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Colosso estreiam novo videoclip «Ecosystem»

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Os portuenses Colosso estrearam hoje na Blank TV o videoclip para "Ecosystem" do seu mais recente EP "Thallium". A Blank TV é um dos mais extensos arquivos de vídeos online dedicados à música alternativa e independente.

"Ecosystem" foi realizado por Raquel Lemos com o apoio de Elsa Santos e Inês Amaral. 

O colectivo de death metal progressivo liderado por Max Tomé continua a promoção de "Thallium", editado em Outubro, e que terá ponto alto a 31 de Julho e 1 de Agosto quando actuarem nas primeiras partes dos lendários Obituary no Hard Club, no Porto, e no Cine-Teatro de Corroios, respectivamente. Vão também estar nessas ocasiões os We Are The Damned, Bleeding Display e Dementia 13.

"Thallium" foi gravado, misturado e masterizado por Max Tomé nos HNK Studios, com excepção da bateria, gravada por Pedro Mendes no estúdio Casa do Xiné. Já o artwork foi da responsabilidade de Miguel Ministro.

O álbum de estreia "Abrasive Peace" foi editado em Março de 2012 e reeditado em 2013 pela Mulligore em duas versões distintas, incluindo formato instrumental sob o título "Peaceful Abrasiveness".


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«13 Portuguese Metal Compilation Vol. 2» já disponível para download gratuito

Malevolence, Rackseed, Colosso, Booby Trap, Murk, Burn Damage, Hipérion, Ancient Horde, Serrabulho, Scarificare, Ravensire, Gwydion e The Unholy são as bandas seleccionadas para integrar o segundo volume de "13 Portuguese Metal Compilation".

A sua edição, que inclui exclusivamente temas lançados fisicamente no último semestre, foi lançada a 20 de Janeiro e está disponível para download gratuito através do Facebook e blogue do projecto.

Abaixo é possível ver a capa de "13 Portuguese Metal Compilation", concebida por Augusto Peixoto [IrondoomDesign], também responsável pelo grafismo do primeiro volume. O download do disco faz-se acompanhar do artwork completo. 

A "13 Portuguese Metal Compilation" é uma iniciativa de João Pereira, baixista dos Cruz de Ferro, que  visa levar o metal nacional a "um público mais vasto dentro e fora das nossas fronteiras, querendo ser uma montra actualizada do underground metálico português".

O primeiro volume foi editado em Agosto de 2013 e incluiu os Soul Of Anubis, The Medusa Smile, Leather Synn, Utopium, Dementia 13, Mindfeeder, My Deception, Head:Stoned, Destroyers Of All, Negative Ground, Primal Attack, Human Hate e Past Undone (descarregue gratuitamente aqui). 

Em 13metalcomp.blogspot.pt é ainda possível aceder a informação detalhada sobre todas as bandas envolvidas.

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Pão Demónio: conheça a outra face de Marcelo Aires [Colosso, Nebulous]

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Os Pão Demónio são um projecto formado nos últimos meses no Porto e que conta com a presença do baterista Marcelo Rúben Aires. No entanto, o projecto explana uma sonoridade bem distante do metal por que Aires tem ficado conhecido com os Colosso, Nebulous ou Oblique Rain.

O grupo composto ainda por Fábio Almeida no saxofone e processadores, Nuno Trocado na guitarra e processadores e Ricardo Pinto nos teclados, descreve-se como uma mistura de jazz contemporâneo com sons acústicos e electrónicos, não ficando de fora o groove e a apetência para o improviso.

Este ano Aires já assinou o EP "Thallium" dos Colosso e o disco de estreia homónimo dos Nebulous. No entanto, isso não lhe impede de abraçar outras iniciativas. "Gosto muito de ter vários projectos onde me possa exprimir completamente musicalmente", diz o professor de percussão de 23 anos. 

Na forja estão ainda trabalhos dos Sleeping Pulse, que partilha com Luís Fazendeiro dos Painted Black e Mick Moss dos britânicos Antimatter, e o projecto sucessor dos Oblique Rain, com o qual Aires avançou que já decorrem as captações do álbum de estreia. 

No início do ano Aires participou ainda na banda sonora do espectáculo da Ensemble Sociedade de Actores "Madalena", em conjunto com Ricardo Pinto, cujas influências vão desde os Meshuggah aos Korn e Decapitated.

Até ao momento os Pão Demónio disponibilizaram para escuta os temas "Viagem ao Centro da Terra", "Karamázov" e "Efeitos Secundários". Também disponível está um canal de vídeos exclusivo da banda (aqui).







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Entrevista Colosso

GEOMETRIA TÓXICA
"Não sei se as pessoas estão preparadas para mudanças deste tipo, mas é aquilo que queremos fazer"

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"Chocou" o underground nacional há um ano com um portento de death metal progressivo chamado "Abrasive Peace". Ainda mais surpreendente por ser idealizado por um único cérebro e apoiado na bateria de Dirk Verbeuren [Soilwork]. Em pouco tempo muita coisa mudou. Saíram suficientemente da sombra e o seu próprio mentor, Max Tomé (entre outras coisas conhecido como a voz dos Holocausto Canibal nos últimos discos) também reconsiderou o formato do projecto e transformou-o em banda. Reconhece que é algo muito mais divertido e que nem as "salas vazias" do país resfriam a sua vontade de subir ao palco. E para isso tem agora um novo registo para apresentar. "Thallium" são "apenas" seis temas, cerca de vinte minutos de uma viagem sinuosa pelos meandros de um metal experimental baseado em ambientes sinistros e bipolares, com a técnica a ser apenas uma mero acessório para um mundo de complexas sensibilidades.   

Curiosamente, tálio é um elemento químico que se apresenta como um metal branco. Que relação tem o espírito ou possível conceito deste disco com o seu título?
A utilização do título “Thallium” tem mais a ver com o facto do tálio ser um metal altamente tóxico. Como este EP nos soa bem mais obscuro que o primeiro álbum (tanto a nível musical como de letras), este título pareceu-nos interessante e apropriado.

Pouco mais de um ano depois está de regresso com os Colosso. Será que se pode falar em excesso de inspiração (uma inspiração natural) ou a boa recepção a "Abrasive Peace" também potenciou a criatividade?
É uma pergunta interessante, dado que os temas presentes em “Thallium” foram compostos ainda antes dos temas do “Abrasive Peace”. Apesar disto, como todos gostamos destes temas, decidimos fazer um lançamento em que os mesmos fossem integrados.

Como havia anunciado recentemente, este seria um trabalho ligeiramente diferente do seu antecessor. Não será um corte abrupto em relação ao passado, mas talvez um aprofundar do experimentalismo que poderá surpreender quem ainda tem "Abrasive Peace" bem fresco nos ouvidos. Concorda? Acha que as pessoas estão "preparadas" para "Thallium"?
Sim, estes novos temas abordam o nosso lado mais experimental e era isso mesmo que queríamos fazer num segundo trabalho. Daí termos “aproveitado” estes temas mais antigos. Sinceramente, não sei se as pessoas estão preparadas para mudanças deste tipo, mas é aquilo que queremos fazer como banda – álbuns relativamente distintos e diferentes entre si. Apesar disto, acho que se nota que é a mesma banda, mesmo que alguma da ferocidade latente no “Abrasive Peace” tenha ficado de fora…

Afirmou também há cerca de um ano que este não seria um produto "feito industrialmente e já praticado por milhares pelo mundo fora". Foi isto que levou "Thallium" a seguir um caminho distinto e será essa imprevisibilidade/independência que pautará os lançamentos dos Colosso?
Sim, era isso mesmo que queria dizer com essa afirmação. Queremos explorar e misturar todas as nossas influências e tentar que cada lançamento seja relativamente distinto dos anteriores.

Passando à questão da constituição de banda, como tem sido trabalhar com os seus novos colegas e, sobretudo, as maiores vantagens de deixar de ser a única mente - supostamente - a pensar em tudo?
Tem sido muito bom! Tira-me montes de pressão e trabalho de cima dos ombros! Além de serem todos músicos excepcionais, são excelentes com ideias e na gestão da banda – algo que é essencial quando se faz absolutamente tudo sobre o mote "do it yourself".

Seria, à partida, pouco expectável que Dirk Verbeuren continuasse a participar no projecto, única e exclusivamente pela sua preenchida agenda. No entanto, conseguiu convencer-se facilmente disso ou foi uma colaboração que pensava ser pontual desde o início?
Sempre tive a ideia que seria uma colaboração pontual. Cheguei a pensar fazer vários álbuns com bateristas diferentes, mas essa ideia caiu por terra assim que comecei a tocar e a trocar ideias com o Marcelo Aires.

Ele já ouviu o trabalho? 
Enviei-lhe uma cópia, mas (ainda) não obtive resposta… Provavelmente passou-lhe ao lado, dada a agenda brutal que tem!

Por outro lado, como tem funcionado os temas antigos agora que são tocados por vários músicos? Normalmente é difícil evitar certos "tiques" naturais de cada um... Será que se estão a preocupar em interpretar ipsis verbis os temas de "Abrasive Peace"?
Não estamos muito preocupados em interpretar ao limite aquilo que foi gravado. Conforme vamos ensaiando os temas vão evoluindo e vamos adicionando pequenos novos arranjos que, na minha humilde opinião, tornam os temas mais interessantes. Se temos algum objectivo na interpretação dos temas ao vivo é tentar fazer com que soem melhor do que na gravação.

Continuando ainda a análise a este novo formato de banda, recorde-se que afirmou em 2012 à SounD(/)ZonE que este era um projecto de estúdio, até porque dizia estar "cansado de tocar para salas vazias". O que o fez verdadeiramente mudar de ideias?
Não mudei muito aquilo que sinto, daí termos tido muito cuidado a marcar concertos… Mas cansei-me, também, de tocar sozinho… é muito mais divertido tocar em conjunto – apesar de todo o trabalho e tempo que se tem que despender – e essa foi a principal razão para tentar formar a banda.

Consegue descrever as maiores características dos seus novos colegas? Será que pensa: com o Marcelo vou ter mais dinâmica, com o André vou ter mais groove, com o António vou ter mais complexidade rítmica, etc.? 
São todos músicos excepcionais e absurdamente dedicados. O Marcelo Aires é dos melhores bateristas portugueses e tem mais que potencial para se tornar dos melhores a nível mundial. O André Lourenço tem um sentido de groove e melodia muito raro hoje em dia. O António Carvalho é dos guitarristas ritmo mais talentosos que conheço. Enfim, podia enumerar mais características, mas essas são as principais. Além disto, e como já disse anteriormente, são uma grande ajuda na gestão da banda! Não me canso de referir isto porque é essencial numa banda underground hoje em dia.

Mais uma vez edita um disco dos Colosso em nome próprio. Continua a ser impossível despertar o interesse de uma editora ou simplesmente, tal como costuma referir, a indústria musical mudou e isso já nem é relevante?
Um pouco de ambas… Pessoalmente, prefiro lançar os discos em edição de autor. Dá-nos outra liberdade criativa (será que poderíamos editar dois álbuns tão diferentes na mesma editora? Não sei…), e permite-nos um contacto mais directo com quem gosta do nosso trabalho e nos quer apoiar. Como banda, debatemos algumas vezes se deveríamos enviar o “Thallium” para alguma editora, mas dado que se trata de um EP (e não de um álbum), a edição deste parecia ainda mais complicada... A opção de lançar em edição de autor acabou por ser a mais fácil e simples!

Sendo que "Thallium" está disponível seguindo a filosofia "pay-what-you-want", será que nos pode confidenciar se tem havido muita generosidade?
Sim, tem superado as nossas espectativas! Obviamente que a maioria das pessoas que fazem o download não paga nada e existem algumas que apenas podem dar algo simbólico, mas felizmente temos tido casos de generosidade inesperada – casos em que pagam duas a três vezes o valor proposto pelo CD, já para não falar nas vendas digitais… Agradecemos profundamente todos os donativos! São o maior elogio que nos podem dar, muito mais do que palavras!

Em termos de promoção eventualmente continua a tratar de tudo sozinho. No entanto, espera que "Abrasive Peace" lhe tenha aberto portas e a tarefa se torne mais fácil? Ou espera voltar a perder muitas horas de sono?
O “Abrasive Peace” fez com que criasse algumas dinâmicas a nível de promoção que agora facilitam na promoção do “Thallium”. Apesar disso, continua a ser muito difícil fazer-nos ouvir. São tantas as bandas a nível nacional e mundial hoje em dia, que acabamos por ser mais uma no monte de e-mails… É a grande desvantagem relativamente a estar numa editora.

Nos próximos meses o que se espera dos Colosso? Datas, outras actividades...
Estamos a agendar concertos em Portugal, estando já formalizado um em Guimarães no Mass Execution Fest II, a 7 de Dezembro. Temos outros concertos e festivais em vista, mas actualmente ainda é cedo para divulgá-los… Temos planeado também a gravação de um vídeo de suporte ao “Thallium” e vamos tentar estar muito activos a nível de concertos durante o resto do ano e em 2014.

Nuno Costa

www.blog.colossometal.com

Adquira "Thallium" aqui.

Ler ainda: 
Review: "Abrasive Peace"



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Colosso: making of «Thallium» apresentado

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A três dias da edição do seu segundo trabalho, o EP "Thallium", o colectivo de death metal progressivo portuense Colosso divulgou um vídeo com algumas cenas de estúdio das mais recentes gravações.

Em meados de Setembro, o grupo liderado pelo multi-instrumentista Max Tomé divulgou também excertos do alinhamento completo de "Thallium" através do Amazon.

Recentemente, Max Tomé afirmou em entrevista ao Heavy Metal Tribune que "Thallium" será diferente da estreia "Abrasive Peace", editada originalmente em Março de 2012.

"Será diferente do nosso álbum de estreia. Vamos explorar mais as nossas influências de Meshuggah, bem como as nossas paisagens sonoras ambientais", começou por dizer o músico também conhecido pela sua colaboração com os Holocausto Canibal. "Podem esperar o mesmo peso e vão notar que os temas foram escritos pela mesma pessoa... mas será diferente", afiança.

Nos últimos meses, e ao contrário do que foi definido à data da formação em 2011, Max Tomé anunciou o recrutamento de vários músicos para finalmente estrearem-se ao vivo. Perante essa ocorrência, o músico projectou ainda a nova forma de trabalhar da banda. "O processo de composição será um pouco diferente. Com uma formação completa todos contribuem com as suas ideias e acabamos por apresentar melhores arranjos, o que resulta em melhores temas." Tomé garante também que tentam sempre "dar um feeling próprio a cada lançamento, experimentando novos sons e influências".

Finda a sua fase "solitária", Tomé explica ainda porque preferiu mudar a seu modus operandi. "Compor e gravar sozinho pode ser divertido, mas apenas por uns tempos. A música tem que ver com tocar com outras pessoas e fazer concertos."

Os Colosso ficam hoje completos com o guitarrista António Carvalho, o baixista André Lourenço e o baterista Marcelo Aires. Em marcha está a preparação de uma digressão nacional e há ainda a possibilidade de cumprirem algumas datas em Espanha.

"Thallium" foi gravado, misturado e masterizado por Max Tomé nos HNK Studios, com excepção da bateria, gravada por Pedro Mendes no estúdio Casa do Xiné. Já o artwork foi da responsabilidade de Miguel Ministro.

A estreia "Abrasive Peace" foi reeditada pela Mulligore a 5 de Junho em duas versões distintas, incluindo formato instrumental sob o título "Peaceful Abrasiveness".

Abaixo é também possível ouvir um preview de "Thallium".






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Colosso: oiça excertos de «Thallium» na íntegra


Foram hoje divulgados no Amazon excertos do alinhamento completo de "Thallium", novo EP da banda de death metal progressivo portuense Colosso. O seu lançamento está agendado para 14 de Outubro.

Recentemente, Max Tomé, mentor do projecto, afirmou em entrevista ao Heavy Metal Tribune que "Thallium" será diferente da estreia "Abrasive Peace", editada originalmente em Março de 2012.

"Será diferente do nosso álbum de estreia. Vamos explorar mais as nossas influências de Meshuggah, bem como as nossas paisagens sonoras ambientais", começou por dizer o multi-instrumentista também conhecido pela sua colaboração com os Holocausto Canibal. "Podem esperar o mesmo peso e vão notar que os temas foram escritos pela mesma pessoa... mas será diferente", afiança.

Nos últimos meses, e ao contrário do esperado desde que Colosso teve origem em 2011, Max Tomé anunciou a constituição do formato banda e uma possível estreia ao vivo. Perante esta nova fase, o músico projectou ainda como será a nova forma de trabalhar da banda. "O processo de composição será um pouco diferente. Com uma formação completa todos contribuem com as suas ideias e acabamos por apresentar melhores arranjos, o que resulta em melhores temas." Tomé garante também que tentam sempre "dar um feeling próprio a cada lançamento, experimentando novos sons e influências".

Finda a sua fase solitária, Tomé explica porque preferiu mudar a sua forma de trabalhar. "Compor e gravar sozinho pode ser divertido, mas apenas por uns tempos. A música tem que ver com tocar com outras pessoas e fazer concertos."

Os Colosso ficam hoje completos com o guitarrista António Carvalho, o baixista André Lourenço e o baterista Marcelo Aires. Em marcha está a preparação de uma digressão nacional de promoção a "Abrasive Peace" para o final do ano, com extensão até 2014, incluindo datas em Espanha.

"Abrasive Peace" foi reeditado pela Mulligore a 5 de Junho em duas versões distintas, incluindo o álbum em formato instrumental sob o título "Peaceful Abrasiveness".




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Max Tomé [Colosso]: «Vamos explorar mais as nossas influências de Meshuggah» em novo EP


Max Tomé, mentor do colectivo de death metal progressivo portuense Colosso, afirmou em entrevista ao Heavy Metal Tribune que o próximo trabalho da banda, o EP "Thallium", será diferente da estreia "Abrasive Peace", editada em Março de 2012.

"Será diferente do nosso álbum de estreia. Vamos explorar mais as nossas influências de Meshuggah, bem como as nossas paisagens sonoras ambientais", começou por dizer o multi-instrumentista também conhecido pela sua colaboração com os Holocausto Canibal. "Podem esperar o mesmo peso e vão notar que os temas foram escritos pela mesma pessoa... mas será diferente", afiança.

Nos últimos meses, e ao contrário do que era esperado desde que Colosso teve origem em 2011, Max Tomé anunciou a constituição do formato banda e que em preparação estava a sua estreia ao vivo. Perante esta nova fase, o músico projectou como será a nova forma de trabalhar da banda. "O processo de composição será um pouco diferente. Com uma formação completa todos contribuem com as suas ideias e acabamos por apresentar melhores arranjos, o que resulta em melhores temas." Tomé garante ainda que tentam sempre "dar um feeling próprio a cada lançamento, experimentando novos sons e influências".

Finda a sua fase solitária, Tomé explica porque preferiu mudar a sua forma de trabalhar. "Compor e gravar sozinho pode ser divertido, mas apenas por uns tempos. A música tem que ver com tocar com outras pessoas e fazer concertos."

"Thallium" tem lançamento previsto para o final de Outubro ou início de Novembro.

Os Colosso são hoje compostos pelo guitarrista António Carvalho, o baixista André Lourenço e o baterista Marcelo Aires. Recentemente anunciaram a possibilidade de cumprirem uma digressão nacional de promoção a "Abrasive Peace" no final do ano, com extensão até 2014, incluindo datas em Espanha.

"Abrasive Peace" foi reeditado pela Mulligore a 5 de Junho em duas versões distintas, incluindo o álbum em formato instrumental sob o título "Peaceful Abrasiveness".

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Colosso: interprete tema da banda e ganhe prémios


Os portuenses Colosso estão a sortear vária parafernália alusiva à banda e ao antigo projecto do seu mentor, Max Tomé, a quem gravar um vídeo a interpretar um dos temas do disco de estreia "Abrasive Peace". A faixa pode ser interpretada na íntegra ou parcialmente quer na guitarra, baixo, bateria ou voz.

O vencedor será brindado com uma cópia em digipack de "Abrasive Peace", duas t-shirts dos Colosso (tamanho à escolha em azul e vermelho) e uma cópia de "Earthmade", EP dos Blackswan, antigo projecto de Max Tomé.

Os concorrentes deverão enviar os seus vídeos para a página do Facebook dos Colosso ou para o e-mail colossometal@gmail.com. A banda seleccionará os melhores que depois serão sujeitos à votação do público. O passatempo está aberto até 5 de Setembro.

Os Colosso encontram-se a gravar o EP "Thallium", cujo lançamento está previsto para o final de Outubro ou início de Novembro. Liderados pelo multi-instrumentista Max Tomé [Holocausto Canibal], foram criados em 2011 e estrearam-se a 7 de Março do ano seguinte com o álbum "Abrasive Peace". As baterias foram gravadas por Dirk Verbeuren [Soilwork, Scarve, Aborted, Devin Townsend].

Inicialmente concebidos como projecto de estúdio, encontram-se, no entanto, a criar condições para estrearem-se ao vivo. Fazem hoje parte da sua formação o guitarrista António Carvalho, o baixista André Lourenço e o baterista Marcelo Aires. Com isso, ponderam realizar uma digressão nacional de promoção a "Abrasive Peace" já no final do ano, com extensão até 2014, incluindo datas em Espanha.

"Abrasive Peace" foi reeditado pela Mulligore a 5 de Junho em duas versões distintas, incluindo a faixa "Peaceful Abrasiveness" em instrumental.



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Colosso: novo EP na forja, primeiros concertos em vista


Os portuenses Colosso encontram-se a gravar o EP "Thallium", cujo lançamento está previsto para o final de Outubro ou início de Novembro. Liderados pelo multi-instrumentista Max Tomé [Holocausto Canibal], foram criados em 2011 e estrearam-se a 7 de Março do ano seguinte com o álbum "Abrasive Peace". As baterias foram gravadas por Dirk Verbeuren [Soilwork, Scarve, Aborted, Devin Townsend].

Inicialmente concebidos como projecto de estúdio, encontram-se, no entanto, a criar condições para estrearem-se ao vivo. Fazem hoje parte da sua formação o guitarrista António Carvalho, o baixista André Lourenço e o baterista Marcelo Aires. Com isso, ponderam realizar uma digressão nacional de promoção a "Abrasive Peace" já no final do ano, com extensão até 2014, incluindo datas em Espanha.

"Abrasive Peace" foi reeditado pela Mulligore a 5 de Junho em duas versões distintas, incluindo a faixa "Peaceful Abrasiveness" em instrumental. 



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Balanço 2012

NUNO COSTA

TOP 10 INTERNACIONAL

1. MESHUGGAH: "Koloss"
Apesar da projecção e do respeito que a sua carreira ganhou nos últimos anos, os amantes de música extrema e progressiva estarão sempre em dívida para com estes suecos. É algo intrigante que uma banda formada em 1987 só praticamente 20 anos depois tenha atingido um grau de popularidade elevado. Sobretudo as seguintes três razões nos podiam explicar este cenário: falta de qualidade, falta de promoção ou deslocamento temporal. Sem dúvida que a última encaixa melhor com os Meshuggah. Sem nunca operarem grandes alterações na sua filosofia, foi a excelência e singularidade do seu som (com a inevitável persistência) que os fez chegar a um ponto em que finalmente foi possível serem compreendidos em larga escala. É caso evidente para dizer: estavam à frente do seu tempo. E até "só" porque "Koloss" é mais um disco estrondoso, merece a distinção neste balanço de 2012. 
2. Nile - "At The Gates Of Sethu"
3. Gojira - "L'Enfant Sauvage"
4. Witchcraft - "Legend"
5. Testament - "Dark Roots Of Earth"
6. T.R.A.M. - "Lingua Franca"
7. Diablo Swing Orchestra - "Pandora's Piñata"
8. Kreator - "Phantom Antichrist"
9. Storm Corrosion - "Storm Corrosion"
10. Katatonia - "Dead End King"

BANDA REVELAÇÃO: Intervals
Dentro do metal progressivo entendido como contemporâneo - onde a fusão com o chamado djent/math metal toma papel preponderante - saíram quase do nada estes canadianos liderados pelo multicéfalo Aaron Marshall. Com o seu segundo EP, "In Time", dão uma lição de como este estilo pode ser entusiasmante sem soar pretensioso, técnico sem maçar. Até porque não fosse por ser instrumental, este trabalho faz-nos lembrar os Animals As Leaders, mas as semelhanças esgotam-se em pequenas faúlhas relacionadas com a base musical. Com o devido respeito pelo talento incomensurável de Tosin Abasi, este grupo preserva a outra face da cadeia - o ouvinte. A música dos Intervals não é apenas para músicos e professores. Encadeia texturas e melodias tão soberbas que até nos esquecemos que não há voz para sustentar um refrão orelhudo. Isto fica no ouvido, mesmo entre uma miríade de notas e variações de tempo. E acreditem que juntar estes dois factores (técnica e musicalidade) não é fácil. É mesmo dos maiores desafios para qualquer músico.

TOP 10 NACIONAL

1. THE FIRSTBORN: "Lions Among Men"
A capacidade camaleónica e auto-rejuvenescedora dos The Firstborn já lhes é amplamente reconhecida e ao quarto longa-duração demonstram toda a convicção na sua identidade, na qual movem-se para onde querem a seu belo prazer. "Lions Among Men" é um disco denso, cerebral e até visionário, ainda que (como quase todas as suas obras) não seja de digestão fácil. Aqui o grupo lisboeta cava um fosso cada vez mais fundo em sua volta, isolando-se no plano da originalidade e da expressão livre de preconceitos.
2. Colosso - Abrasive Peace"
3. Katabatic - "Heavy Water"
4. Moonspell - "Alpha Noir/Omega White"
5. Holocausto Canibal - "Gorefilia"
6. Process Of Guilt - "Faemin"
7. Thee Orakle - "Smooth Comforts False"
8. Sinistro - "Sinistro"
9. Digamma - "Guidance"
10. Revolution Within - "Straight From Within"

BANDA REVELAÇÃO: Colosso
Apesar da farta bagagem já adquirida, com mais visibilidade nos guturais dos Holocausto Canibal, Max Tomé demonstra o derradeiro grito do seu talento com os Colosso. Por motivos que só ele saberá explicar, tal só foi possível em nome próprio. É ele que dá vida a (praticamente) tudo o que consta do magnifico petardo de death metal que é a estreia "Abrasive Peace", que nada tem de pacífico a não ser a serenidade que nos confere por sabermos que temos em Portugal tais capacidades. A presença do baterista Dirk Verbeuren [Soilwork, Aborted, Devin Townsend] é apenas a cereja em cima do bolo. Se death metal muita gente toca, nem todos o conseguem fazer com tal dose de dinâmica e ao mesmo tempo estabelecer tão sólido fio condutor que nos faz ouvir este disco como se fosse um todo genialmente conexo entre todas as suas partes.

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Por MARK MARTINS

TOP 10 INTERNACIONAL

1. DEFTONES: "Koi No Yokan"
Parece incrível mas esta banda não envelhece! Ficam ainda melhores a cada álbum que lançam. "Koi No Yokan" vai um passo além do que já tinham ido em "Diamond Eyes" - agressivo, melódico, progressivo, atmosférico. Chino Moreno, Stephen Carpenter, Abe Cunningham, Frank Delgado e Sergio Vega provam mais uma vez que são um grupo de músicos geniais.
2. Baroness - "Yellow & Green"
3. Anathema - "Weather Systems"
4. Torche - "Harmonicraft"
5. The Sword - "Apocryphon"
6. Graveyard - "Lights Out"
7. Neurosis - "Honor Found In Decay"
8. Caspian - "Waking Season"
9. Witchcraft - "Legend"
10. Royal Thunder - "CVI"

BANDA REVELAÇÃO: Royal Thunder
Os norte-americanos vindos de Atlanta são a surpresa de 2012 com o lançamento de "CVI". Já nos tinham aguçado o apetite com o EP de 2009 mas este longa duração é a sua confirmação. Rock sulista psicadélico a piscar o olho a bandas dos anos 70 como Led Zeppelin e uma frontwoman chamada Mlny Parsonz com uma voz enorme.

TOP 10 NACIONAL

1. SINISTRO: "Sinistro"
2012 foi um ano muito positivo para a música nacional. Regressos, confirmações, surpresas e, acima de tudo, muita qualidade. Os Sinistro, com o seu álbum de estreia, conseguiram surpreender tudo e todos. Uma banda sonora instrumental densa, pesada e assustadora que conta com ilustres convidados (Tó Pica e Gabriel Coutinho). Podemos aguardar para o início de 2013 um EP que conta com o contributo de Patrícia Andrade.
2. Black Bombaim - "Titans"
3. Process Of Guilt - "Faemin"
4. Dapunksportif - "Fast Changing World"
5. Katabatic - "Heavy Water"
6. The Quartet of Woah - "Ultrabomb"
7. Miss Lava - "Red Supergiant"
8. Moonspell - "Alpha Noir/Omega White"
9. Burning Man - "Ronin"
10. Laia - "Sogra"

BANDA REVELAÇÃO: Sinistro

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Por BRUNO CORREIA

TOP 10 INTERNACIONAL

1. CONVERGE - "All We Love We Leave Behind"
Uma bomba sonora impossível de descrever com palavras. Dos Converge nunca se espera um álbum mau, mas ainda assim ninguém esperava um álbum com a qualidade e poder de "All We Love We Leave Behind". Um petardo musical de 38 minutos. Caos controlado (ou nem tanto), distorção no máximo e a voz sofrida de Bannon são o suficiente para tornar algo que podia ser apenas mais um álbum numa obra de arte arrepiante e viciante.
2. Gojira - "L'Enfant Sauvage"
3. Kreator - "Phantom Antichrist"
4. Alcest - "Les Voyages de L'Amê"
5. Overkill - "The Electric Age"
6. Eluveitie - "Helvetios"
7. Meshuggah - "Koloss"
8. Paradise Lost - "Tragic Idol"
9. Katatonia - "Dead End Kings"
10. Baroness - "Yellow & Green"

BANDA REVELAÇÃO: Ne Obliviscaris
Até ao ano de 2012, apenas uma demo tinha sido lançada por esta banda australiana que nos surpreendeu agora com o lançamento de "Portal Of I", cinco anos depois. Uma pérola musical que promete ser o ponto de viragem para o grupo, fazendo-os atingir um maior reconhecimento internacional mostrando ao mundo a sua música, que não conhece barreiras estilísticas.

TOP 10 NACIONAL

1. MOONSPELL - "Alpha Noir/Omega White"
Quem sabe nunca esquece, essa é a verdade. Este disco duplo (que pode ser separado mas só faz sentido quando ouvido em conjunto) traz-nos um excelente balanço entre peso e melodia, branco e negro, o bem e o mal. A banda liderada pelo carismático Fernando Ribeiro demonstra com este álbum que apesar do estatuto alcançado até agora ainda não está na hora de descansar. Uma aposta arriscada mas que demonstra a criatividade do grupo e a vontade de não abrandar tão cedo.
2. Revolution Within - "Straight From Within"
3. Process Of Guilt - "FÆMIN"
4. Adamantine - "Chaos Genesis"
5. Thee Orakle - "Smooth Comforts False"
6. Besta - "Ajoelha-te Perante a Besta"
7. Prayers Of Sanity - "Confrontations"
8. The Firstborn - "Lions Among Men"
9. Reality Slap - "Necks & Ropes"
10. Holocausto Canibal - "Gorefilia"

BANDA REVELAÇÃO: Lights of Nightmares
Formados apenas em 2011, logo em Janeiro deste ano lançaram o seu álbum de estreia. A prova de que criatividade é coisa que não falta a este quinteto da Madeira. Essencialmente focada numa onda mais sinfónica, a banda apresenta-nos algo pouco ouvido em Portugal. 2013 será, de certeza, mais um ano de conquistas para o grupo.

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Review - Colosso - «Abrasive Peace»

COLOSSO
“Abrasive Peace”
[CD – Edição de autor]

Há momentos em que temos que parar e olhar para vários pontos no tempo e no percurso histórico do metal nacional. Havendo sempre muito talento escondido, é fácil de incorrermos em algumas injustiças com análises menos aprofundadas, mas crê-se ser fácil e imediato perceber-se que “Abrasive Peace” é pelo menos um dos discos de estreia de death metal mais entusiasmantes de sempre no plano doméstico.

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Entrevista Colosso

A BESTA ACORDOU
“Não quero que isto seja um produto feito industrialmente e já praticado por milhares pelo mundo fora”

Reconhece-se perfeitamente o crescente valor das bandas nacionais. Todavia, é totalmente desprevenida a investida dos Colosso e absolutamente surpreendente no seu potencial. Monocéfalo estruturalmente, este projecto da autoria de Max Tomé, oriundo do Porto e formado há pouco mais de um ano, choca violentamente com a nossa realidade, quer pela consistência inusitada do seu death metal - na linha de uns Hate Eternal e Strapping Young Lad -, quer pela presença de Dirk Verbeuren, dos suecos Soilwork, atrás do kit de bateria. Querem melhor prova de que este é um projecto de confiança? Está aí o resultado no álbum de estreia “Abrasive Peace”. Motivos mais do que suficientes para irmos a correr saber mais deste projecto com o desconcertante Max Tomé, que tem muitas e pertinentes visões sobre a música e a sua indústria.


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Max Tomé [Colosso]: «Produzir artistas iguais só para vender destrói tudo»

Na passada semana chegou ao mercado “Abrasive Peace”. Trata-se do álbum de estreia de Colosso, projecto do multi-instrumentista Max Tomé (ex-Under Fetid Corpses, Blackswan), criado em Janeiro de 2011, no Porto, e que conta com a participação improvável de Dirk Verbeuren (Soilwork, Scarve, Aborted, Devin Townsend, Jeff Loomis) na bateria.

Mas o mais importante é que salta a vista de todos a consistência das suas nove faixas de death metal experimental inspirado nuns Hate Eternal, Decapitated, Devin Townsend, Meshuggah ou mesmo Pink Floyd.

Como acreditamos estarem prestes a “explodir”, a SoundZone não perdeu tempo e foi ao encontro do seu líder e estratega para uma entrevista (a publicar nos próximos dias).

Um dos grandes centros da conversa foi a união de Max ao famoso baterista sueco: “Quando terminei a demo do álbum (exactamente há um ano atrás), mostrei-a a um amigo para ver o que ele achava e disse-lhe que queria ter um baterista, mas que não me estava a ocorrer ninguém fixe. Ele sugeriu o Dirk Verbeuren, entre outros. Partimo-nos os dois a rir, parecia impossível! Mas fiquei com isso na cabeça durante uns dias. Fui ao site dele, investiguei um bocado mais sobre o que ele já fez e sobre como ele é como pessoa (através de entrevistas) e identifiquei-me logo! Enviei-lhe e-mail a perguntar o que ele achava e, para grande surpresa minha, ele estava disponível!”

Com um discurso tremendamente lúcido e realista, mas apaixonado e convicto das suas capacidades, Max explica porque este será sempre um ideal recatado: “Isto é um projecto de estúdio. Estou cansado de tocar para salas vazias. […] Quis fazer isto por mim, para ter lá em casa uma recordação quando for velho. Gosto tanto do trabalho que comprei 300 digipacks! […] A indústria esgotou tanto a arte que quase tudo o que é novo e diferente é descartado à cabeça, com base no lucro a curto prazo. Produzir artistas iguais, ou coisas iguais, só para vender como o que está na moda não é solução. Destrói tudo.”
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