfheart" com uma série de concertos vintage. "Esse foi um álbum que nos trouxe coisas muito boas, mudou a vida de muitas pessoas... imaginem a nossa! Tocamos muitas músicas dele, sabemo-las todas [risos] e já o fizemos várias vezes no Inferno Festival e num concerto de Halloween em Portugal... Quando 2015 nos bater à porta certamente vamos fazer algumas datas do que consideramos um vintage show, pois o "Wolfheart" tem apenas 40 minutos. Normalmente o que fazemos é tocar temas lançados até 1996."

Reportando a 2010, altura em que foi lançado um selo da banda pelos CTT, o músico de 39 anos não hesita em considerar este como um dos momentos mais marcantes na carreira dos Moonspell. 

"Foi um dos gestos mais simpáticos que nos fizeram em termos de reconhecimento. Fizemos muito em Portugal, não só no estrangeiro, comparativamente a outras bandas nacionais, não por falta de talento... Nós, talvez  pelo momentum, surgimos numa altura em que as pessoas precisavam de uma banda portuguesa para competir com bandas que floresciam de todo o lado, em especial da Escandinávia. Felizmente, fomos essa banda e isso criou uma ligação muito forte com o público. Ano após ano foi-se criando o fenómeno Moonspell - disco de ouro em Portugal, primeiro lugar no top - e tudo isso começou a atrair a atenção das pessoas e a valer-nos muito respeito - não o suficiente, pois existem sempre algumas lutas [risos]! O início da nossa carreira tinha que ver com selos (enviávamos cassetes para todo o mundo), mas nunca esperávamos que isso acontecesse. Já ninguém usa selos, senão poderiam usar um dos Moonspell." 

Os Moonspell anunciaram na passada semana um novo espectáculo especial de Halloween, desta feita a realizar-se no Incrível Almadense a 31 de Outubro.

Os bilhetes já se encontram disponíveis por e-mail (reservas@freemusic.pt), no Cine Incrível (às terças, sextas e sábados das 22h00 às 02h00) e na loja Glam-O-Rama, em Lisboa, num formato personalizado e em quantidades muito limitadas. Os bilhetes normais podem ser adquiridos através da Ticketline.pt.


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Colosso estreiam novo videoclip «Ecosystem»

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Os portuenses Colosso estrearam hoje na Blank TV o videoclip para "Ecosystem" do seu mais recente EP "Thallium". A Blank TV é um dos mais extensos arquivos de vídeos online dedicados à música alternativa e independente.

"Ecosystem" foi realizado por Raquel Lemos com o apoio de Elsa Santos e Inês Amaral. 

O colectivo de death metal progressivo liderado por Max Tomé continua a promoção de "Thallium", editado em Outubro, e que terá ponto alto a 31 de Julho e 1 de Agosto quando actuarem nas primeiras partes dos lendários Obituary no Hard Club, no Porto, e no Cine-Teatro de Corroios, respectivamente. Vão também estar nessas ocasiões os We Are The Damned, Bleeding Display e Dementia 13.

"Thallium" foi gravado, misturado e masterizado por Max Tomé nos HNK Studios, com excepção da bateria, gravada por Pedro Mendes no estúdio Casa do Xiné. Já o artwork foi da responsabilidade de Miguel Ministro.

O álbum de estreia "Abrasive Peace" foi editado em Março de 2012 e reeditado em 2013 pela Mulligore em duas versões distintas, incluindo formato instrumental sob o título "Peaceful Abrasiveness".


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The Ransack em estúdio

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Os barcelenses The Ransack entraram recentemente nos Full Power Studios, em Braga, para registar o seu quarto álbum de originais. O disco está a ser co-produzido por Pedro Mendes [Khuda, Nebulous] e André Rodrigues, com este último encarregue da edição, mistura e masterização. 

"É com entusiasmo que anunciamos que os Full Power Studios serão a nossa casa no mês de Fevereiro. Preparem-se, vamos voltar mais fortes que nunca", escreveram recentemente no Facebook.

O mais recente disco da banda de death metal, "Bloodline", foi editado em Janeiro de 2011 pela Raging Planet.  

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Fleshgod Apocalypse: o mito do Minotauro em novo videoclip «Pathfinder» já disponível

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Os Fleshgod Apocalypse divulgaram hoje o videoclip para "Pathfinder" (ver abaixo). Este tema integra o terceiro longa-duração do grupo de death metal técnico italiano, "Labyrinth", lançado em Agosto último pela Nuclear Blast.

Relembre-se que "Labyrinth" é baseado no mito grego do Minotauro que habitava o labirinto de Cnossos na ilha de Creta.

Sobre este videoclip, o grupo considrou-o algo "acima da média" até porque foi filmado num dos "locais mais bonitos do mundo, a ilha Sicília". "Artisticamente profundo e metaforicamente intrincado", acrescentam.

O álbum que sucede a "Agony", de 2011, foi misturado e masterizado por Stefano "Saul" Morabito e conta com o grafismo do britânico Colin Marks [Aborted, Kataklysm].

Para o baterista Francesco Paoli este é "o disco" dos Fleshgod Apocalypse e a "combinação perfeita de todos os nossos pontos fortes e com a melhor produção que alguma vez tivemos".


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Kapitalistas Podridão confirmados no Évora Metal Fest




Os Kapitalistas Podridão vão marcar presença no Évora Metal Fest que se realiza a 1 de Março no Monte Alentejano no Rossio de São Brás (Évora).

Estão ainda confirmadas as presenças dos For The Glory, Awaiting The Vultures, Damien's Trail Blood, Mindtaker, Nuklear Infektion e Challenge.

Os Kapitalistas Podridão lançaram ontem o lyric video para "Morte aos Pedófilos" extraído do seu trabalho de estreia, concluído no final de Outubro nos Ultrasound Studios, na Moita. Desconhece-se ainda a sua data de lançamento.

Sobre este vídeo a banda adverte que "todas as imagens são retiradas de filmes, são chocantes, são difíceis de ver e revoltantes". "Mas esta é a verdade que muitos deixam passar impune e é algo que acontece na nossa sociedade", acrescentam.

Os Kapitalistas Podridão formaram-se em 2012 e são compostos por "Bixo" [Seven Stitches] nas vozes e guitarra, Tiago Silva na guitarra, "Maldito" no baixo e vozes e "Botijas" na bateria.



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Xplosion Metal Event's oferece discos dos Grog


A promotora nacional Xplosion Metal Event's promove um passatempo inserido na excursão para o concerto nacional dos Immolation em que oferece o disco "Scooping The Cranial Insides" dos Grog. Os vencedores verão o disco ser entregue pela própria banda de death/grind nacional.

O passatempo contempla inscritos na excursão até 2 de Fevereiro.

A excursão parte dos Aliados, no Porto, às 11h00, em direcção a Lisboa no dia 7 de Fevereiro. O custo da viagem é de 15 euros com o bilhete para o espectáculo cifrado nos 16 euros. O regresso ocorre logo após os concertos (pela uma da madrugada).

Os lendários norte-americanos Immolation realizam uma data única no país no RCA Club, suportados pelos conterrâneos Broken Hope, os franceses Sweetest Devilry e os nacionais Grog. Este espectáculo insere-se na digressão europeia de promoção ao nono álbum de originais dos Immolation, "Kingdom Of Conspiracy", editado em Maio de 2013 pela Nuclear Blast.

A Xplosion Metal Event's é sediada em Vila Nova de Gaia e propõe-se a criar oportunidades de acesso aos concertos nacionais e internacionais e a organizar espectáculos para bandas amadoras. O seu principal objectivo é "elevar o heavy metal e a cultura musical em Portugal" e para isso está receptiva a sugestões pelo e-mail xplosivents@gmail.com


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Septic Flesh: novo disco concluído e com detalhes inéditos

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Os gregos Septic Flesh já terminaram as gravações do seu próximo disco. É aguardado lançamento para o próximo Verão.

O sucessor de "The Great Mass" será composto por dez faixas gravadas nos Devasoundz Studios, na Grécia, e na República Checa juntamente com o Coro e Orquestra Filarmónica de Praga. Seguiu-se a mistura e masterização asseguradas por Logan Mader [Gojira, Fear Factory] em Los Angeles.

O grupo olha para este seu nono álbum como a "banda sonora death metal perfeita para os vossos dias mais negros". Destacam ainda o uso de coros infantis pela primeira vez, que os terão  ajudado a criar "atmosferas cinemáticas mais profundas". 

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Cape Torment procuram novo guitarrista


O guitarrista Arnaldo Correia abandonou recentemente o colectivo de death metal portuense Cape Torment. Com efeito, a banda lança o repto aos interessados (com perfil dinâmico e empenhado) para entrarem em contacto pelo Facebook ou pelo e-mail cape_torment@hotmail.com.

Os Cape Torment encontram-se a finalizar a sua demo de estreia composta pelos temas "Spoils Of War", "Raging In The Dark", "Death Metal Control" e "Turn Your Guts Into Heart". A produção foi conduzida por Bruno Silva [ex-Heavenwood] nos Estúdios 213, no Porto.

Formados em 2011, inspiram-se directamente no death metal tradicional dos Immolation, Massacre, Death ou Morbid Angel. Nas suas fileiras encontram-se ex-elementos dos Morgue, Voyager, Hybrid Corp, Pestifer, Scarlet Veil, Invert, Lacrima e o actual baterista dos Sonneillon BM, Miguel Santos.

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Behemoth: trailer final de "The Satanist" divulgado

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Está disponível o derradeiro capítulo do trailer de "The Satanist". Com o seu misticismo próprio, o grupo de metal extremo polaco serve-se deste quarto trecho essencialmente para revelar a face mais melódica do seu décimo álbum, como se pode atestar pelas guitarras acústicas.

"The Satanist" chega ao mercado a 7 de Fevereiro pela Nuclear Blast e foi produzido pelos Behemoth com supervisão dos irmãos Wieslawscy e Daniel Bersgtrand nos Hertz Studios, na Polónia. Matt Hyde [Slayer] foi o autor da mistura, enquanto Ted Jensen [AC/DC, Metallica] encarregou-se da masterização nos Sterling Sound.  

A sua capa tem a particularidade de conter vestígios do próprio sangue de Nergal que foram adicionados à pintura do artista e ocultista russo Denis Forkas. Outros arranjos gráficos foram concebidos por Metastazis e Zbigniew Bielak.

Já disponíveis para escuta estão os temas "Blow Your Trumpets Gabriel" (single editado em Dezembro) e "Ora Pro Nobis Lucifer" (ouvir abaixo). 













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Kapitalistas Podridão: «Morte aos Pedófilos» é novo tema para escuta


Os Kapitalistas Podridão lançaram hoje o lyric video para "Morte aos Pedófilos" extraído do seu trabalho de estreia, concluído no final de Outubro nos Ultrasound Studios, na Moita. Desconhece-se ainda a sua data de lançamento. 

Sobre este vídeo a banda adverte que "todas as imagens são retiradas de filmes, são chocantes, são difíceis de ver e revoltantes". "Mas esta é a verdade que muitos deixam passar impune e é algo que acontece na nossa sociedade", acrescentam. 

Os Kapitalistas Podridão formaram-se em 2012 e são compostos por "Bixo" [Seven Stitches] nas vozes e guitarra, Tiago Silva na guitarra, "Maldito" no baixo e vozes e "Botijas" na bateria.

Adoptam uma forte mensagem interventiva, mais típica do punk e hardcore, com o que se compadece o seguinte texto introdutório: "A sofrer com as leis que alimentam a corrupção política, observar toda a mentira, falsidade e ganância cristã, coabitar com pedófilos que ninguém tem coragem de exterminar, assistir a crescente onda de assaltos, criminalidade e à ausência de justiça para os bandidos 'protegidos', alimentar riquezas e pagar dívidas que não temos, isto tudo até decidirmos abandonar o barco... Porém, vamos erguer a bandeira da honestidade, gritando verdades e berrando raiva que só mortos nos irão silenciar..."


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Behemoth: novo tema «Ora Pro Nobis Lucifer» divulgado


Os polacos Behemoth acabam de divulgar o lyric video para a nova faixa "Ora Pro Nobis Lucifer".

Este é mais um aperitivo para o lançamento de "The Satanist", décimo disco de originais do grupo de metal extremo liderado por Nergal, e que estará no mercado a 7 de Fevereiro pela Nuclear Blast (pré-reserva com vários extras aqui).

Recentemente foi apresentado o terceiro capítulo de uma série de quatro trailers que introduzem o conceito e a produção de "The Satanist" (ver abaixo).

Em Dezembro, lançaram também o single "Blow Your Trumpets Gabriel" e respectivo videoclip (ver abaixo).

Sobre o controverso título deste novo esforço de estúdio, o frontman do grupo explicou que se trata de uma representação de um pressuposto autobiográfico e conceptual, bem como um manifesto sobre o sistema de crenças.

"Sou um pensador livre e tenho as minhas opiniões e explicações sobre o título que estão muita enraizadas na história do Homem. Somos todos filhos de uma civilização cristã, a maioria de nós cresceu como católicos e eu também. Basicamente, é uma crença injectada desde o primeiro dia. Tenho todos esses elementos dentro de mim, mas depois de todos esses anos e dos meus estudos sobre a religião cristã e a Bíblia, cheguei à conclusão de que Satanás continua a ser a personagem mais mal interpretada da Bíblia. No entanto, é um arquétipo muito forte no que respeita a valores prezados e importantes para qualquer ser humano ambicioso."

Em outras declarações, Nergal considerou "The Satanist" um disco "mágico, perigoso, aventureiro e orgânico".











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Holocausto Canibal regressam com «Larvas» e novo selo discográfico

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Os grinders portuenses Holocausto Canibal anunciaram hoje a assinatura de contrato com a checa Bizarre Leprous Production para a edição do seu novo EP, "Larvas", em data a designar.

O sucessor de "Gorefilia" é composto por quatro temas produzidos por Bruno Silva [Heavenwood, Grunt] nos Estúdios 213, no Porto, com a mistura e masterização a serem conduzidas pelos irmãos Wieslawsky nos Hertz Studios [Behemoth, Vader, Decapitated, Aborted], na Polónia.

Segundo o quinteto natural de Rio Tinto, este EP prossegue a temática das "parafilias, envolvendo novamente excitação sexual  e gratificação em relação a comportamentos sexuais que são atípicos e extremos".

Musicalmente, prometem mais rapidez e brutalidade, sem faltar o groove, com as influências a irem para Napalm Death, Cannibal Corpse ou Carcass.

Sobre este novo vínculo editorial, o baixista Z. Pedro assume que a banda já era fã do selo checo e amiga do proprietário Roman Poláček, sendo que a escolha tornou-se óbvia. "Honestamente, esta foi a melhor escolha que pudéssemos tomar, dado o empenho e estatuto de culto [de Roman] na 'cena'."

O baterista Diogo P. também destaca a amizade entre os intervenientes deste acordo e as vantagens que esperam que proporcione à banda. "Pessoalmente, estou muito entusiasmado por trabalhar com o Roman e o restante staff da Bizarre Leprous Production. Já nos conhecemos há muito tempo e sabemos que o seu trabalho é ultra intenso em todo o mundo. Posto isto, estou certo que 2014 será um bom ano para nós! Paralelamente, é fantástico estar num catálogo com bandas de culto como Ingrowing, Pigsty, Jig-ai, Ahumado Granujo, Blood ou Haemorrhage."

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Fleshgod Apocalypse divulgam segundo teaser de videoclip «Pathfinder»

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Já se encontra disponível o segundo teaser do próximo videoclip dos Fleshgod Apocalypse para o tema "Pathfinder". Este integra o terceiro longa-duração do grupo de death metal técnico italiano, "Labyrinth", lançado em Agosto último pela Nuclear Blast.

Relembre-se que "Labyrinth" é baseado no mito grego do Minotauro que habitava o labirinto de Cnossos na ilha de Creta.

Sobre este videoclip, o grupo promete algo "acima da média" até porque será filmado no que consideram um dos locais mais bonitos do mundo, a ilha Sicília. "Artisticamente profundo e metaforicamente intrincado", acrescentam.

"Pathfinder" é divulgado a 3 de Fevereiro.

O álbum que sucede a "Agony", de 2011, foi misturado e masterizado por Stefano "Saul" Morabito e conta com o grafismo do britânico Colin Marks [Aborted, Kataklysm].

O baterista Francesco Paoli considerou este "o disco" dos Fleshgod Apocalypse e entende que representa "a combinação perfeita de todos os nossos pontos fortes e com a melhor produção que alguma vez tivemos".



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