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Zymosis: doze anos de carreira e novo tema para escuta



O colectivo açoriano de black metal Zymosis divulgou hoje para escuta o single “Obsessed To Kill, Possessed To Destroy”. Este tema, integralmente produzido por Telmo Benevides [WeParasites], constará de um novo registo a editar brevemente e serve ainda para celebrar os doze anos de carreira da banda de São Miguel.

Os Zymosis regressam assim às edições, sete anos depois do DVD/CD "Puritanical Live War". Antes, haviam editado as demos “Disharmonical Symphony Of Black Dimensions”, em 2004, e “Welcome To The Devil’s Lair – Live Beside The Church”, em 2003.

No início de 2012, os Zymosis garantiram que estariam dispostos a seguir novo rumo musical depois de várias remodelações na sua formação (nomeadamente os regressos de Bruno Carreiro e Bruno Dias, dois dos seus membros originais). Esse mesmo rumo prevê-se mais extremo e acompanhado de uma nova imagem.  


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Zymosis: novo single lançado em breve


O colectivo de black metal açoriano Zymosis anunciou ontem o término das gravações de um novo single. Avançam ainda que o seu lançamento estará para breve.

As gravações terão decorrido a partir de meados de Junho em local e com produtor ainda não revelados.

O lançamento deste registo estava inicialmente previsto para 2012, mas dificuldades financeiras adiaram o objectivo. Este é, de resto, o primeiro lançamento da banda desde o DVD "Puritanical Live War", de 2006.

No início de 2012, o grupo de São Miguel afirmou que estaria disposto a seguir um novo rumo musical depois de várias remodelações na sua formação (nomeadamente os regressos de Bruno Carreiro e Bruno Dias, dois dos seus elementos originais). Esse mesmo rumo seria mais extremo e acompanhado de uma nova imagem.  

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Zymosis em estúdio a preparar novo lançamento


Goradas as expectativas o ano passado para a gravação de um single, os açorianos Zymosis anunciaram que estão finalmente a consumar esse objectivo. No passado fim-de-semana a banda disse no seu Facebook estar já em estúdio e que o lançamento de um novo tema estará para breve. 

Desconhece-se, no entanto, qualquer outro pormenor sobre o local da gravação e o produtor.

Remontando ao início de 2012, o grupo de black metal oriundo de São Miguel referiu que estariam dispostos a seguir um novo rumo musical depois de várias remodelações na sua formação (nomeadamente os regressos de Bruno Carreiro e Bruno Dias, dois elementos originais). Esse mesmo rumo seria mais extremo e seria acompanhado de uma nova imagem. 

A banda cumpriu a sua mais recente actuação no dia 17 de Maio no Roquefest sobre a qual foram publicados vários vídeos no seu Facebook.  

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Roquefest 2013: primeiras entrevistas num exclusivo SounD(/)ZonE

Na última semana a SounD(/)ZonE tem levado a cabo uma série de entrevistas inseridas no especial Roquefest 2013, festival que volta a ser realizado seis anos depois nos Açores. Será nos dias 16, 17 e 18 de Maio que os Passos Pesados, Fallen, Sanctus Nosferatu, Zymosis, Summoned Hell, Anomally, WeParasites e From Fire We Rise vão subir ao palco do Largo do Poço Velho, em São Roque (São Miguel).

Até ao momento é possível ficar a saber mais sobre os WeParasites, Zymosis e From Fire We Rise. Clique nos links abaixo para ler:


Mais entrevistas serão publicadas aleatoriamente até à data do evento.

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Entrevista - Zymosis (Especial Roquefest)

O QUE NÃO ME MATA, TORNA-ME MAIS FORTE
"Esta é uma nova etapa no nosso percurso"

São outro dos maiores casos de perseverança musical por terras açorianas. Nem mesmo o extremismo da sua imagem e sonoridade os fez abrandar num território menos propício ao black metal. Tão pouco as mudanças de formação os fez definhar, e aí estão os Zymosis de novo a todo o gás e muito próximos da sua formação original. Com isto, e sobretudo a abolição das teclas, o grupo promete entrar num trilho sonoro mais árido e agressivo. Rui Arruda, guitarrista e fundador, não esconde que estão a tentar escrever um novo capítulo na sua carreira e no dia 17 de Maio, no Roquefest, terão oportunidade de provar isso mesmo

De há sensivelmente um ano para cá, os Zymosis têm vivido uma espécie de restruturação que os fez regressar quase à formação original. Para além disso, excluíram os teclados. Este é, portanto, um capítulo novo na carreira da banda ou apenas um regresso ao passado?
Esta é uma nova etapa no percurso dos Zymosis e que veio reforçar a formação da banda, procurando explorar outras vertentes e estilos musicais. Tal fez também com que regressássemos um pouco às origens do black metal, mas adicionando o nosso próprio gosto.

Em 2012 estava agendado o lançamento de um single, o que acabou por não se verificar. Porquê?
Infelizmente, acabou por não acontecer devido a grande falta de verbas.

Igualmente sublinharam que a sonoridade da banda estaria doravante "mais extrema". Porquê a opção e mais detalhadamente o que mudou?
Uma das razões principais foi  termos perdido o teclas, optando assim por não utilizá-las mais. Assim, seguimos outras influências. Também a perda do vocalista foi uma das principais razões para termos optado por um rumo musical mais extremo.

Uma banda com onze anos de carreira nos Açores já a torna quase veterana e uma autêntica sobrevivente. Entretanto, também já viram muitas bandas aparecerem e desaparecerem e o cenário de peso a mudar significativamente. Em que pontos principais acha que hoje em dia é diferente de 2001?
A experiência dos próprios músicos faz com que trabalhemos de forma diferente de há onze anos atrás. Talvez seja esta a principal razão da longevidade da banda. Hoje é mais fácil construir um projecto mas também muito mais difícil agradar o público. Actualmente, quando uma banda dá um concerto nota-se que há mais público apenas a ver e a ouvir do que a curtir o concerto em si.

É inevitável não pedir um comentário sobre a difícil fase que atravessa o metal açoriano. A crise agravou a sua expansão, mas a verdade é que para um estilo tão específico num mercado ínfimo, tal pode ter consequências irreversíveis. Como se sentem neste momento em relação ao presente e ao futuro do género no arquipélago?
Todos sabemos que o metal nos Açores nunca foi um meio de sobrevivência e achamos que nunca vai ser. Apenas tocamos por amor à camisola.

O que acham que provocou este distanciamento entre bandas, promotores e público ligados ao metal? De notar que a maioria dos músicos deste género começou a procurar refúgio nas covers, os promotores acomodaram-se a esse tipo de oferta e uma nova geração de público poderá estar simplesmente a habituar-se a viver sem ele. Quem são, no fundo, os responsáveis por esta situação e como acha que é possível revertê-la?
Um dos principais causadores do distanciamento é a falta de eventos ligados ao metal. Quanto ao reverter esta situação, talvez havendo mais promoção fora dos Açores. Iriam surgir oportunidades  e  haver muitas bandas a vingar no metal.

Inclusive, os Zymosis sempre tiveram uma relação muito estreita com o Roquefest, até porque são naturais de São Roque e têm membros envolvidos na organização. Como é erguer um festival deste género em pleno momento de crise financeira e depressão de valores?
É muito difícil montar um evento deste calibre, mas com a boa vontade e dedicação vimos demostrar que tudo é possível, mesmo nos dias que correm.

Jogando em "casa" e sendo que os concertos não abundam nos Açores, o que podemos esperar dos Zymosis no dia 17 de Maio?
Em primeiro, gostaríamos que a casa estivesse cheia e que todos apoiassem as bandas açorianas. Quanto aos Zymosis, daremos o nosso melhor em prol do metal.

Depois disso, começarão seriamente a pensar num longa-duração ou este objectivo continuará adiado?
Gostaríamos que isto se concretizasse o mais brevemente possível, mas tudo dependerá da situação financeira da banda.

Lembro-me de há largos anos mencionarem que um dos vossos sonhos era actuar na Noruega, terra de forte expressão no black metal? Hoje em dia ainda pensam nisso ou sequer em tocar no estrangeiro?
Nunca nos desligamos dos nossos sonhos, mas, como sabem, para isso é preciso muito trabalho, dedicação e dinheiro.

Nuno Costa
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Roquefest: festival açoriano regressa em 2013

Seis anos depois o festival Roquefest está de volta à ilha de São Miguel. A informação foi veiculada nas últimas horas através das redes sociais.

"O festival Roquefest está de volta. Mais notícias disponíveis brevemente", lê-se no Facebook do evento. Também afiançada ficou a publicação de entrevistas com todas a bandas em cartaz nos próximos sábados. 

De momento, não é ainda possível saber nenhum dos artistas do cartaz nem a data de realização do evento.

O Roquefest teve a sua primeira edição em 2005 com especial destaque para as presenças dos madeirenses Requiem Laus e dos lisboetas Sick Souls. Actuaram ainda os Psy Enemy, In Peccatum, Zymosis, Blasphemy, Septic Miracle e Reborn. O festival regressaria dois anos depois à freguesia de São Roque com actuações dos Psy Enemy, Zymosis, Morbid Death, Ebony, Hiffen e dos vimaranenses The SymphOnyx. 

Recorde as duas edições do festival:

ROQUEFEST 2005

ROQUEFEST 2007

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Crossfaith e Zymosis ao vivo este mês na Lagoa

Os Crossfaith e os Zymosis actuam no dia 15 de Dezembro no Club House Night Rock, na Lagoa (São Miguel), num evento promovido pelos Grave Diggers MC.

O início dos espectáculos está agendado para as 20h00 e a entrada é livre.

Os hard rockers Crossfaith lançaram recentemente o single "Angel Song" e trabalham no sucessor de "Mixed Emotional", EP editado em 2009.

Os Zymosis regressaram este ano com dois dos seus elementos fundadores e planeiam a edição de um single para breve. Segundo a banda, a sua sonoridade seguirá agora "um caminho mais extremo".  


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Sanctus Nosferatu: «Samca» ao vivo dia 29

No dia 29 de Setembro (sábado) os açorianos Sanctus Nosferatu apresentam oficialmente o seu álbum de estreia no Evolution Pub, na vila das Capelas, ilha de São Miguel. "Samca" foi editado de forma independente a 31 de Maio e é composto por nove faixas que fundem death, black e thrash metal com voz feminina.

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Zymosis «mais extremos» lançam single este ano

São já um dos nomes mais antigos ainda em actividade na superfície mais dura do metal açoriano. Os Zymosis, banda de black metal formada em 2001 em São Miguel, pretendem agora dar um novo rumo à sua carreira depois de uns dois últimos anos remetidos ao silêncio, em virtude de várias remodelações internas.

Neste momento, o grupo saúda o regresso de Bruno Carreiro (guitarrista, ex-Hatin’ Wheeler) e Bruno Dias (baixista), dois elementos da formação original. “Por motivos pessoais”, os Zymosis registam ainda a saída de Hélder Medeiros, vocalista de longa data, e a entrada de Ruben “Krpan” Costa (ex-Duhkrista, Askara), uma das vozes mais “temíveis” de cena de peso local.

O guitarrista Rui Arruda confessou à SoundZone que “com este novo line-up, a banda iniciou outro caminho em direcção à vertente mais extrema do metal e a uma nova imagem”. Ficou ainda a promessa de “trabalhar arduamente num dos primeiros objectivos que consiste em gravar e lançar um single este ano”.

A formação dos Zymosis fica completa com o baterista Flávio Medeiros.

Em termos discográficos, a banda lançou as demos “Welcome To The Devil’s Lair – Live Beside The Church”, em 2003, e “Disharmonical Symphony Of Black Dimensions”, em 2004, para além de um DVD ao vivo, “Puritanical Live War”, em 2006.
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