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The Gathering: «Echoes Keep Growing» para escuta



Foi divulgado hoje "Echoes Keep Growing", faixa do novo disco dos The Gathering. "Afterwords"estará no mercado este mês, em data a designar. 

O sucessor de "Disclosure", de 2012, contém três temas do recente EP "Afterlights", dois remakes de "Disclosure", três temas inéditos e uma versão de "Areas". Bart Smits, vocalista original do grupo, marca presença no tema-título. "Afterlights" conta ainda com a participação especial do trompetista Noel Hofman.


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The Gathering: título e data de lançamento de novo disco divulgados


Os The Gathering editam um novo álbum em Setembro sob o título "Afterwords". Este possui ligação com o EP "Afterlights", de 2012, através de três temas em comum. No entanto, há mais três temas inéditos, dois remakes do álbum "Disclosure", de 2012, e um versão de "Areas". Já no tema-título o grupo multinacional conta com a participação do seu vocalista fundador, Bart Smits.

Os The Gathering estarão na estrada em Novembro, altura em que a vocalista Silje Wergeland fará a sua estreia na Noruega, seu país natal.

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Anneke Van Giersbergen [ex-The Gathering] actua na Maré de Agosto nos Açores

 
A holandesa Anneke Van Giersbergen [ex-The Gathering] vai estar no dia 24 de Agosto na 29ª edição do festival Maré de Agosto que se realiza na Praia Formosa, ilha de Santa Maria (Açores). A data insere-se na digressão de promoção a "Drive", seu quinto disco a solo, que é lançado a 27 de Setembro pela InsideOutMusic.

Os bilhetes estão disponíveis no local a 10 euros (para sócios da Associação Maré de Agosto) ou 20 euros (não-sócios). Mais informações em www.maredeagosto.com

Abaixo é possível ver um excerto do making of de "Drive". 



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Anneke Van Giersbergen: lançamento de novo álbum a solo anunciado


Outrora grande figura dos The Gathering, Anneke Van Giersbergen está de volta a solo com "Drive" a 27 de Setembro. Ainda antes disso, a 27 de Agosto, será editado um primeiro single.

Este será já o quarto longa-duração em nome próprio da vocalista holandesa. O anterior "Everything Is Changing" foi gravado nos Ultrasound Studios, em Braga, por Daniel Cardoso [Anathema, Angelus Apatrida, Switchtense].

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Universal Theory: contracto discográfico e álbum de estreia em Maio

Os goth rockers espanhóis Universal Theory assinaram pela Metal Hell Records para o lançamento do seu álbum de estreia, "Mystery Timeline", em Maio próximo.

Os Universal Theory são um duo composto por Jesus Pinilla e María José Martos e que define a sua sonoridade como um cruzamento de rock gótico com nuances atmosféricas e psicadélicas, e aconselhado a fãs dos The Gathering, Tiamat, Anathema e Type O Negative.

"Mystery Timeline" terá também edição em vinil no final do ano. 

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The Gathering voltam aos discos no final do Verão

Está muito próximo da conclusão o décimo longa-duração do veterano grupo holandês de rock alternativo The Gathering. O sucessor de “West Pole” (2009) tem lançamento agendado para o final do Verão novamente pela própria editora da banda, a Psychonaut Records.

No final de Maio é editado um single que se junta ao tema “Heroes For Ghosts”, editado o ano passado para download gratuito e que teve também direito a um videoclip (ver abaixo), no alinhamento para o seu novo álbum.

Este será também o segundo registo com a vocalista Silje Wergeland que substituiu Anneke van Giersbergen após a sua saída em 2007.

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Vagos Open Air 2009
07-08.08.09 - Lagoa de Calvão, Vagos

O Vagos Open Air é o resultado da parceria entre a Prime Artists e a Ophiusa Eventos que anteriormente organizaram o Alliance Fest e o In Ria Rocks. Agora na Lagoa do Calvão, na vila aveirense, as promotoras disponibilizaram as melhores condições possíveis para quem se deslocou ao festival; as indispensáveis casas-de-banho, área de comes-e-bebes, tenda de merchandise, etc. Apadrinhando esta primeira edição do Vagos Open Air, a SounD(/)ZonE esteve presente, falhando, infelizmente, algumas actuações no primeiro dia devido ao trânsito e à inconveniente hora do seu início [16h00], a que os compromissos profissionais não deixaram corresponder. Ainda assim, aqui fica um olhar amplo sobre o que se passou nestes dois dias de celebração metaleira.

Os KATATONIA, banda liderada por Jonas Renkse baseou a sua actuação no álbum “The Great Cold Distance”. Em destaque estiveram temas como “Dead House”, “My Twin”, “Evidence”, bem como composições do seu mais recente trabalho, “Night Is The New Day” a lançar em Outubro próximo. Em palco podemos testemunhar um vocalista mais comunicativo do que o habitual, mas nunca perdendo a concentração naquilo que estava a fazer. A mística e toda uma atmosfera de encanto e beleza estiveram presentes. Um bom espectáculo.

Este foi o primeiro o concerto dos holandeses THE GATHERING em Portugal com a vocalista Silje Wergland. A magia das músicas do grupo mantém-se bem presente e a sucessora de Anneke Van Giersbergen é detentora de uma bela voz, de timbre muito próximo do da antiga “cara de proa” da banda. Contudo, existe um aspecto em que são muito diferentes – na presença em palco. A dado momento, durante o concerto, Silje olha para a lua e pede que a fotografem e lha mandem por e-mail. Confessou que nunca tinha visto uma lua cheia tão bonita. Para além do peculiar do momento, serviu bem para aliviar um pouco a tensão face à sua estreia em solo português. Entretanto, “Saturnine” foi o ponto alto do concerto, com um público a acompanhar a letra com entusiasmo. Em suma, foi uma boa prestação da banda neste primeiro capítulo do Vagos Open Air, mas uma coisa manchou um pouco o quadro: a fraca adesão de público. À medida que o concerto se ia desenrolando notava-se que muitas pessoas iam abandonando o recinto, quem sabe pela falta daquilo a que Anneke nos havia habituado – uma garra e um amor ao cantar inconfundíveis. Ficamos a aguardar por novos trabalhos da banda… e quem sabe um novo rumo.

Num "dia dois" em que houve um acréscimo significativo de público, os ECHIDNA, de Vila Nova de Gaia, mostraram-se muito bem em palco, aproveitando a ocasião para dar por terminada a sua “No Lenience Tour” que suportou durante vários meses a estreia “Insidious Awakening”. Tratou-se de um concerto cheio de energia onde não faltou mosh. Os Echidna centraram o seu repertório, precisamente, no seu mais recente trabalho, do qual destacaram-se “Purifier” e “Ephemera”. O vocalista Pedro Fonseca esteve sempre muito comunicativo com a assistência, notando-se já que a banda arrasta consigo um número significativo de fãs. Um bom concerto para abrir este segundo dia em Vagos.

Os THEE ORAKLE, septeto de Vila Real, aproveitaram, mais uma vez, para dar a conhecer o seu primeiro longa-duração – “Metaphortime”. O contraste entre as vozes de Pedro e Mika funcionam na perfeição. O grupo tem bons músicos e bons temas, mas com o passar do concerto, começa a sentir-se algum desinteresse pelo que vem a seguir. Contudo, dentro do género que praticam, os Thee Orakle são uma banda que nos pode surpreender muito no futuro.

Os espanhóis DAWN OF TEARS revelaram-se uma agradável surpresa – um concerto que cativou toda a assistência. A cada música que terminava, notava-se no ar o público a pedir mais. Uma actuação pujante. O vocalista J. Trebol várias vezes agradeceu o apoio da audiência. Esta é uma banda que não tem contrato discográfico, apenas se dão a conhecer gratuitamente no Myspace. O seu visual levou também muita gente, que não os conhecia, a pensar que se tratavam de uma banda de Black Metal… Death Metal Sinfónico é, sim, o aplicativo mais correcto. Por vezes, os concertos de bandas menos conhecidas são os que nos proporcionam os momentos mais memoráveis de um festival… este contribuiu para isso!

Havia muita gente à espera da actuação dos CYNIC, que marcava também a primeira apresentação da lendária banda da Flórida em Portugal. Entretanto, sabia-se que algumas pessoas que estiveram em Vagos já os tinham visto em Vigo. A banda liderada por Paul Masvidal é composta por excelentes músicos que ofereceram uma actuação muito concentrada e determinada. Praticam um Rock Progressivo muito bem oleado.

E eis que chega a hora de uma das bandas mais aguardadas deste festival - os DARK TRANQUILLITY. Entre outros aspectos, destacamos desde logo a excelente actuação do vocalista Mikael Stanne. Ficou claro que não lhe pesa os já vinte anos de carreira. A banda sueca tocou temas como “Focus Shift”, “Final Resistance” e “The Treason Wall”. Curioso foi o momento em que o guitarrista deu o chamado grande “prego”, mas tiveram a humildade suficiente para perguntar ao público se queria que repetissem o tema. Uma excelente interacção entre Stanne e o público.

E para finalizar uma grande noite de um grande festival, estiveram em palco os poderosos AMON AMARTH. O seu Death Metal Melódico incendiou a plateia e levou-a ao rubro. Johan Hegg, com o seu corno viking à cintura, presenteou o público com “Twilight Of The Thunder Gods”, “Death In Fire”, “Victorious March” e “The Pursuit Of Vikings”, uma ementa composta tanto por temas recentes como por êxitos antigos. De notar que esta banda trouxe ao último dia do festival um grande número de fãs, onde se destacou a presença do pequenote Henrique “The Baby Rocker” que já segue os Amon Amarth com cerca de um anito de vida e o ano passado já marcou presença, ainda na barriga da mãe, num dos festivais que deu origem ao Vagos. O semblante do público em geral era de satisfação e já de alguma nostalgia. Sendo esta a primeira edição do Vagos Open Air, o balanço é muito positivo e esperamos que para o próximo ano este nos faça sentir em casa novamente.


Texto: Miguel Ribeiro
Foto: Paula Martins

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