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Primal Attack: divulgado vídeo de «Despise You All» com Hugo Andrade [Switchtense] na Chaos Tour


Os Primal Attack foram os representantes nacionais ontem no República da Música, em Lisboa, na Chaos Tour, organizada pelo famoso festival espanhol Resurrection Fest e que trouxe à capital os Napalm Death, Hatebreed e The Exploited.

A recordar o momento, foi divulgado um vídeo amador da interpretação de "Despise You All" dos autores de "Humans" com Hugo Andrade, vocalista dos Switchtense.

Os Primal Attack exploram uma fusão de thrash, groove metal e hardcore desde 2012. A primeira amostra surgiu no disco "Humans", em Julho de 2013, pela Hellxis Records. 



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Primal Attack na primeira parte de Napalm Death, Hatebreed e The Exploited


O República da Música, em Lisboa, recebe a 13 de Fevereiro a Tour Of Chaos 2014 que reúne referências incontornáveis do grind, punk e hardcore como os Hatebreed, The Exploited e Napalm Death. São seis datas ibéricas que contarão com os Primal Attack na paragem pela capital portuguesa.

"Vai ser uma experiência brutal e gostávamos de contar com todos vós para a tornar memorável", expressou o grupo de groove/thrash metal lisboeta no seu Facebook.

Os Primal Attack têm também já confirmadas datas em Viseu, Lousã, Albufeira e Grândola nos dias 6 e 7 de Dezembro e 17 e 18 de Janeiro, respectivamente.

Os Primal Attack formaram-se em 2012 e estrearam-se com o álbum "Humans" a 19 de Julho do presente ano pela Hellxis Records. O grupo conta na suas fileiras com o vocalista Pica [Seven Stitches], os guitarristas Tiago Câmara [Spoiled Fiction] e Miguel Tereso, o baixista Miguel Miranda e o baterista Miguel Ferreira.

Os Napalm Death são uma das grandes figuras deste espectáculo, com um peso irrefutável naquilo que se convencionou chamar grindcore (para muitos os próprios pais do género). Três décadas de carreira para revisitar nesta digressão, enquanto o grupo de Meriden já escreve o sucessor de "Utilitarian", de 2012.

Já os The Exploited marcaram a segunda vaga do punk britânico aquando da sua formação em 1980, tendo com o tempo injectando mais velocidade no seu hardcore/punk. O seu percurso tem sido marcado por muitas mudanças de formação, mas o vocalista Wattie Buchan tem sabido preservar a sua rebeldia inata até ao presente. Nos últimos meses têm estado empenhados na composição de um novo disco, algo que não acontece desde 2003, altura em que lançaram "Fuck The System".

Por seu lado, os Hatebreed são também uma das faces da segunda geração do movimento hardcore norte-americano, com o tempo a evidenciar o poder criativo e de influência do vocalista Jamey Jasta. Prestes a atingir os vinte anos de carreira, o quinteto de Connecticut traz bem fresco na memória o álbum "The Divinity Of Purpose", editado em Janeiro deste ano pela Nuclear Blast.

Mais informações aqui.



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Entrevista Primal Attack

ATAQUE FURTIVO
"Quem ouve 'Humans' percebe que é um conceito genuinamente diferente"

Repentismo, determinação e garra. Os Primal Attack mal ultrapassaram um ano de existência e já causam vibrações nos alicerces do underground nacional. O culpado é Miguel Tereso que, com o sangue da juventude ainda a fervilhar, atirou bem para o alto a fasquia do seu projecto com a colaboração de Pica [Seven Stitches], Tiago [Spoiled Fiction], Miranda e Mike. Ainda assim, é uma visão egocêntrica, mas não egoísta, e é dele que brota a contundência do thrash old school e o groove ensopado que o género trouxe nos anos 90, e que se ouve na estreia "Humans". Um ataque, no mínimo, inesperado.  

Com 21 anos, o Miguel acaba por ser parte de uma nova geração de músicos nacionais. Os Primal Attack são a sua primeira incursão pelo mundo do metal?
Estive envolvido em algumas bandas de covers e originais durante o meu percurso musical mas foram sempre projectos que nunca chegaram a crescer devido, especialmente, à localização onde me encontrava e dificuldade de arranjar concertos numa zona onde não há “tradição” para tal e onde o público é apenas constituído por um pequeno círculo de amigos.

Quais são as suas principais influências? Vê-se mais como solista ou o seu sonho é criar riffs tão memoráveis como os de... Dimebag Darrell, por exemplo?
As minhas influências são muito variadas. Tento manter a mente aberta a tudo, pois qualquer coisa pode inspirar-me para um riff, melodia, solo, etc.. Vejo-me mais como songwriter e produtor do que um virtuoso da guitarra, embora seja, obviamente, o meu instrumento de eleição e ao qual me dedico mais.

Como surge a ideia de criar os Primal Attack? Foi um esforço solitário ou o Pica entra no processo inicial? A pergunta leva-nos também para a questão: que contributo puderam dar os restantes elementos?
Os Primal Attack surgiram destes temas que fui escrevendo e gravando ao longo do tempo. Após ter as malhas solidificadas coloquei um anúncio na Internet ao qual o Pica respondeu. Depois de umas trocas de demos percebemos que queríamos avançar com o projecto. Nessa altura, comecei a produzir e a gravar o álbum no meu home studio e o Pica a escrever as letras criando também a linha vocal base. À medida que íamos avançando começámos a recrutar os restantes membros - o Tiago [Câmara] na segunda guitarra, o Miranda [Miguel] no baixo e, mais tarde, o Mike [Ferreira] na bateria. O contributo destes membros foi mais à base de ideias e pequenas modificações que fizemos aos temas durante os ensaios.

Dado o peso que tem na composição, a tendência é para os Primal Attack serem fruto de uma só mente, como um projecto a solo? Que benefícios e malefícios podem essa situação causar?
Naturalmente. No entanto, o Tiago e o Miranda têm mostrado interesse em contribuir também com malhas, às quais estou receptivo desde que se enquadre no conceito da banda.

"Humans" é um disco composto em pouco tempo, atendendo à data de formação da banda. É também um disco curto (34 minutos). Foi a vontade de ter rapidamente um trabalho no mercado ou as coisas seguiram a filosofia de que quantidade não é necessariamente qualidade?
O facto de já ter os temas prontos antes de formar a banda possibilitou uma maior rapidez no processo e o nosso objectivo era também ter algo para mostrar o mais rápido possível. Quantidade não é necessariamente qualidade e o álbum seguiu instintivamente essa filosofia.

Quando pensamos em thrash metal com groove e resquícios de hardcore pensamos também numa vaga enorme de bandas nacionais que tem surgido ultimamente. Isso é bom ou mau para os Primal Attack? De que forma se demarcam dos demais?
Penso que o nosso som é muito diferente da onda nacional que tem surgido nesse estilo. Apesar de nos identificarmos como thrash/groove não somos nem uma coisa nem outra e, como têm dito em várias reviews que temos recebido, quem ouve o álbum percebe imediatamente que é um conceito genuinamente diferente da recente e moderna trend do thrash, metalcore e NWOAHM. Não desliga totalmente destes estilos mas possui influências mais old school que se reflectem também a nível sónico e na produção.

Qual é o objectivo quando compõe para Primal Attack? Fazer música para causar alvoroço ao vivo ou há algo mais profundo na vossa mensagem musical e lírica?
Não penso dessa maneira. Quando componho vou tocando e improvisando até ter um riff, ideia ou conceito que me transmita algo e posteriormente desenvolvo o tema a partir daí. O groove é uma parte muito importante e que está sempre presente.

Por falar em mensagem, o que nos comunica "Humans"? Há uma necessidade particular de olharmos para o nosso ser nos tempos que correm, até porque o thrash sempre teve um lado interventivo?
Exacto. A mensagem foi maioritariamente concebida pela mente do nosso vocalista Pica. Tem um lado muito interventivo e explora profundamente o tema do ser humano nas suas diversas facetas e crenças, remetendo-nos para uma análise de nós mesmos e dos nossos actos nas mais variadas situações e estilos de vida.

A boa aceitação ao vosso disco e o contrato com a Hellxis Records faz-vos sonhar mais alto?
Acabou por acontecer tudo muito depressa, não acha? Qual é o estado de espírito que se vive dentro da banda?
Estamos muito confiantes no nosso trabalho, temos crescido incrivelmente rápido sempre com bom feedback, tanto nos concertos como acerca do álbum e ter a Hellxis do nosso lado eleva-nos despretensiosamente as expectativas.

Para uma banda jovem como a vossa, é importante neste momento vender discos ou propagar em abundância a vossa música pela Internet? A questão tem, obviamente, a ver com a pirataria. O que pensa do assunto?
Todos nós temos a perfeita noção de que não é isto que nos colocará o pão na mesa. Como tal, vender discos não é, de todo, uma grande prioridade. O principal objectivo é que a música chegue ao maior número de pessoas, tanto a nível nacional como internacional. A pirataria é algo que já não me aborrece de modo nenhum. Tornou-se algo inevitável para qualquer banda e só contribui para que a música chegue a mais sítios. Felizmente, há pessoas que fazem questão de apoiar a banda ao máximo e quando têm meios para isso compram o álbum, merch, etc..

As bandas nacionais acabam por enfrentar um duro teste de resistência atendendo ao mercado em que se inserem. Vêem-se a editar muitos discos? Muitas vezes as bandas ficam-se pelo entusiasmo inicial...
É verdade, não é nada fácil, especialmente para quem trabalha, estuda e/ou tem filhos. Acabam por não ter tempo para tudo e deixam inevitavelmente algo para trás. Dedicação e uma assombrosa força de vontade são talvez os termos-chave para aguentar o duro teste da realidade em que nos encontramos. Não penso muito nisso, concentro-me mais em fazer música sempre que posso, dar o maior número de concertos e assim levar a nossa música ao maior número de pessoas.

Tanto quanto se sabe, apenas o Pica mantém outro projecto. Mesmo assim, os Primal Attack passam a ser a prioridade de todos os seus elementos? Já conversaram sobre isso?
O Pica mantém outro projecto e o Mike também se inseriu recentemente num novo projecto. Até agora nunca tivemos problemas com os projectos paralelos e penso que não será um obstáculo no nosso percurso.

Do que lhe é possível confidenciar, como está o status dos Seven Stitches?
Os Seven Stitches, pelo que sei, encontram-se num estado adormecido. O Pica está a dedicar-se a Primal Attack e o "Bicho" e o Nelson criaram recentemente um projecto de grande qualidade que esteve presente na nossa festa de lançamento do álbum, os Kapitalistas Podridão [death metal] - check them out.

Em termos de agenda, já planeiam alguma incursão pelo estrangeiro? Sentem que já há condições para isso e, sobretudo, a possibilidade de acontecer?
Já tivemos algumas oportunidades de ir ao estrangeiro mas as condições ainda não se proporcionaram. Muito em breve poderá existir essa possibilidade. Por enquanto, planeamos abranger as várias zonas de norte a sul do país em concertos de apresentação do álbum.

Nuno Costa


Ler ainda:
Review: "Humans"


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Review - Primal Attack - "Humans"

PRIMAL ATTACK
"Humans"
[CD - Hellxis Records]

Com os Seven Stitches a viveram ainda na ressaca de "When The Hunter Becomes The Hunted", que já data de 2010, ainda que tenham oficializado a escrita de um sucessor em Abril do ano passado, o vocalista Pica parece não dar-se bem com tempos mortos e encetou um novo projecto idealizado pelo guitarrista Miguel Tereso. Daí surge, há cerca de um ano, aquela que pode facilmente traduzir-se numa das bandas mais rápidas a atingir a maturação em solo nacional, à semelhança do que tivemos com os Switchtense, Echidna, Revolution Within, W.A.K.O., entre outros. Para isso contaram ainda com o contributo do guitarrista Tiago Câmara [Spoiled Fiction], do baixista Miguel Miranda e do baterista Miguel Ferreira.

Mas o que provoca tal ebulição? À primeira vista, não se afastam muito do que tem sido a forte tendência interna: thrash metal moderno com forte cariz hardcore, embora esse último elemento não esteja aqui tão presente, sendo suplantado pelo groove típico de bandas como Pantera ou Machine Head.

Do ponto de vista da criatividade não há muito que possamos apontar neste disco. Ao invés, é a precisão da composição (muito desenvolta, ágil e conectada) que resulta num punhado de excelentes riffs e solos (Miguel Tereso poderá ser mesmo uma das maiores surpresas a sair do metal nacional recentemente no que toca à arte de manobrar a guitarra), confluindo para temas de enorme eficácia, sobretudo ao vivo. A relativa simplicidade de alguns riffs e cadências rítmicas são trunfo para essa mesma eficácia, ficando os refrões espampanantes relegados para segundo plano ("Time To Reset" é a faixa que fica mais perto desse efeito).

Apesar de marcos como "Safe And Strong" e "Strange Attraction" pela viralidade dos seus riffs, ou "No Respect" pelo arranque desenfreado da guitarra e uma dissonância a meio que nos remete para o universo de uns Voivod, "Humans" é um disco que vale pelo seu todo e que é capaz de surpreender pela coesão da interpretação, dos arranjos e da produção. Parece evidente que a banda está mais preocupada em criar música que cause estragos ao vivo do que inovar. Essa pode ser uma faca de dois gumes, já que os mais ávidos por algo refrescante poderão sair desiludidos, mas a coesão com que se apresentam, logo num disco de apresentação, faz dos Primal Attack uma das bandas a seguir de perto no plano doméstico. [7.8/10] N.C.


Data de lançamento: 19 de Julho de 2013
Nota de estúdio: não disponível
Estilo: thrash/groove/hardcore
Origem: Lisboa (Portugal)
Formação: 2012

Alinhamento:
1. "Safe And Strong" (4:36)
2. "Strange Attraction" (4:23)
3. "Despise You All" (5:04)
4. "Not Enough" (3:08)
5. "Time To Reset" (4:30)
6. "Mindwalker" (3:57)
7. "No Respect" (4:57)
8. "Road To Nowhere" (3:32)
Duração: 34 minutos

Elementos:
- Pica (voz)
- Miguel Tereso (guitarra)
- Tiago Câmara (guitarra)
- Miguel Miranda (baixo)
- Miguel Ferreira (bateria)

Discografia:
- "Humans" (CD - 2013)


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Primal Attack: «No Respect» disponível para escuta



Os Primal Attack continuam a preparar terreno para o lançamento do seu álbum de estreia e para o efeito divulgaram a faixa "No Respect" (disponível abaixo no formato lyric video).

"No Respect" é a sétima e penúltima faixa de "Humans" que será lançado já esta sexta-feira (19 de Julho), com chancela Hell Xis Records, num concerto agendado para o República da Música, em Lisboa, a partir das 20h00. Para a primeira parte do espectáculo estão reservadas as actuações dos Switchtense, Revolution Within, Diabolical Mental State e Kapitalistas Podridão. A entrada custa 10€ [com CD] ou 8€ [sem CD].

Anteriormente, os Primal Attacak divulgaram os temas "Despise You All" e "Safe And Strong", embora este último tenha estado disponível apenas 24 horas.

O colectivo de thrash/groove metal lisboeta foi fundado em 2012 por Pica [Seven Stitches] na voz e Miguel Tereso na guitarra. Mais tarde ingressaram na sua formação Tiago Câmara [Spoiled Fiction] na guitarra, Miguel Miranda no baixo e Miguel Ferreira na bateria.







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Primal Attack: mais um tema de álbum de estreia para escuta


Os Primal Attack divulgaram ontem "Despise You All", terceira faixa do seu álbum de estreia, "Humans", agendado para lançamento no dia 19 de Julho pela Hell Xis Records. "Este é talvez o nosso tema mais conhecido", sublinham.

O colectivo de thrash/groove metal lisboeta foi fundado em 2012 por Pica [Seven Stitches] na voz e Miguel Tereso na guitarra. Mais tarde ingressam Tiago Câmara [Spoiled Fiction] na guitarra, Miguel Miranda no baixo e Miguel Ferreira na bateria.

No dia 19 de Julho, os Primal Attack apresentam "Humans" num concerto ao vivo no República da Música, em Lisboa. O espectáculo inicia-se pelas 20h00 com as actuações dos Diabolical Mental State, Kapitalistas Podridão, Revolution Within e Switchtense. A entrada custa 10 euros (com CD "Humans") ou 8 euros (sem CD).

Anteriormente, foi também divulgado um teaser com vários excertos de "Humans" (ver abaixo).




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Primal Attack: tema inédito disponível apenas 24 horas



Os Primal Attack divulgaram um lyric video para o tema "Safe And Strong" que estará disponível apenas nas próximas 24 horas. A faixa integra "Humans", seu disco de estreia, que estará no mercado a partir de 19 de Julho.

O colectivo de thrash/groove metal lisboeta foi fundado em 2012 por Pica [Seven Stitches] na voz e Miguel Tereso na guitarra. Mais tarde ingressam Tiago Câmara [Spoiled Fiction] na guitarra, Miguel Miranda no baixo e Miguel Ferreira na bateria.

A banda encontra-se hoje representada pela Hell Xis, empresa de agenciamento, promoção e edição discográfica ligada a nomes como Switchtense, Grankapo, Mata Ratos, For The Glory, Capitão Fantasma, entre outros.

No dia 19 de Julho, os Primal Attack apresentam "Humans" num concerto ao vivo no República da Música, em Lisboa. O espectáculo inicia-se pelas 20h00 com as actuações dos Diabolical Mental State, Kapitalistas Podridão, Revolution Within e Switchtense. A entrada custa 10 euros (com CD "Humans") ou 8 euros (sem CD).

Anteriormente, foi também divulgado um teaser com vários excertos de "Humans" (ver abaixo).





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Primal Attack: novo projecto de Pica [Seven Stitches] lança teaser de álbum de estreia



Os Primal Attack divulgaram nas últimas horas um teaser com cerca de dois minutos de excertos do seu álbum de estreia, "Humans", a ser editado a 19 de Julho.

O colectivo de thrash/groove metal lisboeta foi fundado em 2012 por Pica [Seven Stitches] na voz e Miguel Tereso na guitarra. Mais tarde juntam-se-lhes Tiago Câmara [Spoiled Fiction] na guitarra, Miguel Miranda no baixo e Miguel Ferreira na bateria.

A banda encontra-se hoje representada pela Hell Xis, empresa de agenciamento, promoção e edição discográfica ligada a nomes como Switchtense, Grankapo, Mata Ratos, For The Glory, Capitão Fantasma, entre outros.

No dia 19 de Julho, os Primal Attack apresentam "Humans" num concerto ao vivo no República da Música, em Lisboa. O espectáculo inicia-se pelas 20h00 com as actuações dos Diabolical Mental State, Kapitalistas Podridão, Revolution Within e Switchtense. A entrada custa 10 euros (com CD "Humans") ou 8 euros (sem CD).



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Fotogaleria - Switchtense / Angelus Apatrida / Primal Attack / Nuklear Infektion - 17.02.13 - República da Música, Lisboa


Seguiu-se "This Is Only The Beginning", e assim encerrou-se uma hora de concerto da qual todos saíram com um sorriso na cara. (Ler review completa)

Fotografia: Catarina Torres

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Switchtense / Angelus Apatrida / Primal Attack / Nuklear Infektion - 17.02.13 - República da Música, Lisboa

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O dia estava chuvoso mas nem isso impediu que se fizesse a festa na passada tarde de domingo, na República da Música, numa mini-tour da qual esta era a última data. Os concertos foram organizados pelos Switchtense que tiveram como convidados especiais os "nuestros hermanos" Angelus Apatrida, sendo que na data de Lisboa, houve espaço ainda para os Primal Attack e Nuklear Infektion.

Eram perto das 16h00 quando as portas finalmente abriram. Cá fora já se encontravam algumas pessoas mas a entrada fez-se de forma bastante rápida e 20 minutos depois deu-se início à festa.

Os escolhidos para abrir as hostilidades foram os lisboetas NUKLEAR INFEKTION, que apesar de terem uma idade bastante jovem, apresentam um óptimo nível técnico que ficou comprovado neste concerto. Ao longo de oito temas houve espaço para tudo, desde as talvez mais conhecidas "Weapons Of Massive Genocide" e "We're On Command" (que sacou o primeiro mosh da tarde), do seu EP de estreia e único disco até ao momento, bem como "Let There Be Blood" e ainda "Troops Of Doom", uma cover dos Sepultura interpretada de forma exemplar. O público parecia gostar e estava rendido à técnica destes "putos de Lisboa".

Seguiam-se os PRIMAL ATTACK numa onda ligeiramente diferente. Apesar da idade dos seus elementos ser superior à da banda anterior, a experiência em palco é ainda pequena sendo que se trata de um grupo recente. Ainda assim era notório que algumas dezenas de pessoas conheciam as suas músicas e cantavam com Pica, o vocalista que, de resto, fez sempre questão de puxar pelo público, que, por sua vez, respondia da melhor forma. Nem os ligeiros problemas técnicos (relacionados com o som) fizeram a banda abrandar, naquele que foi um concerto intenso  e no qual não se notou a pouca experiência ao vivo do quinteto Lisboeta. Pica estava visivelmente contente e orgulhoso do seu concerto e saiu de palco com sensação de dever cumprido.

E já que se fala em intensidade, era chegada a hora da entrada em palco dos ANGELUS APATRIDA, banda muito aguardada por grande parte do público presente na República. Ouve-se o som de uma sirene e a banda entra em palco com "You Are Next", uma intro calma que depressa se desvanece e dá lugar ao caos. É inegável o poder deste quarteto espanhol que afirmou que tinha andado estes dias na sua segunda casa, Portugal. Tanto poder sonoro teve as suas consequências e, logo ao início, um elemento do público que estava a fazer crowd surf é mandado para o palco e faz cair o microfone de Guillermo Izquierdo. Tal impossibilitou o guitarrista/vocalista de cantar uma pequena parte do tema. Nada de grave, sendo que o insólito soltou os risos, não só entre o público como também por parte da banda.

A boa disposição foi, de resto, uma constante e, diga-se, era impossível ser de outra maneira com uma banda deste calibre em palco. O público estava rendido desde o início e parecia saber grande parte das letras. Entre os 45 minutos de concerto, houve espaço para "Clockwork" (do álbum com o mesmo nome), "Give 'Em War" (para a qual Guillermo pediu uma wall of death, sendo bem correspondido pelo público) e "Fresh Pleasure" (que contou com a ajuda de Hugo Andrade, vocalista dos Switchtense), só para dar alguns exemplos.

A comunicação (que foi bastante, diga-se) com o público foi feita sempre em espanhol, excepção para os já famosos "Boa tarde Lisboa" e "Muito obrigado Lisboa", que todas as bandas parecem saber. O concerto termina com uma das faixas mais populares de "Clockwork" - "Blast Off" - e a banda sai de palco sob um forte aplauso e deixa a fasquia bastante elevada para os anfitriões da tarde: SWITCHTENSE.

Vinte minutos para mudar o material necessário em palco e o grupo da Moita começa o concerto com "Face Off", do seu último disco. A determinação da banda era visível e depressa passaram para "Second Life". Não houve espaço para temas mais lentos entre as famosas (e já obrigatórias) "Unbreakable", "State Of Resignation" e "Into The Words Of Chaos". De fora também não podiam ficar os dois temas novos "The Right Track" e "Ghosts Of Past", que o público já conhecia de traz para a frente, e ainda "Blood Of Victory", originalmente lançado no EP "Brainwash Show", em 2006, agora regravado para o disco que a banda estava ali a apresentar. É bom ver bandas desta qualidade no nosso país sendo que, neste caso, trata-se de um grupo que simplesmente não consegue dar maus concertos. Já lá vão mais de dez anos e abrandar não parece fazer parte do seu dicionário.

Hugo partilhava o microfone com as linhas da frente em todos os temas, e em todos eles, sem excepção, o público sabia as letras. Pelo meio o vocalista agradeceu às bandas que tinham tocado antes e deixou ainda um agradecimento especial a todos os que tornaram possível a realização deste CD/DVD no concerto do ano passado no Moita Metal Fest. Palavra especial ainda para os Nuklear Infektion que Hugo admira pelo que têm alcançado com tão tenra idade.

Era chegado o final do concerto e com ele a obrigatória "Infected Blood", que pôs fim à corrente de intensidade que é um concerto dos Switchtense. Mas o público pedia mais e a banda fez a vontade, tocando um tema novo que afirmou ter sido estreado no dia anterior, em Leiria. Trata-se de "We Will Always Be The Same", uma óptima surpresa em jeito de prenda para quem marcou presença nesta matiné da sala lisboeta. Seguiu-se "This Is Only The Beginning", e assim encerrou-se uma hora de concerto da qual todos saíram com um sorriso na cara.

Texto: Bruno Correia
Fotografia: Catarina Torres

Setlist Switchtense:
1. "Face Off"
2. "Second Life"
3." The Right Track"
4. "Unbreakable"
5. "Let Them Die Alone"
6. "State Of Resignation"
7. "Blood Of Victory"
8. "Ghosts Of Past"
9. "Into The Words Of Chaos"
10. "Infected Blood"

Encore:
11. "We Will Always Be The Same"
12. "This Is Only The Beginning"

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Disconcrete: músico algarvio desenvolve projecto na Eslováquia

Os Disconcrete são uma banda formada no final da última década, com base em Bratislava, na Eslováquia. Uma das grandes particularidades é a presença de Isidro Paixão, baterista algarvio radicado nos últimos meses naquele país da Europa Central.

Isidro Paixão regista no seu passado ligações aos açorianos Hemptylogic e Spoiled Fiction, projecto onde ainda constavam elementos dos Seven Stitches e Primal Attack.

Os Disconcrete lançaram uma promo em 2009 e disponibilizam agora o tema "Open Sky" para download gratuito (abaixo).

O quinteto invoca influências dos Tool, Deftones, Pantera, Sikth, The Dillinger Escape Plan, Meshuggah e Death.

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Primal Attack: novo tema divulgado

São uma das mais recentes criações nacionais e estão aí com mais um tema disponível. Intitula-se "Despise You All" e foi produzido por Miguel Tereso, guitarrista da banda de thrash/groove metal de lisboeta.

Os Primal Attack formaram-se já em 2012 e contam ainda na sua formação com o vocalista Pica [Seven Stitches], o guitarrista Tiago Câmara [Spoiled Fiction], baixista Miguel Miranda e o baterista Miguel Ferreira.

Anteriormente, informaram que se encontram a gravar o seu álbum de estreia que, eventualmente, estará disponível até ao final do ano.

É possível ainda ouvir o tema "Strange Attraction To Tragedy", divulgado em Julho passado (abaixo).


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Primal Attack apresentam primeiro tema

"Strange Attraction To Tragedy" é o título do primeiro tema apresentado pelo novo projecto de thrash/groove metal oriundo de Lisboa, Primal Attack. Este consta do primeiro álbum do grupo que está neste momento próximo da conclusão e que terá lançamento no último semestre deste ano.

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