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Orphaned Land: membro fundador abandona

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Fotografia: Alexandra Cardoso Zeevy

Os israelitas Orphaned Land anunciaram hoje a saída do guitarrista Yossi Sassi. É colocado assim termo a uma ligação de 23 anos.

"Durante a nossa adolescência fomos veias do mesmo corpo e alma e criámos um reino de luz. No entanto, respeitamos que tomar caminhos diferentes faz parte da vida", confessa a banda em comunicado nos seus sítios online, afirmando que tal situação não é inédita e que não está em causa o futuro do projecto. "Estas situações já ocorreram a bandas maiores e melhores do que os Orphaned Land e o importante é que continuaremos irmãos, enquanto a porta se mantém aberta para ambos os lados. (...) Continuamos perfeitamente empenhados em atingir os nossos próximos objectivos."

Já Yossi enaltece a necessidade de seguir outros caminhos na sua vida. "Nunca pensei um dia escrever estas palavras. Porém, se há algo tão forte como o nosso passado é o nosso futuro e os nossos sonhos, à medida que evoluímos e compreendemos o que é correcto para nós. (...) Sinto que que agora, por todas as razões que posso e não posso mudar, chegou a altura de perseguir novos sonhos."

Yossi adianta que estará concentrado nos próximos tempos com a conclusão do seu novo disco a solo, "Desert Butterflies", e que este contará com colaborações de Ron "Bumblefoot" Thal [Guns N' Roses], Marty Friedman [ex-Megadeth], Mariangela Demurtas [Tristania], entre outros. 

Os Orphaned Land, conhecidos por fundir com excelência elementos da música oriental com o metal, encontram-se a promover o seu quinto longa-duração, "All Is One", editado em Junho de 2013 pela Century Media. 

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Roger Waters pede a artistas que boicotem Israel


O músico e co-fundador dos Pink Floyd escreveu uma carta aberta em que apela aos colegas músicos que boicotem Israel.

"Escrevo-vos agora, meus irmãos e irmãs da família do Rock and Roll, para vos pedir que se juntem a mim e milhares de outros artistas em todo o mundo e declarem um boicote cultural a Israel", escreveu na sua página do Facebook, numa carta aberta.

Leia mais em DN.pt.

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Review - Orphaned Land - "All Is One"

ORPHANED LAND
“All Is One”
[CD – Century Media]

Desde o início da sua carreira que os Orphaned Land apelam à tolerância política e religiosa, e dado o título e capa deste último trabalho, ainda antes de ouvirmos as letras já sabemos que a mensagem permanece a mesma. A música, no entanto, é que mudou.

Usando as palavras de Kobi Fahri, a banda decidiu que estava na altura de fazer algo menos complexo, com temas ligeiramente mais curtos e melódicos, e as letras sem abstratismos ou metáforas, de modo a não haver margem para segundas interpretações. E provavelmente pelo mesmo motivo, o tom gutural de Fahri é apenas ouvido numa música, e por breves momentos, numa letra que é mais sombriamente proclamada do que cantada (“Fail”).

A vivacidade do tema-título, criada tanto pelos sons do Médio Oriente como pelo coro turco de 25 vozes, não é propriamente o que se esperaria dos Orphaned Land, ainda para mais quando o riff base da guitarra eléctrica soa tão monocórdico. Mas não deixa de ser um tema bem estruturado e que, afinal, atingiu os seus objectivos: simplicidade e diversidade,

“Brother” e “Children” são ambas baladas tristes, mas a segunda tem uma sonoridade mais trágica, a primeira suavizada por violinos.

“Let The Truce Be Known” lembra levemente o doom de outrora, mas os restantes temas quase que parecem pertencer a uma banda diferente. Da mistura de metal com os sons arábicos, apenas estes ficaram e o metal foi substituído por um rock pouco progressivo. Dizer que este é o seu álbum mais comercial pode soar pejorativo e não é isso que se pretende, dada a qualidade da composição e interpretação, ao mais pequeno detalhe. Mas “All Is One” é, sem dúvida, o álbum mais acessível dos Orphaned Land e nem todos os fãs verão com bons olhos essa acessibilidade. [7/10] R.L.

Data de lançamento: 24 de Junho de 2013
Nota de estúdio: gravado em Israel, Turquia e Suécia; misturado por Jens Bogren.
Estilo: metal progressivo/oriental
Origem: Bat-Yam/Petah-Tikva (Israel)
Formação: 1991

Alinhamento:
1. “All Is One” (04:32)
2. “The Simple Man” (04:53)
3. “Brother” (04:55)
4. “Let The Truce Be Known” (05:31)
5. “Through Fire And Water” (04:08)
6. “Fail” (06:03)
7. “Freedom” (03:17)
8. “Shama'im” (03:56)
9. “Ya Benaye” (04:37)
10. “Our Own Messiah” (05:21)
11. “Children” (07:09)
Duração: 54:25

Elementos:
- Kobi Farhi (voz)
- Uri Zelha (baixo)
- Yossi Sassi (guitarras/bouzouki/cumbus)
- Chen Balbus (guitarras/Glockenspiel/teclas / programação)
- Matan Shmuely (bateria)

Discografia:
- “The Beloved’s Cry” (Demo – 1993)
- “Sahara” (CD – 1994)
- “El Norra Alila” (CD – 1996)
- “Mabool – The Story Of The Three Sons Of Seven” (CD – 2004)
- “Ararat” (EP – 2005)
- “The Never Ending Way Of ORWarriOR” (2010)
- “The Road To OR:Shalem” (CD ao vivo / DVD – 2011)
- “All Is One” (CD – 2013)



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Orphaned Land: novo tema para escuta


Os israelitas Orphaned Land divulgaram hoje o lyric video para o tema "Our Own Messiah" (abaixo). O grupo de metal progressivo/oriental lança o seu novo álbum "All Is One" a 24 de Junho pela Century Media.

O vocalista Kobi Farhi considera "o melhor disco da carreira dos Orphaned Land". "Sinto que elevamos cada aspecto da nossa música a um novo patamar - na forma de escrever, de fazer os arranjos, de tocar e produzir", realçou.

O sucessor de "The Never Ending Way Of ORwarrior", de 2010, foi captado em estúdios na Túrquia, Suécia e Israel e conta com mais de 40 pessoas convidadas, entre coro, violinistas e instrumentos tradicionais.

Ainda segundo Farhi, a sonoridade dos Orphaned Land é única porque não parte da mente de apenas uma pessoa. "A nossa receita secreta reside no facto de, ao contrário de muitas outras bandas, os Orphaned Land não seguirem apenas uma pessoa que escreve tudo. Funcionamos na lógica de todos em um (all is one)", aponta.

Também para seguir a sua filosofia de mensagem unificadora dos povos e crenças, a capa deste trabalho, assinada por Metastazis [Paradise Lost, As I Lay Dying], ilustra a ligação dos símbolos das três maiores religiões do mundo.

A banda já anunciou no seu Facebook que na próxima semana será divulgado mais um tema de "All Is One".

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Orphaned Land: arrancam gravações de novo álbum

A primeira fase de gravação do novo álbum dos Orphaned Land já decorre em Istambul, na Turquia. Segundo o grupo de metal progressivo israelita, o processo passará ainda por estúdios em Israel e Suécia.

Este disco surge praticamente três anos depois de "The Never Ending Way Of ORwarrior" e marca a estreia do guitarrista Chen Balbus que substitui Matty Svatizky, afastado da banda desde Junho devido a questões "pessoais e profissionais".

Em 2011, os Orphaned Land editaram o DVD "The Road To OR-Shalem" através da Century Media. 

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Review - Sonne Adam - "Messengers Of Desolate Way"

SONNE ADAM
"Messengers Of Desolate Ways"
[CD - Century Media]

Os Sonne Adam são uma banda oriunda de Israel que se juntou em 2007 (na altura apenas como duo) com o objectivo de, segundo os próprios, "criar uma sonoridade death metal na linha dos primórdios dos Paradise Lost mas com um toque descaradamente maligno e blasfemo e uma pitada de Morbid Angel".

Seguiram-se três anos para preparar a poção e afinar todos os pormenores e, desde 2010, a banda não tem parado. Lançaram o álbum de estreia, "Transformation", em 2011, álbum esse que foi precedido, no ano anterior, pelo EP "Armed With Hammers" e sucedido, já no presente ano, por mais dois EP's, dando um total de três EP's lançados apenas em vinil.

E é sobre esses três registos que assenta este lançamento - uma compilação de todos os temas gravados nesses EP's, acrescidos de três temas inéditos.

Em relação ao álbum em si, pouco haverá a dizer, precisamente por se tratar de uma compilação. O som é o característico dos Sonne Adam, influenciado não só pelas bandas em que os próprios assumem inspirar-se, mas como por outras do género, nunca esquecendo a sua identidade e cultura própria. Um toque atmosférico sublime nas músicas e trechos a fazerem-nos remontar ao seu país de origem, diferenciam esta banda de muitas outras do género. A ordem das músicas é a mesma de cada EP e a divisória é feita precisamente pelos três temas novos: uma cover e um mix de "Funeral Marches To The Grave", original dos Thorns e um tema original, "No Blood Flow". Mesmo na cover os Sonne Adam conseguiram dar o seu cunho pessoal, tornando-a diferente mas reconhecível.

Em "No Blood Flow", a única música nova (e original) da compilação é visível um duo bastante energético, sendo esta uma das músicas mais rápidas do disco.

Para alguns, a (pouca) qualidade do som será um defeito mas, pessoalmente, penso que nalguns casos (como o deste álbum) essa fraca qualidade ajuda à mística do death metal e à mensagem que a banda quer passar. Não sendo um álbum que traz muito de novo, é sem dúvida capaz de aguçar a cobiça de qualquer fã para comprá-lo. Um óptimo lançamento que nos deixa agora com sede de mais e a aguardar pelo próximo longa-duração dos Sonne Adam. [8/10] B.C.

Data de lançamento: 22 de Outubro de 2012
Nota de estúdio: Não disponível
Estilo: death/doom metal
Origem: Israel
Formação: 2007
Artwork: Metastasis.com

Alinhamento:
1. "Hater Of Mankind" (7:15)
2. "The Day I Chose To Rot" (5:46)
3. "World Of Everlasting Darkness" (5:48)
4. "Bestow The Crown Of Death" (4:08)
5. "The Deceiver Of The Desolations" (5:47)
6. "Olam Belehavoth" (6:39)
7. "Funeral Marches To The Grave" (cover de Thorns) (8:00)
8. "The Way" (5:18)
9. "Armed With Hammers" (3:52)
10. "The Serpents Harvest" (cover de Darkthrone) (3:40)
11. "I Dream The Devil Sign" (3:41)
12. "No Blood Flow" (6:11)
13. "The Sun Is Dead" (4:04)
14. "Inside His Mark" (4:21)
15. "Funeral Marches To The Grave" (original dos Thorns com mistura de Melek-Tha) (6:47)
Duração: 81 minutos

Elementos:
- Davidov (guitarra/voz)
- Rogovets (guitarra)
- Neman (baixo/vozes secundárias)
- Steel (bateria)

Discografia:
- "Armed With Hammers" (EP - 2010)
- "Transformation" (CD - 2011)
- "The Sun Is Dead" (EP - 2012)
- "Doctrines Of Dark Devotion" (EP - 2012)
- "Messengers Of Desolate Ways" (CD - 2012)


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