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Moonspell: novo álbum pode chegar ainda em 2014


Fernando Ribeiro afirmou em entrevista ao Age Of Metal que um novo disco dos Moonspell pode ser editado ainda em 2014. À margem da digressão que encabeçam neste momento com os Leaves' Eyes e Atrocity nos Estados Unidos, o frontman da banda reconhece que não esperavam tanta solicitação para concertos, mas que em breve farão mesmo uma pausa para trabalhar no sucessor de "Alpha Noir/Omega White".

"Fizemos muitas digressões para este álbum. Pensávamos passar mais um ano na estrada mas muitos pedidos começaram a surgir e decidimos que não íamos aceitá-los todos, embora nos honrem muito. Sentimos necessidade de nos concentrar num novo álbum, até porque temos estado a trocar ideias. Por isso, provavelmente vamos apressá-lo um pouco", refere Fernando Ribeiro que não esconde que existe sempre uma "faísca diferente" quando escrevem um disco.

"O nosso próximo objectivo será esse álbum, embora surjam sempre concertos, mas vamos fazer uma pausa para escrever. Se sai neste ou no próximo ano, na verdade é-nos irrelevante. Não o queremos apressar. Prevemos uma edição para 2015. Se assim não acontecer, se o disco estiver pronto antes, se for espontâneo, também não temos problemas em lançá-lo este ano."

O também autor de livros como "Como Escavar um Abismo" ou "Senhora Vingança" projecta o vigésimo aniversário de "Wolfheart" com uma série de concertos vintage. "Esse foi um álbum que nos trouxe coisas muito boas, mudou a vida de muitas pessoas... imaginem a nossa! Tocamos muitas músicas dele, sabemo-las todas [risos] e já o fizemos várias vezes no Inferno Festival e num concerto de Halloween em Portugal... Quando 2015 nos bater à porta certamente vamos fazer algumas datas do que consideramos um vintage show, pois o "Wolfheart" tem apenas 40 minutos. Normalmente o que fazemos é tocar temas lançados até 1996."

Reportando a 2010, altura em que foi lançado um selo da banda pelos CTT, o músico de 39 anos não hesita em considerar este como um dos momentos mais marcantes na carreira dos Moonspell. 

"Foi um dos gestos mais simpáticos que nos fizeram em termos de reconhecimento. Fizemos muito em Portugal, não só no estrangeiro, comparativamente a outras bandas nacionais, não por falta de talento... Nós, talvez  pelo momentum, surgimos numa altura em que as pessoas precisavam de uma banda portuguesa para competir com bandas que floresciam de todo o lado, em especial da Escandinávia. Felizmente, fomos essa banda e isso criou uma ligação muito forte com o público. Ano após ano foi-se criando o fenómeno Moonspell - disco de ouro em Portugal, primeiro lugar no top - e tudo isso começou a atrair a atenção das pessoas e a valer-nos muito respeito - não o suficiente, pois existem sempre algumas lutas [risos]! O início da nossa carreira tinha que ver com selos (enviávamos cassetes para todo o mundo), mas nunca esperávamos que isso acontecesse. Já ninguém usa selos, senão poderiam usar um dos Moonspell." 

Os Moonspell anunciaram na passada semana um novo espectáculo especial de Halloween, desta feita a realizar-se no Incrível Almadense a 31 de Outubro.

Os bilhetes já se encontram disponíveis por e-mail (reservas@freemusic.pt), no Cine Incrível (às terças, sextas e sábados das 22h00 às 02h00) e na loja Glam-O-Rama, em Lisboa, num formato personalizado e em quantidades muito limitadas. Os bilhetes normais podem ser adquiridos através da Ticketline.pt.


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Moonspell divulgam mais detalhes sobre concerto de Halloween


Os Moonspell voltam a celebrar o Halloween em Portugal, desta feita com um espectáculo no Incrível Almadense a 31 de Outubro.

Os bilhetes para este evento já se encontram disponíveis por e-mail (reservas@freemusic.pt), no Cine Incrível (às terças, sextas e sábados das 22h00 às 02h00) e na loja Glam-O-Rama, em Lisboa, num formato personalizado e em quantidades muito limitadas. Já os bilhetes normais podem ser adquiridos através da Ticketline.pt.

Desconhece-se ainda se os Moonspell serão acompanhados de outras bandas, mas sabe-se que este é um concerto inserido no MazeFest.

Os Moonspell encontram-se a cumprir a sua American Noir Tour com os Leaves' Eyes e Atrocity, num périplo que teve início a 31 de Janeiro e prolonga-se até 20 de Fevereiro. São dezanove as datas que o grupo lisboeta cumprirá nos Estados Unidos.

Recorde-se que os "lobos lusitanos" tornaram-se em Novembro numa das poucas bandas de metal  a actuar na China.


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Review - Van Canto - "Dawn Of The Brave"

VAN CANTO
"Dawn Of The Brave"
[CD - Napalm Records]

Sem precedentes. Pelo menos assim reza a história mais conhecida do heavy metal. Ninguém se recorda de uma banda de metal sem guitarras eléctricas, mesmo que o género sempre fosse absolutamente liberal na forma como se expande criativamente. Também ao quinto disco de originais, e apesar das especificidades do grupo, já não haverá quase ninguém que não tenha ouvido falar de um grupo germânico que desenvolve o que até é uma etiqueta muito feliz - a capella metal.

Recriar a pujança do metal só com vozes e uma bateria seria, em qualquer circunstância, tarefa hercúlea. Talvez não se possa dizer que esta receita seja um suplemento muito atractivo para os que gostam de metal mais genérico, mas pelo menos a originalidade enche bem a barriga.

Substituir riffs de guitarra com trauteios onomatopeicos talvez fosse algo impensável, mas os Van Canto fazem-no como ninguém. Não têm vergonha de tornar um riff histórico como o de "The Final Countdown" [Europe] num "dabadam" ou o de "Paranoid" [Black Sabbath] num "dum dum ma ma ma ma". Para além de lançarem um single intitulado "Badaboom".

Já sabíamos para o que vínhamos depois de oito anos bem activos. Coordenação e potencial vocal impressionantes e às tantas temos a sensação de que a distorção nem faz falta. Como é apanágio, dedicam-se aos originais e sugerem sempre algumas versões inesperadas como as já referidas e ainda "Holding Out For A Hero" [Bonny Tyler] e "Into The West" ["Senhor dos Anéis"]. Pode dizer-se que resultam na perfeição em ambos os contextos e é curioso verificar que não prescindem dos seus próprios temas quando talvez fosse mais fácil romper no mercado só com clássicos.

Contextualizando este disco na discografia do grupo, não há, efectivamente, nenhum distanciamento daquilo que já é uma fórmula bem consolidada. Talvez um ambiente geral mais sinfónico e fantasista, a lembrar muito os Epica em temas como "Awakening", muito graças à voz deslumbrante de Inga Scharf - e até porque este disco fala de super-heróis.

Consubstanciemos: Van Canto é uma das experiências auditivas mais desafiantes que podemos ter. Estarão sempre posicionados para um público muito específico, até quase erudito, e é certo que seu valor é difícil de quantificar. Enquanto isso, reside a dúvida até onde se podem expandir do ponto de vista de uma carreira a longo prazo e, neste caso, de um mercado dominado pela distorção. Questões e mais questões... certo é que o arrojo e a qualidade são indiscutíveis. [8/10] N.C.

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Data de lançamento: 7 de Fevereiro de 2014
Nota de estúdio: bateria produzida por Charlie Bauerfeind; misturado por Ronald Prent no Wisseloord Studio 2.
Estilo: a capella metal
Origem: Alemanha
Formação: 2006

Alinhamento:
1. "Dawn Of The Brave" (01:11)
2. "Fight For Your Life" (04:06)  
3. "To The Mountains" (04:12) 
4. "Badaboom" (03:38) 
5. "The Final Countdown" (cover Europe) (05:04)           
6. "Steel Breaker" (03:47)           
7. "The Awakening" (04:20)       
8. "The Other Ones" (04:27)      
9. "Holding Out For A Hero" (cover Bonnie Tyler ) (03:58)           
10. "Unholy" (03:35)     
11. "My Utopia" (05:23)              
12. "Into The West" (cover banda sonora "Senhor dos Anéis") (04:33) 
13. "Paranoid" (cover Black Sabbath) (03:10)
Duração: 51 minutos

Elementos:
- Philip Dennis Schunke (voz principal)
- Inga Scharf (voz principal)
- Ross Thompson (alto rakkatakka)
- Stefan Schmidt (baixo rakkatakka, solos de guitarra wahwah)
- Ingo Sterzinger (baixo doom)
- Bastian Emig (bateria)

Discografia:
- "A Storm To Come" (CD - 2006)
- "Hero" (CD - 2008)
- "Tribe Of Force" (CD - 2010)
- "Break The Silence" (CD - 2011)
- "Metal A Capella" (CD compilação - 2011)
- "Dawn Of The Brave" (CD - 2014)



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Delain: data de lançamento de novo disco «The Human Contradiction» divulgada

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A Napalm Records coloca no mercado a 7 de Abril o quarto álbum dos holandeses Delain sob o título "The Human Contradiction". O grupo de metal sinfónico fundado em 2002 pelo ex-teclista dos Within Temptation, Martijn Westerholt, já interpretou ao vivo algumas novidades, nomeadamente "My Masquerade" (ver abaixo).

O mais recente disco dos Delain foi editado em 2012, "We Are The Others", enquanto que o ano transacto foi preenchido com o lançamento de "Interlude" baseado em covers, temas ao vivo mas também alguns inéditos. Este lançamento fez-se ainda acompanhar de um DVD com vários temas interpretados no Metal Female Voices Fest, imagens de bastidores e videoclips.



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Review - Legion Of The Damned - "Ravenous Plague"

LEGION OF THE DAMNED
"Ravenous Plague"
[CD - Napalm Records]

Que melhor forma de iniciar um disco do que colocar Jo Blankenburg ["Harry Potter", "X-Men", "300"] a pincelar o apocalipse e a preparar terreno para mais uma colossal batalha de riffs marciais e batidas trovejantes? Recuperados da morte do seu baixista original, Twan Fleuren (que cometeu suicídio em 2011), e, sobretudo, da saída do guitarrista de sempre, Richard Ebisch (cansado que estava das tournées), estes holandeses voltam a colocar na mira dos amantes de thrash metal com ímpetos death um disco exemplar.

Como todos saberão, o thrash é dos subgéneros mais conservadores do metal, mas também dos que goza de maior lealdade por parte dos fãs. Olhando para a própria carreira dos Legion Of The Damned também é fácil perceber que nunca se afastaram muito (ou quase nada) da sua zona de conforto. Aqui do que se trata é de rasgar corpos mais ou menos incautos com base na receita mais directa do thrash metal segundo nomes tão óbvios como Slayer, Kreator ou Sodom. Tudo numa velocidade vertiginosa, sem papas na língua e com muita pólvora para estoirar.

Entre outros aspectos primordiais neste disco, realçar que o estreante Twan van Geel vestiu perfeitamente a pele do seu antecessor. Para a própria banda, este trouxe uma dinâmica e versatilidade nunca antes ao seu dispor. Dizem mesmo que nenhum outro dos seus álbuns teve tantos solos e mudanças rítmicas. Certo mesmo é que com tudo isso mantiveram intocável a sua identidade e para quem recorda com saudosismo a abordagem desinibida da estreia "Malevolent Rapture", este registo terá um sabor especial.  

Foram precisos três anos para percebemos se a saída de Ebisch seria um rude golpe nas aspirações da banda, mas fica comprovado em mais onze novas descargas impetuosas e fracturantes que a "legião" está bem viva. Não esperem qualquer inovação, nem refrões floreados. Na plenitude da sua orgânica, este quarteto vai continuar a causar motins ao vivo e várias mazelas onde quer que os estejam a ouvir. [8/10] N.C.  

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Data de lançamento: 7 de Janeiro de 2014
Nota de estúdio: produzido por Andy Classen no Stage One Studio (Alemanha).
Estilo: thrash/death metal
Origem: Holanda
Formação: 1992 (como Occult) / 2005 (como Legion Of The Damned)
Artwork: Wes Benscoter

Alinhamento:
1. "The Apocalyptic Surge" (01:25)            
2. "Howling For Armageddon" (04:23)   
3. "Black Baron" (04:22)         
4. "Mountain Wolves Under A Crescent Moon" (04:31)   
5. "Ravenous Abomination" (05:53)   
6. "Doom Priest" (04:55)   
7. "Summon All Hate" (04:28)
8. "Morbid Death" (03:54)      
9. "Bury Me In A Nameless Grave" (04:36)
10. "Armalite Assassin" (03:49)
11. "Strike Of The Apocalypse" (04:10)
Duração: 45 minutos  

Elementos:
- Maurice Swinkles (voz)
- Twan van Geel (guitarra)
- Hein Willekens (guitarra ao vivo)
- Harold Gielen (baixo)
- Erik Fleuren (bateria)

Discografia:
- "Malevolent Rapture" (CD - 2006)
- "Sons Of The Jackal" (CD - 2007)
- "Feel The Blade" (CD - 2008 / reedição de "Elegy For The Weak" dos Occult com temas bónus e DVD)
- "Cult Of The Dead" (CD - 2008)
- "Full Of Hate" (CD compilação - 2009)
- "Slaughtering..." (CD ao vivo - 2010)
- "Imperial Anthems Vol. 11" (split - 2013)
- "Party.San Metal Open Air - Hell Is Here - Sampler" (split - 2013)
- "Summon All Hate" (single - 2013)
- "Kreator / Legion Of The Damned" (split - 2013)
- "Ravenous Plague" (CD - 2014)



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Van Canto: novo videoclip «Badaboom» apresentado

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Conhecidos pelo arrojo de reproduzirem todos os seus instrumentos com a boca, excepto a bateria, os germânicos Van Canto acabam de apresentar o videoclip para "Badaboom", primeiro avanço do seu quinto álbum de originais, "Dawn Of The Brave", no mercado a 7 de Fevereiro com selo Napalm Records.

O sucessor "Break The Silence", de 2011, teve à produção Charlie Bauerfeind [Blind Guardian, Helloween] e Ronald Prent [Manowar, Within Temptation].

O sexteto formado em 2006 e classificado como praticante de "a capella metal", descreve este disco como "um ligeiro passo em frente", contando com um coro de 200 fãs da banda. "Será maior, mais cheio e com as vozes mais poderosas de sempre", vaticinam.





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Vista Chino: «Sweet Remain» é novo videoclip

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Os Vista Chino, nova configuração artística de Brant Bjork e John Garcia, dois dos fundadores dos lendários stoner rockers Kyuss, apresentaram recentemente o videoclip para "Sweet Remain". Este é um dos temas que compõe o álbum de estreia "Peace", editado a 2 de Setembro pela Napalm Records.

Os Vista Chino foram criados na ressaca de um processo judicial entre Bjork, Garcia e seus ex-companheiros nos Kyuss, Josh Homme e Scott Reeder, que proibiam a utilização do nome Kyuss Lives!.

Os Vista Chino são ainda compostos pelo guitarrista Bruno Fevery e acompanhados na estrada pelo baixista Mike Dean dos Corrosion Of Conformity.  


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Deadlock: videoclip de «The Great Pretender» disponível


Foi hoje apresentado o novo videoclip do grupo de death metal melódico alemão Deadlock. Chama-se "The Great Pretender" e integra o seu sexto longa-duração, "The Arsonist", lançado a 26 de Julho pela austríaca Napalm Records.

O sucessor de "Bizarro World", de 2011, foi captado nos Chemical Burn Studios por Alexander Dietz [Heaven Shall Burn] e misturado por Eike Fresse [Callejon, Gamma Ray] nos Hammer Studios, na Alemanha. Já a masterização foi assinada por Olman Viper [Caliban, Emil Bulls] nos Hertzwerk Studios. Para fechar a ficha técnica, o artwork foi autoria de Niklas Sundin [Dark Tranquillity].


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Review - Visions Of Atlantis - "Ethera"

VISIONS OF ATLANTIS
“Ethera”
[CD – Napalm Records]

Pela primeira vez na história dos Visions Of Atlantis é lançado um longa-duração com a mesma dupla de vocalistas que o seu antecessor. No entanto, o line-up da banda sofreu alterações a nível de guitarrista e baixista – o que talvez explique a sonoridade (ainda) mais comercial deste “Ethera”.

“The Ark” foi uma escolha curiosa para tema de abertura, pois apesar do seu primeiro minuto soar a uma introdução épica, típica deste género de banda, o resto da música é bastante monótona, de um ritmo apagado ao invés da vivacidade esfusiante com que uma primeira faixa normalmente costuma cativar o ouvinte. Mas a verdade é que todo o álbum falha nesse departamento, a energia do metal substituída pela leve animosidade do pop.

Com excepção de “Burden Of Divinity”, que começa com uma alegre peça de guitarra, e da balada “Cave Behind The Waterfall”, cujos primeiros acordes saem de uma guitarra acústica, todos os temas têm uma introdução de teclas bastante similar entre si, com excepção de “A.E.O.N. 19th” em que essas teclas acrescentam alguns efeitos electrónicos, ainda que brandos. Poder-se-ia dizer que é a marca de água dos Visions Of Atlantis, mas no que toca a marcas de água, é muito fraca.

“Vicious Circle” é a outra balada, mas para o ouvinte mais exigente todos os temas soarão “suaves”, podendo até discordar com a etiqueta “metal” que ainda é-lhes atribuída. E do “sinfónico” resta também muito pouco. Mesmo “Machinage” e as já referidas “Burden Of Divinity” e “A.E.O.N. 19th” não apagam essa ideia, até porque o seu ritmo mais espevitado é claramente comercial.

Não é o empenho dos músicos que está em causa, estes certamente tendo trabalhado de corpo e alma em “Ethera”. É o seu resultado que deixa uma impressão sem textura nem relevo. [4.5/10] R.L.

Data de lançamento: 22 de Março de 2013
Nota de estúdio: produzido e misturado por Frank Pitters e Jakob Grabmayr nos Wildonemusic Studios; masterizado por Mika Jussila nos Finnvox Studios (Finlândia).
Estilo: metal sinfónico
Origem: Bruck an der Mur (Áustria)
Formação: 2000

Alinhamento:
1. “The Ark” (4:29)
2. “Machinage” (3:33)
3. “Avatara” (4:50)
4. “Vicious Circle” (4:28)
5. “Hypnotized” (4:20)
6. “Tlaloc’s Grace” (4:05)
7. “Burden Of Divinity” (3:39)
8. “Cave Behind The Waterfall” (3:52)
9. “A.E.O.N. 19th” (4:10)
10. “Bestiality vs. Integrity” (4:36)
11. “Cleric’s Emotion” (5:08)
Duração: 47:18 minutos

Elementos:
- Mario Plank (voz)
- Maxi Nil (voz)
- Cris Tian (guitarras)
- Martin Harb (teclas)
- Thomas Caser (bateria)

Discografia:
- “Eternal Endless Infinity” (CD – 2002)
- “Cast Away” (CD – 2004)
- “Trinity” (CD – 2007)
- “Delta” (CD – 2011)
- “Maria Magdalena” (EP – 2011)
- “Ethera” (CD – 2013)


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Tristania: novo álbum em Maio, capa revelada

31 de Maio é a data de lançamento agendada para o regresso dos noruegueses Tristania. Sob o título "Darkest White", o grupo volta assim às edições pela Napalm Records.

Entretanto, a banda de death/gothic metal sinfónico revelou a capa do sucessor de "Rubicon", de 2010, assinada por Eliran Kantor que já trabalhou com nomes como Testament, Sodom e Hatebreed. "A sua pintura para a capa deixou-nos sem palavras", confessou o guitarrista Anders Hoyvik Hidle.

É também dito que os Tristania aplicam uma visão consideravelmente mais obscura neste álbum em relação ao seu fundo de catálogo, tanto musical como liricamente. A dinâmica será também acentuada, com os temas a variarem "da agressão brutal mais primária até aos mais frágeis e mordazes momentos".

Entretanto, um teaser com alguns excertos de "Darkest White" pode ser conferido abaixo.






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Serenity: novo videoclip inspirado em Elizabeth Bathory?

Os austríacos disponibilizaram hoje o primeiro videoclip do seu novo disco, "War Of Ages", que foi lançado na passada segunda-feira (25 de Março) pela Napalm Records. O tema chama-se "Wings Of Madness" e abre o alinhamento do quarto longa-duração do grupo de metal sinfónico.

O sucessor de "Death & Legacy" é tido como um marco de mudança na carreira do grupo com a inclusão definitiva da vocalista Clémentine Delauney (que já os acompanhava ao vivo), ficando assim a funcionar com dois vocalistas, sendo o outro Georg Neuhauser.


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Review - Audrey Horne - "Youngblood"

AUDREY HORNE
“Youngblood”
[CD – Napalm Records]

No episódio piloto da série de David Lynch “Twin Peaks”, a personagem Audrey Horne arruína a possibilidade de um contrato milionário entre o seu pai e um grupo de investidores noruegueses. Doze anos depois, seis noruegueses dão o nome dessa personagem à sua banda mas nada arruínam com isso. Pelo contrário – provam que não é só black metal que o seu país produz de melhor.

Se os seus primeiros lançamentos apresentavam uma vertente de rock alternativo, “Audrey Horne” (2010) revelava uma natureza hard rock mais pura, mais clássica, que segundo o vocalista Torkjell “Toschie” Rød foi a orientação que sempre quiseram tomar. Mas é com este “Youngblood” que chegam em pleno a esse destino, um álbum “ainda mais clássico”, de uma sonoridade a la Deep Purple ou Uriah Heep remetida para os dias de hoje.

Quer seja o ritmo solto e irreverente de “Redemption Blues”, “Straight Into Your Grave” ou “This Ends Here”, o andamento mais furtivo de “There Goes A Lady” e “Cards With The Devil”, ou até a melancolia de “The Open Sea” e “The King Is Dead”, todas as cadências ficam facilmente no ouvido. E o número certo de floreados discretos enriquece sem comprometer a simplicidade/naturalidade das melodias.

Utilizando o título do álbum, há “sangue jovem” a perpetuar a qualidade do legado do hard rock clássico. [8.5/10] R.L.

Data de lançamento: 4 de Fevereiro de 2013
Nota de estúdio: produzido por Even “Magnet” Johansen
Estilo: hard rock
Origem: Bergen (Noruega)
Formação: 2002

Alinhamento:
1. “Redemption Blues” (4:37)
2. “Straight Into Your Grave” (3:50)
3. “Youngblood” (4:36)
4. “There Goes A Lady” (3:52)
5. “Show And Tell” (4:48)
6. “Cards With The Devil” (4:08)
7. “Pretty Little Sunshine” (3:42)
8. “The Open Sea” (4:24)      
9. “This Ends Here” (3:52)
10. “The King Is Dead” (5:13)
Duração: 43:02         

Elementos:
- Toschie (voz)
- Ice Dale (guitarra)
- Thomas Tofthagen (guitarra)
- Espen Lien (baixo)
- Kjetil Greve (bateria)

Discografia:
- “Confessions & Alcohol” (EP – 2005)
- “No Hay Banda” (CD – 2005)           
- “Le Fol” (CD – 2007)
- “Audrey Horne” (CD – 2010)
- “Youngblood” (CD – 2013)   

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Tiamat: novo videoclip disponível

Os lendários góticos suecos Tiamat acabam de lançar o videoclip para "384". A faixa consta do seu mais recente álbum, "The Scarred People", editado em Novembro último pela Napalm Records.

O seu décimo longa-duração e sucessor de "Amanethes", de 2008, é composto por dez novas faixas, incluindo mais cinco bónus no formato digipack. As gravações decorreram nos Woodhouse Studios, na Alemanha, com o produtor Siggi Bemm. O vocalista e guitarrista Johan Edlund foi o autor do artwork.

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Legion Of The Damned: regressam a «casa» para registar novo álbum

Dois anos depois de "Descent Into Chaos", os thrashers holandeses Legion Of The Damned regressam a estúdio para registar o seu sexto longa-duração. O processo inicia-se em Março com Andy Classen [Tankard, Krisiun, Holy Moses], produtor com gravaram todos os discos até à data, excepto "Descent Into Chaos" que teve assinatura de Peter Tägtgren.

A banda realça a importância de Classen para extrair todas as capacidades da banda e diz acreditar que o "coração" da banda bate no seu estúdio, Stage One Studio, na Alemanha. Para além disso, preservam o ambiente mais familiar deste local para que o estreante guitarrista Twan van Geel possa sentir-se mais próximo do espírito da banda.

O novo álbum dos Legion Of The Damned terá por título "Ravenous Plague" e é aguardado para o final do ano pela Napalm Records.

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Review - Finsterforst - "Rastlos"

FINSTERFORST
"Rastlos"
[CD - Napalm Records]

Quando pensamos em black metal pagão ou viking metal, Quorthon e os seus Bathory ocorrem-nos imediatamente à memória. A sua herança é absolutamente incontornável em bandas como estes germânicos, com a diferença de que o mote são os cenários da Schwarzwald (Floresta Negra), de onde são originários. Para além disso, a produção atinge um notável pico de excelência, com, desta vez, o grupo a recorrer a instrumentos reais para criar uma densa, assombrosa e épica banda-sonora que nos vai emergir em outros planos temporais e sensoriais.

Ao terceiro longa-duração, os Finsterforst dão um salto de gigante na assunção de uma posição de referência dentro do género. Com as suas longas e intricadas composições, conseguem criar cenários de beleza cândida em contraposição com momentos de fúria bélica. As orquestrações assumem indiscutível destaque, com referência para "Stirbt Zuletzt". A melodia e o ambiente que paira sobre a maioria destes temas é de uma intensidade pouco comum e apesar da duração acrescida dos temas, nunca os deixam cair em espaços mortos.

Com "Rastlos" arrisca-se a dizer que, mesmo para os mais aversos ao género, é impossível ficar indiferente à aura que transborda destes sete temas. Conjugar tantos instrumentos (com destaque para o conjunto de metais, acordeão e flauta) e obter uma obra tão dinâmica não é apenas uma questão de técnica. Há muito sentimento em carne viva por aqui, algo que já rareia por estes meandros. [8.5/10] N.C.

Data de lançamento: 26 de Novembro de 2012
Nota de estúdio: não disponível
Estilo: folk/pagan/black metal
Formação: 2004
Origem: Schwarzwald (Alemanha)

Alinhamento:
1. "Nichts als Asche" (13:41)
2. "Fremd" (12:42)
3. "Am Scheideweg" (1:30)
4. "Stirbt Zuletzt" (10:38)
5. "Ein Lichtschein" (14:05)
6. "Rast" (2:02)
7. "Flammenrausch" (22:50)
Duração: 77 minutos

Elementos:
- Oliver Berlin (voz)
- David Schuldis (guitarra)
- Simon Schillinger (guitarra)
- Tobias Weinreich (baixo)
- Johannes Joseph (acordeão, voz)
- Sebastian Scherrer (teclado)
- Cornelius Heck (bateria)

Discografia:
- "Wiege der Finsternis" (EP - 2006)
- "Weltenkraft" (CD - 2007)
- "...zum Tode hin (CD - 2009)
- "Urwerk" (CD compilação - 2010)
- "Rastlos" (CD - 2012)



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Týr assinam pela Metal Blade Records

Naturais das Ilhas Faroé, os Týr, famosos pela sua sonoridade folk metal progressiva, acabam de assinar contracto com a alemã Metal Blade para a edição dos seus três próximos álbuns. A banda põe assim fim largos anos de ligação à austríaca Napalm Records.

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Grave Digger lançam champô e gel de duche

A notícia encaixaria melhor num universo Kiss, Mötley Crue ou Metallica, mas aí está: um pack champô e gel de duche Grave Digger.

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Grave Digger revelam título de novo álbum

"Clash Of The Gods" é o título do 16º álbum da carreira dos lendários germânicos Grave Digger. A edição está a cargo da Napalm Records no dia 31 de Agosto.

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