Grande Reportagem - Património distorcido - o rock e o metal na ilha Terceira
| R.I.P. |
Ainda que longe do simbolismo das touradas, dos santos populares e
do património mundial de Angra do Heroísmo, a ilha Terceira preserva interessantes
tradições na música alternativa, nomeadamente no rock e heavy metal.
No início e meados da década de 90 bandas como os R.I.P., Gods Sin, Deathfull, Karma, Enuma Elish ou
Manifesto deram o exemplo a um movimento hoje em dia conduzido por nomes como Anomally, Code Of Hypocrisy, Eyes For The Blind ou Somnium. Todavia,
a sua sobrevivência circunscreve-se a uma forte disputa com as vicissitudes de uma
sociedade que os seus intervenientes de traje negro consideram conservadora e demograficamente
limitada, e em que a visão política também não lhes é favorável.





