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Holocausto Canibal estreiam-se em Inglaterra no 'Kin Hell Fest 2014

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Depois de concluírem uma longa digressão de promoção a "Gorefilia", os Holocausto Canibal projectam o próximo ano e anunciam uma nova ida ao estrangeiro.

Desta feita numa deslocação inédita, o colectivo de death/grind do Porto vai participar no Kin'Hell Fest, um dos festivais mais brutais de Inglaterra. O evento decorre entre 2 e 4 de Maio, em Leeds, e conta com as presenças de mais de 30 bandas, entre as quais Anaal Nathrakh [Ing], Birdflesh [Sue], Desecration [Ing], Basement Torture Killings [Ing] e Jesus Cröst [Hol].

Os Holocausto Canibal avançam que esta data está inserida num digressão pelo Reino Unido, sobre a qual revelarão mais detalhes em breve.

Ainda esta semana, os Holocausto Canibal confirmaram a sua participação no "Box Sized Die", uma performance da autoria do conceituado artista João Onofre - inspirada no escultor Tony Smith - com organização da Fundação Serralves, e que consiste em actuar num cubo de metal com 183x183x183 cm, isolado acusticamente, até que lhes falte o oxigénio. O evento decorrerá nos dias 30 de Novembro e 22 de Fevereiro do próximo ano, a partir das 17h00, no Palácio de Cristal, na Biblioteca Municipal Almeida Garret, no Porto.

O quarto e mais recente disco dos Holocausto Canibal, "Gorefilia", foi editado em Abril de 2012 numa parceria entre a Xtreem Music, Raging Planet e Raising Legends. O disco rendeu até ao momento dois videoclips, "Objectofilia Platónica" e "Lactofilia Destalhada", que podem ser vistos abaixo. 




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Amplifest: Russian Circles, entre outros, confirmados


O Amplifest regressa a 19 e 20 de Outubro ao Mercado Ferreira Borges, no Porto, prometendo "o melhor que a música experimental tem para oferecer". A promotora Amplificasom anunciou, para o efeito, ontem as primeiras confirmações. São elas as dos norte-americanos Russian Circles, dos britânicos Uncle Acid And The Deadbeats (banda escolhida para fazer a primeira parte da digressão europeia dos Black Sabbath) e da norte-americana Chelsea Wolfe.

Os Russian Circles passaram por Portugal em 2012 e destacam-se pelo seu rock instrumental técnico, melódico e atmosférico. Já os Uncle Acid And The Deadbeats explanam o rock/doom psicadélico fruto de uma enorme devoção pelos Black Sabbath. No caso dos Chelsea Wolfe é esperada uma imprevisível mistura de folk, rock e pop de tendências electrónicas.  

Mais detalhes em www.amplificasom.com

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Pedro Afonso [Gates Of Hell]: «O metal é uma droga saudável»


Em cinco anos colocaram-se no mapa do metal nacional. Thrashcore carburado por um "confronto" de gerações tradicionais e modernas, coadjuvando um movimento em forte crescendo em Portugal. O grande culpado é "Critical Obsession", um contundente álbum de estreia que chegou ao mercado a 22 de Abril pela Rastilho Records. Falta ainda referir que fizeram questão de crescer em palco.

Em declarações à SounD(/)ZonE, o guitarrista Pedro Afonso enaltece a maturidade que banda angariou nos últimos tempos e mostra-se surpreendido com a forma como subitamente subiram em popularidade. "Desde 2008 temos tido bastante que fazer. É verdade que se há quatro ou cinco anos me dissessem que nesta altura estaríamos a trabalhar com a Rastilho Records no nosso primeiro álbum, provavelmente não acreditava", confessa o músico nortenho. "Apostámos nos concertos em grande escala para que a banda conseguisse alguma maturidade. E acertámos em cheio", disse Afonso considerando que autenticamente se "atiraram aos leões".

Pedro Afonso não deixa também de realçar a importância da entrada de "Raça" e Miguel Pinto, até porque se encaixam perfeitamente na sua filosofia de trabalho. "Somos obrigados a trabalhar em equipa e a exigir que todos os elementos trabalhem ao mesmo ritmo."

Ainda sobre a vertente ao vivo, Afonso considera que é no palco que a banda se sente viva e daí ter talhado a sonoridade do seu disco de estreia para esse contexto. "É-nos difícil tocar para uma plateia parada e sem acção, porque gostamos de sentir o público a fazer parte do concerto. Nada melhor do que estar em cima de um palco e sentir o 'vento' na cara do circle pit."

Obsessão, demência, fobia, delírios são alguns dos estados por que passa a personagem vigente no conceito de "Critical Obsession". Um conceito que influenciou toda a estruturação do disco mas que é, no entanto, sustentador de uma mensagem positiva. "'Critical Obsession' é realmente um álbum que proporciona uma libertação psicológica no sentido em que quem o ouve consegue captar uma mensagem de esperança e superação. O metal pode ser considerado uma droga saudável.

Em entrevista a publicar na íntegra em breve na SounD(/)ZonE, Pedro Afonso escalpeliza todos os aspectos ligados à concepção e gravação de "Critical Obsession", sem faltar uma análise aos efeitos da crise no metal e os importantes planos que a banda explana para divulgar o seu trabalho além-fronteiras. 

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TRIPS à Moda do Porto: evento regressa com cartaz ecléctico

A Amplificasom e a Lovers & Lollypops trazem de volta o TRIPS à Moda do Porto nos dias 28 e 30 de Abril que se realizará entre o Plano B e o Café au Lait, precisamente na cidade invicta. Para o cartaz são sugeridas diversas sonoridades a cargo dos norte-americanos Endless Boogie, Nü Sensae e Tom Carter, e dos nacionais Black Bombaim, Process Of Guilt e Torto.

Os bilhetes para o evento custam 10 euros (diário) ou 15 euros (dois dias) e encontram-se à venda através da Amplistore e do e-mail orders@loversandlollypops.net. Em breve poderão também ser adquiridos nas lojas Piranha, LouieLouie, Cdgo e Matéria Prima.

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Fotogaleria - Switchtense / Angelus Apatrida / Revolution Within / Terror Empire - 15.02.13 - Hard Club, Porto

Os SWITCHTENSE completaram o seu 10º aniversário o ano passado e decidiram comemorá-lo com a gravação de um concerto “em casa”, na Moita – mais propriamente no Moita Metal Fest, festival que todos os anos ajudam a promover e organizar. Dessa gravação nasceu o CD/DVD «10 Unbreakable Years», cuja festa de lançamento decidiram realizar numa sala que já é mítica, numa cidade que sempre acolheu a banda de coração (ler reportagem aqui).


Fotografia: Renata Lino
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Switchtense / Angelus Apatrida / Revolution Within / Terror Empire - 15.02.13 - Hard Club, Porto

VER FOTOGALERIA AQUI

Os Switchtense completaram o seu 10º aniversário o ano passado e decidiram comemorá-lo com a gravação de um concerto “em casa”, na Moita – mais propriamente no Moita Metal Fest, festival que todos os anos ajudam a promover e organizar. Dessa gravação nasceu o CD/DVD “10 Unbreakable Years”, cuja festa de lançamento decidiram realizar numa sala que já é mítica, numa cidade que sempre acolheu a banda de coração.

Os primeiros convidados para esta festa foram os thrashers TERROR EMPIRE. Com pouco mais de três anos de existência, a banda de Coimbra provou não ser novata nos palcos ou desconhecida do público. Editado o EP “Face The Terror”, em Junho, eram várias as vozes que se juntavam à de Ricardo Martins. Em “Submission By Fear” até entregou o micro a um fã para que este berrasse o refrão.

O mosh também foi uma constante durante aquela meia hora que terminou com “Last Fire”, tema que teve direito a um mar de punhos erguidos e um coro de “hey!”, assim que soaram os primeiros acordes.

Sem grandes demoras – o Hard Club é rígido no que toca a horários – seguiram-se os REVOLUTION WITHIN. A promover o seu mais recente álbum, “Straight From Within”, e com cerca de 40 minutos para tocar, o álbum de estreia “Collision” ficou um pouco de parte, tendo falhado o “hino” “Surrounded By Evil”. Compensaram com “Silence”, música para a qual filmaram um vídeo, e “Stand Tall”, que encerrou o alinhamento. Do mais recente trabalho, “Pure Hate”, “Without Recognition” e “Pull The Trigger” – que contou com a participação de Hugo Andrade dos Switchtense, tal como acontece em estúdio – marcaram alguns dos pontos altos, não só da actuação da banda de Santa Maria da Feira mas de toda a noite.

Não era a primeira vez dos espanhóis ANGELUS APATRIDA em Portugal mas era o seu primeiro concerto na Invicta. Também eles têm um álbum com menos de um ano, “The Call”, e foi com a sua primeira faixa, “You Are Next”, que puseram o seu concerto em movimento… assim como o público. “Estáis locos, eh?”, riu o vocalista e guitarrista Guillermo Izquierdo a dada altura. Isso e a afirmação de que a cerveja Super Bock era bem melhor que a Sagres…

Os Angelus Apatrida eram a banda mais antiga e com uma maior discografia, pelo que, certamente, foi mais difícil para eles escolher as músicas a tocar. Optaram por focar-se nos dois mais recente álbuns, naturalmente, o já referido “The Call” e ainda “Clockwork” – ambos gravados nos estúdios portugueses Ultrasound com Daniel Cardoso, algo que Guillermo pareceu orgulhoso de realçar. Mas não podiam deixar de tocar ainda o tema-título do segundo álbum, “Give ‘Em War”, visto ser o tema em que uma wall of death é obrigatória.

Hugo subiu ao palco mais uma vez para ajudar a cantar “Fresh Pleasure” e o concerto terminou de seguida com a brutalidade de “Blast Off”.

Chegava então a hora dos anfitriões SWITCHTENSE subirem ao palco. E como o fizeram! Com toda a gente a ajudar, “Face Off” fez o Hard Club estremecer. Hugo falou então do propósito daquele concerto e de como era uma honra estar a festejar o lançamento daquele CD/DVD ali no Porto. Falou ainda da azáfama que era organizar um concerto, para que tudo desse certo, mas que no final valia a pena aquele convívio entre pessoas que realmente gostam do que fazem e saem à rua para apoiar o underground. E quanto aos outros, que ficam em casa a “mandar bocas na internet”, era para ignorá-los.

 “State Of Resignation”, “Into The Words Of Chaos” ou “Unbreakable” são apenas alguns dos títulos naquilo que foi um verdadeiro desfile de êxitos. E mesmo as duas mais recentes, que também podem ser ouvidas neste novo trabalho, foram acompanhadas palavra a palavra (ou berro a berro, para ser mais exacto) – “The Right Track” (em que Hugo disse serem noites como aquela que provavam que eles estavam “no caminho certo” daquilo que queriam das suas vidas) e “Ghost Of Past” (aludindo aos tempos difíceis dos dias de hoje e aos erros governamentais dos últimos 30 anos – para não ficarmos em casa nos dias de eleições porque somos nós que “os” metemos lá).

Alguém gritou “wall of death” ao que Hugo respondeu “se quiserem fazer façam – só quero que se divirtam!”. Mas sem alguém a “comandar”, a dita wall ficou sem efeito. Não se livraram foi de uma invasão de palco mais para o final, num concerto que só pecou por ser tão curto.

Texto e fotografia: Renata Lino

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Heavenwood: novo tema disponível na íntegra

Os Heavenwood acabam de divulgar na totalidade o tema "Strenght", do seu novo álbum "The Tarot Of The Bohemians - Part. 1", a ser editado em 2013.

O tema, em fase de pré-produção, pode ser escutado abaixo.

O sucessor de "Abyss Masterpiece", de 2011, tem conceito baseado em Gerard Encausse, também conhecido como Papus, um físico e hipnotista que popularizou o ocultismo e fundou a corrente moderna do Martinismo. 

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Ricardo Dias [Heavenwood]: «Menos gente a comprar discos, a ir aos concertos... não foi o que alguns pediram?»

Ricardo Dias, guitarrista e vocalista da banda de gothic metal portuense Heavenwood, terá expressado no Facebook o seu descontentamento face à actual situação precária do underground e dos seus princípios de oposição ao mainstream, muitas vezes rígidos.

Na página da rede social do músico lê-se: "Penso que nos dias que correm a maioria de nós vive na verdadeira dimensão, sentimento e concepção daquilo que alguns chamam 'o espírito underground'... menos gente a comprar discos, a ir aos concertos, a comprar merchandise, mais e mais bandas mas menos a assinarem contractos discográficos decentes com editoras decentes. Verdadeiramente underground. Não foi isso que alguns pediram e pelo qual lutaram?"

Os Heavenwood disponibilizaram recentemente um excerto da pré-produção de "Strenght" (ouvir abaixo), um dos temas do seu novo álbum. Entretanto, desconhece-se mais qualquer pormenor sobre o sucessor de "Abyss Masterpiece", de 2011.

No passado dia 21 de Janeiro foi lançado para download gratuito o EP "The Orchestral Pieces From The Abyss", com os temas orquestrais de "Abyss Masterpiece", escritos pelo compositor russo Dominic Joutsen.

Ao vivo, os Heavenwood vão estar no dia 27 de Abril no SWR Barroselas Metal Fest XVI, a 2 de Março no Side B, em Benavente, e a 4 de Maio no Blindagem Metal Show no Mercado Negro, em Aveiro.


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Heavenwood: oiça primeiros sons de novo álbum

Os Heavenwood acabam de disponibilizar um excerto da pré-produção de "Strenght", um dos temas do seu novo álbum. Entretanto, desconhece-se mais qualquer pormenor sobre o sucessor de "Abyss Masterpiece", de 2011.

A banda de metal gótico sinfónico do Porto vai estar no dia 27 de Abril no SWR Barroselas Metal Fest XVI e a 4 de Maio no Blindagem Metal Show no Mercado Negro, em Aveiro.

No passado dia 21 de Janeiro foi disponibilizado para download gratuito o EP "The Orchestral Pieces From The Abyss", com temas orquestrais de "Abyss Masterpiece", escritos pelo compositor russo Dominic Joutsen.



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British Lion: Steve Harris a solo em Fevereiro no Hard Club

Steve Harris inicia a sua primeira digressão a solo com os British Lion a 21 de Fevereiro no Hard Club, no Porto. O baixista dos Iron Maiden segue depois numa sequência de 23 datas por treze países europeus.

O álbum de estreia homónimo foi lançado a 24 de Setembro pela EMI e, segundo Harris, é "influenciado pelo hard rock britânico dos anos 70".

"Diria que é mais rock mainstream do que metal , e muito comercial... mas bom comercial", sublinhou.

Os bilhetes estarão disponíveis a partir das 10h00 de 15 de Janeiro nos locais habituais ao valor único de 23 euros. 

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Gates Of Hell na Rastilho Records, Filipe Afonso diz que estão apenas no início

A Rastilho Records será a "casa" dos Gates Of Hell para o lançamento do álbum de estreia, "Critical Obsession". A banda de thrashcore/death metal melódico portuense junta-se assim a um dos selos nacionais mais activos e respeitados dos últimos tempos, cujo catálogo exibe nomes como Switchtense, Echidna, Revolution Within, Devil In Me, Simbiose, W.A.K.O., entre outros.

O guitarrista Filipe Afonso manifestou em exclusivo à SoundZone o seu contentamento pela parceria assinada com a editora leiriense e explica que se tratava de "um objectivo a longo prazo".

"Temos a consciência de que, neste momento, fazemos parte da editora onde está, sem dúvida alguma, a maior parte das grandes bandas nacionais, motivo esse que nos deixa orgulhosos e nos dá mais força para trabalhar", destacou o músico, convicto de que agora estão reunidas "todas as condições" para que levem a sua música mais longe.

Filipe Afonso agradeceu ainda a "confiança" de Pedro Vindeirinho, proprietário da Rastilho Records, enquanto acredita que este é apenas o início de um novo capítulo. "Temos plena consciência de que a nossa caminhada ainda agora começou. Vamos batalhar para que a música em Portugal seja um motivo de orgulho para todos nós."

Os Gates Of Hell formaram-se em 2008 e percorreram muitos palcos nacionais a promover uma demo e o EP "Shadows Of The Dark Ages". Em 2011, o vocalista José Almeida sai para dar lugar a Rui Alves "Raça" [Revolution Within].

"Critical Obsession" tem lançamento agendado para a Abril. Uma das suas curiosidades é a participação de Esse Hansen, vocalista dos dinamarqueses Hatesphere, num dos temas. 

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Sonneillon BM: split com os Malleus lançado este mês, teaser de estúdio disponível

Os black metallers portuenses Sonneillon BM lançaram um teaser que percorre os Estúdios 213, no Porto, onde gravam o split "Underworld Dominion" ao lado do produtor Bruno Silva [Heavenwood]. 

Os Sonneillon BM participam com cinco temas neste registo, sendo que um deles será usado como próximo videoclip e consta do disco de estreia da banda. Este registo, partilhado com os brasileiros Malleus, estará disponível já este mês em formato CD e vinil. 

O grupo composto por Bellerophon, Andromalius e Zargos lançou ainda em Maio passado o videoclip para o tema "Enemy Within" e já depois recrutou Christophe Szpajdel, conhecido ilustrador belga [Emperor, Old Man's Child, Borknagar, Moonspell, Filii Nigrantium Infernalium], para a criação do seu novo logótipo.  

O longa-duração de estreia dos Sonneillon BM intitula-se "Daemonicus Daemonum Interitum et Agone Deos" - e é lançado este ano. Constam da sua ficha técnica os guitarristas Paulo Barros [Tarantula] e Nuno P. [ex-Holocausto Canibal]. 





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«Somos uma espécie de Vinho do Porto além-fronteiras»: Ricardo Dias [Heavenwood]

Ricardo Dias, vocalista e guitarrista dos portuenses Heavenwood, esteve em directo no Jornal Regional da RTV na passada quarta-feira para falar dos 20 anos de carreira da banda e do concerto comemorativo que se realiza a 28 deste mês no Hard Club, no Porto.

Sobre como é possível afirmarem-se a tocar música alternativa num mercado tão pequeno, Ricardo Dias refere que a base da receita é o "trabalho árduo, a dedicação, a honestidade e a entrega". "Trabalhámos desde o início com bastante afinco com a intenção da internacionalização e conseguimo-lo com muito esforço. Nunca esquecendo o facto de sermos portugueses, sabíamos que isso acabaria  por ser um pouco o nosso cunho, uma espécie de nosso "Vinho do Porto" além-fronteiras", argumentou.

Naquela que será a terceira vez que pisam o palco do Hard Club, Ricardo Dias espera "contar com os fãs, alguns já pais de filhos". "São nesses momentos que dou por mim a cantar ou a tocar e a pensar 'já estou um bocado velho'", destacou, acreditando que os fãs do sul os vão acompanhar neste aniversário. "Felizmente temos bastantes... penso que irão visitar-nos no Porto. É uma boa viagem que fazem, há sempre muita coisa por descobrir no Porto e celebrar connosco na nossa terra, na nossa casa, porque também existem muitos portuenses que vão ao sul ver concertos. Não tentando ser literalmente regionalista, acho que é uma boa oportunidade de virem ao Porto."

Ricardo Dias sublinhou ainda que em relação aos primeiros anos de carreira, a banda passou a seguir-se mais pela emoção na hora de compor. "Digamos que no início tentávamos racionalizar mais a emotividade da músicas, mas com o passar do tempo começou a passar-se o inverso."

Veja a entrevista na íntegra abaixo, a partir dos 18:27 minutos. 


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Head:Stoned avançam excertos do próximo EP

Está já disponível um preview de quase cinco minutos do que será "Present Inexistence", o próximo EP dos Head:Stoned, a editar no primeiro trimestre de 2013.

As gravações iniciaram-se a 8 de Setembro novamente com Paulo Lopes nos Soundvision Studios, em Vila do Conde, e debruçam-se sobre cinco faixas. Anteriormente, a banda de thrash metal progressivo do Porto disponibilizou versões demo de "Through Open Door" e "Evolution Is Relative" no seu Facebook.

O artwork deste trabalho também já foi revelado (ver abaixo) e é novamente autoria do próprio baterista da banda, Augusto Peixoto.

Exclusivamente até ao final do ano, estão disponíveis vários packs especiais de "Present Inexistence". Mais informações aqui

"Present Inexistence" sucede a "I Am All", álbum de estreia editado em 2011.




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Thrash e sangue na guelra a 11 de Janeiro no Hard Club

Uma fornada de jovens talentos nacionais, com excepção feita aos mais experientes Stubborm, vai subir ao palco do Hard Club no dia 11 de Janeiro, a partir das 21h00. 

A ementa completa-se com os Wrath Sins, Forbidden To Fly, Evillution e Hellpit

Estas são bandas maioritariamente ligadas ao thrash metal, onde "destoam" os Forbidden To Fly, banda de djent/metalcore.  

Os bilhetes custam 5 euros. 

Mais informações pela promotora Bulldozer On Stage.  

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Review - Urban War - "Reborn"

URBAN WAR
"Reborn"
[CD - Raging Planet/Raising Legends]

Penso que todos concordarão se dissermos que a região Norte tem sido o local de lançamento para muitas bandas de grande qualidade no panorama underground nacional desde há uns anos para cá. A nossa teoria é a de que isso se poderá dever ao "frio" (que por norma, é superior nessa zona). Talvez a música pesada sirva como uma lareira, constantemente a fervilhar, que permite esquecer as baixas temperaturas e unir as pessoas à sua volta para criar música. Seja como for, a verdade é que os Urban War, oriundos do Porto, são mais um exemplo de muita qualidade que faz elevar a fasquia do metal nacional.

Depois do lançamento do EP "Who's Watching You?", em 2008, seguiram-se quatro longos anos até à edição do muito aguardado disco de estreia, "Reborn". Quatro anos de muito trabalho para a banda, com inúmeros concertos e bastante trabalho de estúdio, culminando com o lançamento deste conjunto de dez temas. São 42 minutos que começam com o tema-título e terminam em "Tree Of Life", nos quais é possível ouvir de tudo um pouco. Sendo o som marcado por uma vertente groove, que inevitavelmente nos leva a outro continente e nos lembra Lamb Of God, é também visível uma enorme preocupação com a melodia. Os Urban War não se deixam, no entanto, levar por labels e não estabelecem limites à música que fazem. São visíveis as mais diversas influências entre partes acústicas, melodias e, em grande parte das músicas, refrões orelhudos, não esquecendo nunca o peso e a velocidade que se destacam especialmente em "Deepest Eye" e "Burn Love" - esta última introduzida apenas por um baixo capaz de arrepiar qualquer um. O nível técnico de todos os executantes é bastante elevado. A voz, a guitarra, a bateria, o baixo... em todos os elementos é visível muito trabalho, empenho e experiência.

"Reborn" é um álbum que proporciona uma experiência soberba e impossível de sentir apenas uma vez. Para fãs deste género, será certamente complicado chegar ao fim sem a vontade de ouvir tudo outra vez, sentir tudo de novo, descobrir novos pormenores que à primeira audição tinham escapado. Além de tudo isso, o álbum destaca-se pela atitude in your face, por não ter "papas na língua", sendo que a banda faz o que quer e o que gosta, criticando o que pensam estar errado. O melhor exemplo disso é a introdução de "2 Faces Against The Wall" onde, depois do barulho de um batalhão a marchar, ouve-se um general dizer "Soldiers, March To Death", seguindo-se um dos potenciais melhores e mais viciantes riffs do álbum.

Sendo uma banda ainda pouco conhecida, este registo acaba por revelar-se uma grande surpresa. Daqui em diante estaremos mais atentos aos passos deste grupo que, apesar de já apresentar um nível técnico e musical acima da média, tem ainda uma grande margem de progressão e inúmeros lugares para conquistar (quer dentro, quer fora do país). [8.5/10] B.C.

Data de lançamento: Junho de 2012
Nota de estúdio: gravado e produzido por Paulo Lopes nos Soundvision Studios (Vila do Conde).
Estilo: thrash/groove metal
Origem: Porto (Portugal)
Formação: 2005

Alinhamento:
1. "Reborn" (5:03)
2. "Faith & Flames" (4:23)
3. "Burn Love" (3:17)
4. "As I Hold The Moment" (4:35)
5. "Halo" (3:57)
6. "Until It Falls" (4:28)
7. "2 Faces Against The Wall" (5:09)
8. "Deepest Eye" (3:50)
9. "Devil’s Throat" (2:52)
10. "Tree Of Life" (5:07)
Duração: 42 minutos

Elementos:
- Bobby (voz)
- Espinha (guitarra/voz)
- Filipe (baixo)
- Nelo (bateria)

Discografia:
- "Who's Watching You?" (EP - 2008)
- "Reborn" (CD - 2012)



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Blind Charge lançam EP acústico

Os rockers portuenses Blind Charge disponibilizam para download gratuito o novo EP "Hera" que consiste em três versões acústicas do álbum de estreia "Lamia", editado recentemente. Os temas em questão são "Walking Circle", "March" e "Royal Blue".

"Hera" foi captado nos Estúdios da Universidade Católica Portuguesa do Porto por Luís Freitas e Ricardo Portela. A mistura e masterização ficaram a cargo de Pedro Ferraz e o artwork foi assinado por Orlando Rocha.

No seguinte link é também possível descarregar "Lamia".


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Assassinner cancelam espectáculo de 8 de Dezembro

Fotografia: Carlos Pinto
Os Assassinner informaram hoje que motivos pessoais impedem a banda de participar no warm up do Mangualde Hard Metal Fest, agendado para o dia 8 de Dezembro no Metal Point, no Porto.  

Os thrashers portuenses encontram-se a promover o seu álbum de estreia, "When Love Left The Masquerade", editado em Agosto passado pela Gluetone Records. 
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Review - Mandibula - "Sacrificial Metal Of Death"

MANDIBULA
"Sacrificial Metal Of Death"
[CD - Ethereal Sound Works / Caverna Abismal]

Misticismo e secretismo são a base da forma de estar deste projecto portuense. Nem o próprio encarte, nem as suas editoras desvendam a figura por detrás deste projecto. Misantropismos à parte, a sonoridade e imaginário dos Mandibula vai buscar aos anos 80, sobretudo ao black metal minimalista dos Celtic Frost e ao crust/punk dos Amebix e Discharge, o seu sorvo de inspiração e carregam-no de uma negritude ritualista, sanguinária e até algo filosófica, que tornam estas nove faixas numa experiência de desconforto perturbante.

Contudo, a música dos Mandibula terá mais atitude do que discernimento. Se o instrumental tem que ser simplista não deverá ser forçosamente monótono (e muito menos com lacunas técnicas) e o ambiente tenebroso que lhe tentam conferir , maioritariamente por samples e um arrastar típico do doom, não significa que tenham que entrar numa espiral de repetição inconsequente.

A meio do disco a experiência começa a tornar-se penosa, mas não pela bem conseguida poesia negra (favoravelmente em português) e muito menos pelo bem conseguido artwork de André Coelho que nos envia para um qualquer ermo asqueroso onde se sacrificam virgens. A música dos Mandibula consegue perturbar-nos, e isso é positivo, mas também aparenta alguma intransigência quanto à evolução que os seus próprios ídolos aplicaram às suas carreiras. 

"Sacrificial Metal Of Death" parece-nos claramente um daqueles discos capaz de dividir opiniões, que tanto pode ser louvável pelo tributo que presta a outras eras e sonoridades sacadas do inferno, como parecer a coisa mais desprovida de prumo. À tona, uma intocável independência artística face às tendências do mercado e daí lhes podermos vaticinar um interessante culto no underground. [4/10] N.C.

Data de lançamento: 22 de Setembro de 2012
Nota de estúdio: não disponível
Estilo: black/thrash/doom metal
Origem: Porto (Portugal)
Formação: 2010
Artwork: André Coelho

Alinhamento:
1. "Intro" (03:37)
2. "Cães da Guerra" (06.28)
3. "Negros Cascos sobre o Trono da Terra" (02:50)
4. "Flagelação" (07:41)
5. "O Carrasco" (04:07)
6. "Rios de Sangue" (04:01)
7. "Arauto da Dor" (10:45)
8. "Coroa Negra dos Infernos" (11:42)
9. "Orgia no Necrotério" (04:02)
Duração: 55 minutos

Elementos:
Não disponível

Discografia:
- "Sacrificial Metal Of Death" (K7 - 2010)
- "Sacrificial Metal Of Death" (CD - 2012)



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Headbang Before Christmas: mais uma proposta de peso para este Natal

Entre o thrash, o death, o alternativo e o djent se condimenta o Headbang Before Christmas, mais uma iniciativa para tornar o Natal numa quadra de peso.

Assim sendo, no dia 1 de Dezembro, a partir das 22h00, sobem ao palco do Metal Point, no Porto, os Forbidden To Fly, Evillution, Wrath Sins e Stubborn.

Os bilhetes estão disponíveis no local a 5 euros.   

Mais informações aqui.

 

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