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We Are The Damned assinam pela Lifeforce Records

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Os lisboetas We Are The Damned poderão ter dado um passo importante na sua internacionalização ao assinar pela germânica Lifeforce Records que conta actualmente no seu catálogo com nomes como Omnium Gatherum, Deadlock, Raunchy ou Nightrage e que no seu passado trabalhou com os Caliban, Trivium, Between The Buried And Me e Heaven Shall Burn.

"É com enorme prazer que hoje integramos uma editora prolífica nos últimos anos (...) e que continua até hoje a ser uma força no mundo do metal", declarou a banda de crust/punk.

O terceiro disco dos We Are The Damned intitula-se "Doomvirate" e chega ao mercado no final de Maio. A edição em vinil estará a cargo da Raging Planet pela mesma data.

Segundo a Lifeforce, "Doomvirate" apresenta uma "abordagem muito mais simples ao punk e metal, permitindo à banda atingir com precisão o seu objectivo... brutal, honesto e relevante". Trata-se ainda de um disco conceptual sobre os direitos humanos e a corrupção política, com a produção a ser conduzida pela banda e por Fernando Matias [Moonspell, Sinistro]. 

Em outras notícias, o quarteto confirmou a presença no Obscene Extreme Fest 2014 que se realiza na República Checa e que figura como um dos festivais mais extremos do mundo.

Os We Are The Damned contam com sete anos de existência nos quais editaram os álbuns "The Shape Of Hell To Come" (2008 - relançado em 2010 como "Ressurection Plague" com a voz de Ricardo Correia) e "Holy Beast" (2011). Para além disso, estão dois volumes de "Metal Classics" no formato EP, em 2009 e 2012. Hoje são formados por Paulo Lafaia [ex-Painstruck, Besta], Miguel Correia [Men Eater], Ricardo Correia [ex-TwentyInchBurial, ex-Painstruck] e Pedro Cobrado [If Lucy Fell, Men Eater, Besta].



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Atentado mudam de guitarrista

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O veterano colectivo lisboeta de punk/crust Atentado anunciou nas últimas horas a saída do guitarrista JP. São dois anos de colaboração que agora findam, com a banda a desejar as melhores felicidades ao ex-colega.

O seu lugar é agora preenchido por Paulo Maciel [ex-Namek, ex-Simbiose].

No dia 21 de Fevereiro os Atentado regressam aos palcos com actuação na sala portuense Almaemformol, no âmbito das Ruins Sessions Cult Nº II. Ao seu lado estarão os espanhóis Teething e os nacionais Misantropia.

Os Atentado lançaram a 24 de Janeiro o seu segundo disco, "Antagonist", também com edição em vinil através das editoras Agipunk, Ruins Records, Raging Planet e Grita o Muere.

O sucessor de "Paradox" é composto por onze faixas gravadas e misturadas por Fernando Matias [Moonspell, Bizarra Locomotiva, f.e.v.e.r.] no estúdio The Pentagon Audio Manufacturers, em Lisboa, e masterizadas por Brad Boatright [Nails, Tragedy] no estúdio Audiosiege, nos Estados Unidos. Pedro Carmo foi o nome requisitado para a concepção do artwork (abaixo).


Os Atentado formaram-se em 1991 das cinzas dos pioneiros grinders Atrofiados. Cessaram actividades sem um único concerto realizado e apenas o split "Doom/Selfish" editado. Regressaram em 2011 pelas mãos do baixista Pedro do Vale para lançarem "Paradox" pela Raging Planet.

Abaixo é possível ouvir as novas faixas "Trapped" e "Money God".




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Vallenfyre: projecto de Greg Mackintosh [Paradise Lost] já grava novo disco

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"Splinters" é o título do segundo disco do "super-grupo" liderado por Gregor Mackintosh [Paradise Lost], Vallenfyre. Nesta altura, o guitarrista encontra-se com os seus companheiros (oriundos de bandas como My Dying Bride, At The Gates e Doom] no GodCity Studio, nos Estados Unidos, a trabalhar com o produtor Kurt Ballou [Converge, Black Breath, Nails]. A edição de "Splinters" está agendada para Abril pela Century Media. 

Entretanto, Mackintosh já destacou os métodos tradicionais de Kurt, afiançado que não serão utilizados triggers ou samples.

Os Vallenfyre formaram-se em 2011, ano em que se estrearam com o EP "Desecration" e o álbum "A Fragile King". Nas palavras de Mackintosh, o pressuposto deste projecto é homenagear as suas raízes no death metal, para além de ser uma nova experiência sendo que é a primeira vez que assume o papel de vocalista num disco. 

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Bent Sea: grindcore com elementos dos Soilwork, Aborted e Napalm Death em split em Dezembro

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A Selfmadegod Records edita no início de Dezembro um split com os suecos Usurpress e Bent Sea. No primeiro caso são três os temas inéditos e no segundo oito.

Os Usurpress sugerem uma mistura de d-beat/crust com o death metal típico do seu país, enquanto os Bent Sea, formado por figuras tão ilustres como Dirk Verbeuren [Soilwork], Sven De Caluwe [Aborted] e Shawn Embury [Napalm Death], homenageiam as raízes do grindcore, embora as suas influências também contemplem os Godflesh, Black Lung, Scorn e Endvra.

Entretanto, encontram-se já disponíveis para escuta as faixas "Fashion Victims" e "City Of The Nomads" dos Bent Sea e Usurpress respectivamente.



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Boikote Kapitalista apresentam primeiro tema «Tasco»

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O colectivo de crust/punk Boikote Kapitalista editou recentemente um lyric video para "Tasco". Este tema corresponde ao primeiro registo gravado pela jovem banda de Santa Maria da Feira.  

"Inicialmente, o projecto começou por se chamar Tumul(t)o, mas um dia o baixista, depois de uma noite atribulada com muito álcool, pensou seriamente em alterar o nome para Boikote Kapitalista", explicou o trio em entrevista recente ao Underground's Voice. Referem na mesma entrevista que "a essência da banda rege-se pelo rock'n'roll puro e duro" e com isso pretendem "rejuvenescer o underground do crust punk português".

Sobre o tema "Tasco", os Boikote Kapitalista, com apenas dois meses de existência, explicam que a sua narrativa é uma homenagem ao espaço fictício que frequentam com amigos, no intuito de "desaprender e beber copos até mais não".

Para o futuro ficou a promessa de novos temas "mais sérios e rápidos" que já estão a ser trabalhados e nos quais, segundo a banda, contarão com a colaboração de lendas do crust punk português e internacional.



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Atentado: faixa e capa de novo álbum divulgados

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O veterano colectivo lisboeta de punk/crust Atentado divulgou recentemente um dos temas do seu futuro trabalho discográfico. Trata-se de "Money God" e estará disponível no álbum "Antagonist" no final do ano, em vinil pela Ruins Records e em CD pela Raging Planet.

O sucessor de "Paradox" é composto por onze faixas gravadas e misturadas por Fernando Matias [Moonspell, Bizarra Locomotiva, f.e.v.e.r.] no estúdio The Pentagon Audio Manufacturers, em Lisboa, e masterizadas por Brad Boatright [Nails, Tragedy] no estúdio Audiosiege, nos Estados Unidos. Pedro Carmo foi o nome requisitado para a concepção do artwork (abaixo).

Abaixo é possível ouvir também a faixa "Trapped", divulgada em Setembro.




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Fotogaleria - Hellshock / Dementia 13 / Estado de Sítio / Misantropia - 29.09.13 - Hard Club, Porto

Fotografia: Renata Lino 


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Hellshock / Dementia 13 / Estado de Sítio / Misantropia
29.09.13 - Hard Club, Porto

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A Ruins Records reuniu quatro bandas distintas para fazer uma festa de sonoridade extrema – o crust dos Misantropia, o punk/hardcore dos Estado de Sítio, o death metal old school dos Dementia 13 e a mistura de death com hardcore dos norte-americanos Hellshock.

O relógio marcava alguns minutos depois das 17h30 quando os MISANTROPIA começaram a tocar “Butterfly Disease”. O público não era muito, mas para um domingo à tarde até nem estava assim tão fraco. Notava-se algum nervosismo por parte da vocalista Pepper , mas ao fim de duas ou três músicas já parecia mais à vontade. O mesmo com os restantes músicos, que a determinada altura cometeram um erro, uma das músicas sofrendo “um soluço”, mas logo contornaram a situação sem alarido, mostrando um autocontrolo profissional.

Mesmo sem mosh, a reacção do público foi positiva a esta jovem banda (têm pouco mais de dois anos). Temas como “Ode ao Nojo”, “Grind Down White Pride” ou “Animas Ingratos” foram bem recebidos com berros, aplausos e abanar de cabeças em meia hora de puro crust/grind.

Sem grandes demoras, seguiram-se os veteranos aveirenses ESTADO DE SÍTIO. Os temas de abertura foram “Divina Miséria” e “Liberdade Controlada”, e o título desta traduziu exactamente o contrário da actuação da banda – hardcore desenfreado do princípio ao fim.

Aquecidos pelos Misantropia, e entretanto já em maior número, os presentes já se mexeram mais, embora o mosh continuasse inexistente. Nem invasão de palco, embora a banda tenha tocado essa música mais para o final. Outros temas que se puderam ouvir foram “Heróis Sem Pátria”, “Renego Ao Senhor” e “Olho Por Olho”, num alinhamento que terminou com “Mundo Perdido” e “Álcool”. Um bom concerto que merecia um bocadinho mais de movimento por quem lá estava e adesão por quem faltou.

Embora algo deslocados em termos de estilo musical, os DEMENTIA 13 convenceram mesmo aqueles fora do grupo de fãs que estava lá para apoiá-los. Começando com “The Damned, The Dead And The Demented”, uma música que não faz parte do EP de estreia “Tales For The Carnivorous” mas que têm vindo a tocar ao vivo, a qualidade da banda revelou-se indiscutível. A experiência também pesa – embora formados no final de 2010, não esqueçamos que todos os elementos andam há anos neste meio  – e foi precisamente este traquejo que lhes permitiu dar semelhante concerto, depois de um outro em Castelo Branco na noite anterior. O guitarrista Álvaro confessou que estavam “todos rotos”, mas a verdade é que não se notava. E também foi ele que mais tarde lembrou que “ainda eram do tempo” em que se fazia aquele tipo de concerto, com death, thrash, grind, tudo à mistura.

Dedicaram a todos os presentes – bandas incluídas – a cover dos Gangrena “Nuclear Blast” e terminaram com o tema para o qual fizeram um vídeo recentemente, “Brotherhood Of The Flesh”.

“Boa noite. We are HELLSHOCK from Portland, Oregon” disse o vocalista Joel antes da banda meio-crust, meio-death começar a tocar “Darkness Will Endure”. A maioria das pessoas estava ainda a apanhar ar, pelo que Joel repetiria o cumprimento no final do segundo tema, “Low Men In Yellow Cloaks”, depois de ter saltado para a plateia (“feels much better now”, desabafa), onde ficou até ao final do concerto, rodeado pelo público. Este, apreciando a proximidade de Joel, mexeu-se mais entusiasticamente, embora fosse claro que muitos não conheciam o trabalho da banda.

Joel apresentou “The Masquerade” como uma música antiga (“you might know this one”, tentou), embora as músicas mais recentes tivessem quatro anos.

A banda retirou-se para o camarim após “Stray” – deixando Joel para trás, de cócoras no meio do púbico – voltando para um encore que o vocalista anunciara ser de dois temas, mas que acabou por ter mais: “Dead Lights”, “Enemy Within” e “Olympus” - esta sim antiga, da primeira demo “Ghosts Of The Past”, de 2001.

Venham mais matinés destas. Mas sabia bem não ter que ouvir-se a expressão “poucos mas bons” relativamente ao público.

Texto e fotografia: Renata Lino

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Hellshock: crusters norte-americanos visitam Lisboa e Porto este mês



A 28 e 29 de Setembro, os norte-americanos Hellshock encabeçam uma noite dedicada ao punk/crust no Mob, em Lisboa, e no Hard Club, no Porto, respectivamente. O grupo sediado em Portland conta com treze anos de experiência e três discos editados, sendo o mais recente "They Wait For You Still", de 2009.

Na primeira data, serão bandas de abertura os Atentado, Alchemist e Nightshift, e, na segunda, os Dementia 13, Estado de Sítio e Misantropia.   

O bilhete para cada noite custa 6 euros.  

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Aggrenation: projecto sueco com vocalista luso em digressão por Portugal na próxima semana

Os suecos Aggrenation vão estar em Portugal para uma mini-digressão entre os dias 25 e 28 de Abril. A banda inicia o seu périplo nacional no Dirty Crown Fest, nas Caldas da Rainha, seguindo depois para o Side B, em Benavente, antes de participar no SWR Barroselas Metalfest XV. A rota termina no Metalpoint, no Porto.

Os Aggrenation formaram-se em 2009 em Gotemburgo e definem-se como uma mistura de death/thrash metal com crust/d-beat punk. Uma das particularidades deste projecto é ter na voz e baixo o português Jonte.

Até ao momento editaram um split de 12' com os Nulla Osta e já trabalham no seu primeiro longa-duração. 

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Review - Bingo - “Ett grindslagsmål i 2 delar”

BINGO 
“Ett grindslagsmål i 2 delar”
[CD - Discouraged Records]

Apesar de não ser um nome propriamente convencional para uma banda, a verdade é que existe mais do que uma chamada Bingo. A que apresentamos aqui existe há quase dez anos – embora tenha estado inactiva parte deles – e mesmo que o título do álbum indique que tocam grind, é seguro dizer que estes suecos estão na fronteira do grindcore com o crust punk.

“Ett grindslagsmål i 2 delar” (“uma luta grind em duas partes”) reúne as gravações de 2006 e 2008 que os Bingo fizeram, numa tentativa de editar o seu álbum de estreia, mas que só agora, depois de despertado o interesse da Discouraged Records, foi possível realizar.

Os elementos anarcho-punk e hardcore, tipicamente crust, são notórios em temas como “Saker som är fel och dåligt” (“coisas que são erradas e más”), “En cirkus där folk dör” (“um circo onde morrem pessoas”) ou “Bingo terrorforce”. “Politik är inte roligt” (“a política não tem piada”), “Grind mot Reindfelt” (“grind contra Reindfelt”) ou “Ålidhem” (nome de uma zona residencial em Umeå, cidade natal da banda) tendem mais para os sons extremos do grindcore. Se bem que Gerda Berglund e Anders Nordberg, cada um à sua maneira – ela com os seus gritos estridentes e ele com os seus fortes guturais – dão a todos os temas um toque extremo, sendo nos instrumentos – ou mais coesos e pesados, ou mais soltos e vivos – que se pode fazer a distinção entre a predominância crust ou grind. Uma coisa podemos afirmar – em duração, os temas “encaixam” na segunda categoria, uma vez que com a rara excepção de “Gröna vågen är förbi” (“as ondas verdes acabaram”), com 2:24 minutos, todos os outros variam entre os 0:39 e os 1:40.

“Ett grindslagsmål i 2 delar” é uma dose dupla de brutalidade servida sem qualquer cerimónia em “23 músicas em 25 minutos e 29 segundos”. [7/10] R.L.

Data de lançamento: 30 de Novembro de 2012
Nota de estúdio: ambas as partes gravadas nos Dead End Studios em Umeå (Suécia) e produzidas por Erik “Eken” Lindbergh. A primeira parte (temas de 2006) remasterizada por Sven Engdahl nos Borglab Studios em Estocolmo (Suécia).
Estilo: grindcore/crust punk
Origem: Umeå (Suécia)
Formação: 2004

Alinhamento:
1. “För varje obetald fackavgift dör en av dina kompisar” (1:38)
2. “Nicolaigården” (0:44)
3. “Saker som är fel och dåligt” (0:39)
4. “Klipp av dig dreadsen å sluta hångla” (1:07)
5. “En cirkus där folk dör” (1:11)
6. “Jag klarar mig bra utan B12” (1:11)
7. “Mycket snack men ingen verkstad” (1:28)
8. “Folk som vi hatar” (1:10)
9. “Jag ville hångla men började slåss” (1:07)
10. “Pengar styr allt (utom power violence)” (0:56)
11. “Gröna vågen är förbi” (2:24)
12. “Välkommen” (0:13)
13. “Du kan ta din moralistiska individualism och dra åt helvete” (0:58)
14. “Chefen köpte en öl till mig” (1:03)
15. “Politik är inte roligt” (0:40)
16. “Ålidhem” (1:08)
17. “Söndag 8 Juni” (0:45)
18. “Istället for musik – organisering” (1:17)
19. “Det är någon du känner” (1:10)
20. “Grind mot Reindfelt” (1:02)
21. “Det handlar inte om inställning” (0:58)
22. “Bingo terrorforce” (1:40)
23. “Cancersvulst kan du va själv” (1:03)
Duração: 25:29

Elementos:
- Gerda Berglund  (voz)
- Anders Nordberg (voz)
- Ivan Hermansson (baixo)
- Petter Karlsson (baixo)
- Johan Larsson (guitarras)
- Anders Inga (bateria)

Discografia:
- “Ett grindslagsmål i 2 delar” (CD – 2012)



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Confusão no reino Amebix: comunicado dá por finda a banda, mas alguns elementos dizem desconhecer decisão

Rob Miller, vocalista/baixista dos lendários Amebix, assinou hoje um comunicado em que dá por encerrada a actividade dos, para muitos considerados, criadores do crust/punk.

Contudo, o assunto tem gerado enorme polémica nas últimas horas (conferível no Facebook da banda e da sua promotora Catharsis PR), uma vez que aparentemente Rob Miller terá  tomado a decisão sem o consentimento do seu irmão e guitarrista Chris "Stig" Miller.

"Stig", que alegadamente gere a conta do Facebook da banda, diz não ter conhecimento do assunto e nem mesmo o site da banda confirma a decisão. Percorrendo os comentários no Facebook da Catharsis PR é possível depreender que existe um conflito interno e que a decisão terá sido unilateral. Por seu lado, a Catharsis PR garante que o comunicado é real e lhe foi enviado, como habitualmente, pelo contacto de Rob Miller.

"Para meu profundo pesar, os Amebix chegaram a um ponto em que já não é possível continuar como banda," escreveu Miller, sublinhando que nos últimos cinco anos estiveram envolvidos num "processo de ressurreição" em que se regista a edição de "Sonic Mass", o primeiro álbum desde 1987.

"A esperança era apoiar o disco em digressões e levar a nossa música a um público maior, mas existem factores relativos à dinâmica da banda que não o permite no futuro. Pessoalmente, sinto-me muito desapontado, o que me levou a tomar esta decisão. Os Amebix são uma criação minha e do meu irmão 'Stig'. Com ambos ausentes, não existe mais Amebix," argumentou.

Miller informou ainda que está a trabalhar em novo material com o baterista Roy Mayorga, de forma a dar continuidade ao legado do grupo mas sob outra designação. 

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Miss Cadaver disponibilizam compilação gratuita

O grupo de punk/crust nacional Miss Cadaver acaba de disponibilizar para download gratuito a compilação "Música para o Funeral de um País e do Mundo". Trata-se da conjugação do melhor das suas duas demo-tapes ("Miss Cadaver" e "Morte ao Fado") e EP ("Mákinas & Cadáveres), lançados desde 2010.

As cópias físicas estão limitadas a 23 unidades .

Para 2013, está já agendado o lançamento de um novo EP, "Guerrilla Punk", e a participação num tributo nacional aos britânicos Doom.

Faça download de "Música para o Funeral de um País e do Mundo" aqui



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