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A matemática existe no universo ou no cérebro?


Cientistas estão a discutir se as propriedades das entidades abstractas, como números, figuras geométricas ou símbolos, e as suas relações, são uma propriedade do universo ou uma interpretação humana da realidade, segundo um artigo divulgado hoje.

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Treinar o cérebro pode dar-nos mais anos de vida

Os velhos ditados dizem que "se não não usas algo, podes acabar por perde-lo". O psiquiatra californiano Daniel G. Amen levou a ideia a sério e desenvolveu um método que mostra as "áreas negras" do cérebro que precisam de ser estimuladas, prevenindo assim o seu "adormecimento".

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Cérebro: «Vão levar com a mensagem dura e crua na sua língua materna»

Miguel Raposo, vocalista conhecido pela sua ligação à banda de math metal açoriana Psy Enemy, abordou ontem, em entrevista publicada no jornal Açoriano Oriental, as motivações que o levaram a criar os Cérebro, o status actual da banda e outras actividades que desenvolve dentro da música.

Formados em 2010, os Cérebro terão sido, para além do resultado do "enorme amor pela arte" do músico insular, uma manifestação de inconformismo e um veículo para a transmissão de uma mensagem mais explícita. "Senti que havia necessidade, não só para a região, mas também para o país, de um projecto de música mais pesada cantado em português. Também junto a isso o facto de, durante muito tempo, ter tido feedback sempre negativo do meu anterior projecto [Psy Enemy] da parte da minha família e de algumas pessoas - conversas do tipo 'não se percebe nada do que dizes', 'é só berros', etc.. Pensei para mim: agora irão perceber. Vão levar com a mensagem dura e crua na sua língua materna. Agora se não entenderem... o problema já é outro."

Sobre esta nova faceta da sua carreira, que une "a pujança do hard rock, a agressividade do metal, com um cheirinho a electrónica e uma costela pop", destaca-se também a aposta forte no uso do registo vocal "limpo". "Sinceramente, acho que é uma evolução natural. Os Psy Enemy são muito limitativos para o meu instrumento. Cheguei a um ponto em que pensei: 'bem, a berrar já estou ok, já não é propriamente um desafio', e comecei a trabalhar no canto."

Para além dos Cérebro, Miguel Raposo revelou que tem ainda tempo para se dedicar a outras aventuras musicais. "Adoro estar constantemente a trabalhar em música e posso adiantar que tenho mais dois projectos, um tributo e um de originais, mas numa sonoridade totalmente diferente. Posso mesmo dizer que, neste momento, os Cérebro são o único projecto de metal em que trabalho. Tenho ainda tempo e vontade de ter mais um dedicado a covers, mas totalmente diferente dos que cá existem", sublinhou.

Janeiro assinalou um ano desde que os Cérebro divulgaram os seus primeiros temas, mas aparentemente ainda não há novidades sobre uma estreia em disco ou ao vivo. "Estamos neste momento a compor o sexto tema. Se bem que decidimos há bem pouco tempo lançar apenas três para o público, porque achamos que estes é que merecem ser ouvidos. Nos outros ainda estávamos a aprender a trabalhar juntos e, apesar de termos tudo mais ou menos delineado, estávamos a perceber ao certo o que poderíamos fazer. Ou seja, este sexto tema será o primeiro de uma segunda fase dos Cérebro."

O palco é uma meta a atingir, mas Miguel Raposo enaltece outras prioridades. "Quando nos sentirmos preparados, sairemos. Até lá, temos muito trabalho para fazer, mas obviamente que gostava de tocar já este Verão. Quem sabe..."

O vocalista natural de São Miguel, garante ainda que tem como grande objectivo "tentar abranger um público que não seja o tradicional metaleiro", servindo-se de "um pouco de teatralidade", e acredita que a costela pop dos Cérebro poderá abrir-lhe portas.

Os Cérebro contam ainda com as colaborações de Paulo Bettencourt [guitarrista, Morbid Death], Rui Frias [guitarrista, Morbid Death], Paulo Andrade [baixista, Psy Enemy, ex-Prophecy Of Death], Cristovão Ferreira [teclista] e Pedro Sá Dias [baterista, ex-Spinal Trip, Ficha Tripla].  

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Músicos Avulso - Miguel Raposo (Cérebro / Psy Enemy)

Começa a tornar-se num dos veteranos na cena de peso açoriana, cujo percurso está fortemente ligado aos "matemáticos" Psy Enemy. Hoje em dia, menos "visível" dado ao status incerto da banda, tenta manter viva a sua paixão pela música através dos Cérebro - projecto de metal industrial cantado em português. Tem como grande característica a frontalidade e chegou mesmo a ser considerado um "vocalista polémico". Hoje, aos 27 anos, mantém os seus ideais bem definidos, mas preserva a abertura de mente, enquanto torce pelo Benfica... logo que não hajam cães por perto.  

Data de nascimento e naturalidade?
15 de Fevereiro de 1985. Natural de Ponta Delgada.

Como descreve sua terra natal e que sentimentos esta lhe traz? Gosta de onde nasceu ou se pudesse escolhia outra local ou mesmo país?
São Miguel é uma terra muito bonita e pacata, e é tudo perto. É onde se encontra a minha família e o meu núcleo de amigos. Sofre da mesma problemática de todas as outras terras de dimensões reduzidas, com a agravante de estar rodeada de mar e ter a “separação” com o continente de 300 euros. Não sei como seria se nascesse em outro local, muito provavelmente, não seria a pessoa que sou hoje. Aqui, como é um meio pequeno, sentimos mais as coisas.

Que traço faz da sua infância? Lembra-se das brincadeiras e traquinices que tinha? Que tipo de miúdo é que era?
Eu era um rapaz sossegado, não de muitas traquinices (estas só despoletaram na altura da adolescência). Quando brincava sozinho, gostava muita de brincar com as tartarugas ninja. Lembro-me de ter todos os bonecos da coleção e grande parte dos acessórios. Com os outros meninos, eram as brincadeiras do costume: jogar futebol, às apanhadas, escondidas, etc.

Na escola era um aluno empenhado? Que matérias/áreas mais o entusiasmavam e, por outro lado, quais as que mais detestava?
A nível escolar, fiz o meu 12º ano com normalidade, mas no ensino superior já estive em dois cursos, os quais desisti por desmotivação. Foram eles Estudos Europeus e Política Internacional e Estudos Artísticos. Gostava de Português, Inglês, Filosofia, Educação Física, História. Não gostava de Matemática e Físico-Química. Detestava essas duas! [risos]

Lembra-se de algum momento marcante enquanto estudante? Alguma curiosidade, brincadeira, traquinice, contenda com algum professor?
Várias, mas como devem imaginar, não seria correcto para os outros intervenientes estar a contá-las.

Concorda com o novo acordo ortográfico?
Não desconcordo. Penso que tudo tem de evoluir, caso contrário ainda escreveríamos farmácia com “ph”. É tudo uma questão de hábito.

A sua ligação ao metal surge quando e como?
Pelos meus 13 ou 14 anos comecei a ouvir Nirvana através do LP que os meus pais tinham na sua discografia, o "Nevermind". Nessa altura, também estava a aparecer o mp3, a internet estava a chegar com força e, pesquisando, fui-me envolvendo cada vez mais nesta sonoridade mais pesada.

Como aprendeu, neste caso, a cantar?
Sinceramente, acho que não sei cantar. Estou sempre muito duvidoso da minha voz, acho que nunca está bem. Mas comparando gravações mais antigas com as actuais noto evolução, agora se sei cantar ou não... O importante para mim é, ao compor ou reproduzir um tema, conseguir fazer sempre melhor do que a última vez.

Qual foi o primeiro disco de metal que ouviu e o que comprou?
O primeiro CD que comprei foi o "Bleach" dos Nirvana. Quanto ao metal, penso que foi o "Life Is Peachy" dos Korn ou o "Roots" dos Sepultura.

Sempre ouviu metal ou teve aquela fase em que ouvia tudo o que lhe aparecia? Tem, por exemplo, vergonha de certas coisas que ouvia? 
Eu não ouço exclusivamente metal. Aliás, acho que “pegava de cabeça” se assim o fosse. As bandas que mais gosto são todas muito diferentes. Por exemplo, fui agora à minha lista de intérpretes do iTunes e o primeiro a aparecer é Adriana Calcanhoto e o último dos ZZ Top.

Qual foi o primeiro concerto a que assistiu?
Sinceramente, não me recordo, mas um dos primeiros que me ficou na mente foi um dos Hangover, no Teatro Micaelense.

E o que mais o marcou até hoje?
Tenho três concertos que me marcaram imenso: Rammstein, The Prodigy e Bjork. Grandes senhores(as) da música.

Qual é a sua grande referência musical e porquê?
Mike Patton, porque é fantástico!

Para si, qual seria a profissão ideal?
Músico/produtor.

Qual é o seu grande hobby?
Joguei durante muitos anos hóquei em patins. Infelizmente, o clube onde sempre joguei fechou. Actualmente, faço o meu jogging e algumas outras actividades físicas.

Qual a viagem que mais o marcou até hoje e qual é o seu destino preferido de férias?
As viagens que mais me marcaram foram a dois festivais, sobretudo ao “Sudoeste”. Gostaria de ir a muitos sítios.

Que local ou país deseja mais conhecer?
Amesterdão, Londres, Barcelona, Los Angeles, Vancouver, São Paulo, Rio de Janeiro... são tantos.

Tem um disco, canção, filme ou série da sua vida?
Disco e canção é complicado dizer, porque são muitos. Contudo, relativamente a filmes, apontava a trilogia do "Padrinho". Séries, não sou muito de as ver, mas há duas a que assisto quando posso: “How I Meet Your Mother” e "The Walking Death". Mas não diria que esteja ao nível de "séries da minha vida".

No sentido inverso: pior disco, canção, filme…
Uma das coisas que aprendi à medida que vou crescendo é que existem gostos para tudo. Por isso, seria injusto dizer, “olha, aquele é o pior”. Mas uma banda que eu, de maneira alguma, suporto, é os Coldplay. Por isso, posso dizer que os discos deles são os piores! [risos] Quanto aos filmes, aplico o mesmo, mas o "Twilight"... [risos]  

É adepto de algum clube de futebol nacional? Qual?
Benfica.

Utiliza as redes sociais? Que visão tem dessas e que papel lhes atribui?
Sim. Acho que é um excelente meio de promoção, mas, como sempre, as pessoas estragam tudo.          

Uma noite perfeita?
Uma tradicional noite com os amigos que não tem hora de terminar ou uma noite relaxada na presença da pessoa que gostas.

Que facto mais o orgulha e envergonha na história nacional e/ou internacional?
O que mais me orgulha no meu país são os Blasted Mechanism, o Pedro Abrunhosa, os Madredeus, os Zen e o Benfica (embora, ultimamente, não). O que me envergonha é o que está por detrás do nosso grande feito: os descobrimentos.

Acredita em Deus? É devoto de alguma religião?
Não em ambos os casos.

Acredita em fenómenos paranormais? Já presenciou algum?
Não.

E em extraterrestres?
Não sei...

Para si, qual é o maior flagelo mundial?
A má distribuição económica.

Qual é a sua opinião sobre o aborto e o casamento homossexual?
Tudo devia ser permitido, só não pode porque... o ser humano estraga tudo.

Gosta de animais? Tem algum?
Gosto. Tenho um gato chamo Pablito (uma homenagem ao Pablo Aimar).

Gosta de videojogos? Qual o seu tipo e/ou jogo favorito?
Sim. Basicamente, só jogo dois jogos: o Pro Evolution Soccer e o Football Manager. Admito: sou um grande amante de futebol! [risos]

Enquanto músico, qual foi o momento mais marcante da sua carreira?
Partilhar o palco com os Mnemic no festival “Alta Tensão” a tocar nos Psy  Enemy.

E o mais insólito?
Chegar a um sitio para tocar e o guitarrista ter-se esquecido da guitarra!

Arrepende-se de algo que fez na música?
Não.

Tem ainda algum sonho por cumprir na música?
Ainda não alcancei nenhum.

Qual é a sua banda/artista nacional e internacional preferidos?
São muitos. Assim agora: Pedro Abrunhosa e Blasted Mechanism no campo nacional e Faith No More, The Doors, Rammstein, The Prodigy, Meshuggah em termos internacionais.

O que acha da qualidade dos músicos e bandas nacionais?
Existe talento, mas também coisas menos boas.

O que acha que falha, se é que alguma coisa falha, no panorama musical nacional? Acha que há qualidade e quantidade de infraestruturas e público suficientes?
Actualmente, acho que falta dinheiro! [risos]

A internet é um problema ou uma virtude para os músicos e/ou a indústria discográfica?
Bem, para mim, como músico a tentar alcançar uma carreira, é óptimo, mas para um músico já consagrado, acho que já não é bem assim. Afinal de contas, ninguém gosta de “trabalhar para aquecer”.

O que acha dos organismos que gerem os direitos de autor, nomeadamente a SPA?
Pouco ou nada sei sobre eles. Sei apenas o que é do senso comum, o que me faz não ter propriamente uma opinião formada.

Concorda com as leis que estão a ser estudadas para combater a pirataria (ACTA, SOPA, etc)?
Concordo que façam estudos mas penso que nada vai ser resolvido. A internet atingiu um proporção que se torna inteiramente impossível determinar quem anda a "sacar" o filme “x” ou o álbum “y”. A não ser que se faça um número exagerado de downloads, e estamos a falar de quantidades mesmo exageradas.

O que é que o irrita mais?
O julgamento premeditado.

Qual é a maior surpresa que o podem fazer?
Surpreender-me! [risos]

Já praticou algum acto de solidariedade? Se sim, qual?
Trabalhei seis meses num lar de idosos. Já fiz o suficiente até 2013! [risos]

Acha que ainda tem algum dom escondido por revelar?
Penso que não, mas quem sabe?

Prefere o Verão ou o Inverno, o sol ou o frio, a praia ou a neve?
Gosto de metade dos dois.

Qual é o carro dos seus sonhos?
Porsche 911 Carrera.

Sente-se dependente do telemóvel?
Um pouco.

Qual é a sua comida favorita?
Pizza.

E a bebida?
Água.

Sabe cozinhar? Qual o prato que confecciona com maior mestria?
Eu desenrasco-me o suficiente. Com mestria, talvez massa com atum. [risos]

Qual é o seu maior medo?
Perder pessoas que gosto.

Tem alguma fobia?
A cães.

Neste momento, está optimista em relação à recuperação económica do país?
Não, as coisas eventualmente vão melhorar mas não quero viver o resto da minha juventude à rasca.

Identifica-se com alguma ideologia política?
Não.

Se pudesse recuar no tempo, até onde e quando recuava? Porquê?
Já que estamos numa de imaginar, gostaria de ter nascido em 1940, nos E.U.A., para em 1960 ter 20 anos, 1970 ter 30 anos e 1980 ter 40 anos. Era uma óptima altura para viver! [risos]

Acredita na reencarnação?
Não acredito.

É supersticioso?
Não.

Para si, como se descobrem as verdadeiras amizades? O que é uma verdadeira amizade?
Só sei que à medida que envelhecemos, elas diminuem.

Tem tatuagens? Se sim, qual a que mais sentido tem para si?
Sim. A que tenho, além de simbolizar um álbum que me marcou, é também alusiva ao passado, às nossas origens, as quais nunca devemos esquecer.

E piercings?
Não.

Considera-se vaidoso? Que cuidados tem com a aparência e a saúde?
Pratico exercício e uso um creme hidratante... e lavo-me regularmente! [risos] Admito que me olho ao espelho antes de sair de casa, mas nada de extremo.

Que tipo de roupa nunca seria capaz de usar?
Camisolas com decote em “v”, calças justas e equipamentos do Sporting.

Qual o seu maior defeito e a sua maior virtude?
Defeito, provavelmente será a teimosia; a virtude está ligada à teimosia, persistência.


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Cérebro activo e curioso atrasa envelhecimento

O médico especialista em Bioética Daniel Serrão defendeu hoje, em Vila Nova de Gaia, que à semelhança do que acontece com o exercício físico deve apostar-se em atividades que mantenham o cérebro ativo para atrasar o envelhecimento.

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Pedro Sá Dias [ex-Spinal Trip] é o novo baterista dos Cérebro

Pedro Sá Dias, baterista com um passado ligado aos Spinal Trip, acaba de ser confirmado como novo elemento dos Cérebro. O músico açoriano vem assim substituir Bruno Pacheco (Trigger Made Solution, ex-Oppressive), que é obrigado a abandonar o grupo, segundo nota de imprensa, “por questões logísticas”.

Pedro Dias notabilizou-se com os Spinal Trip, banda de nu-metal formada na primeira metade da década passada, tendo depois se dedicado ao projecto de covers Ficha Tripla. Leccionou ainda bateria e actualmente encontra-se em actividade com uma banda de tributo aos Pearl Jam.

Os Cérebro são um projecto de rock/metal industrial criado por Miguel Raposo (vocalista dos Psy Enemy) e auxiliado por Paulo Bettencourt (guitarrista dos Morbid Death). Formaram-se em 2010, na ilha de São Miguel (Açores), e apresentaram no passado dia 13 de Janeiro os seus três primeiros temas (disponíveis aqui). Estes fazem parte de uma primeira amostra não oficial.

São ainda músicos de sessão Rui Frias (guitarrista dos Morbid Death), Paulo Andrade (baixista dos Psy Enemy) e Cristovão Ferreira (teclista).

O grupo trabalha já numa página do Facebook a lançar brevemente.
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Cérebro apresentam primeiros temas em exclusivo

Acabam de ficar disponíveis os três temas que compõem a primeira amostra musical dos Cérebro, projecto açoriano de rock/metal industrial liderado por Miguel Raposo (Psy Enemy) e Paulo Bettencourt (Morbid Death). “Cérebro”, “Um Padre” (com um refrão irresistível) e “Vaidade” são as propostas que pode agora escutar, pela primeira vez através da SoundZone, aqui.

Os temas em questão fazem parte de uma demo concebida especificamente para um concurso de jovens talentos. Por este motivo, Miguel Raposo adverte que “poderão, eventualmente, ser alterados para um lançamento oficial”.

Os Cérebro formaram-se em 2010 por uma ideia do vocalista e letrista Miguel Raposo, figura marcante da última década nos Açores pela presença nos respeitados Psy Enemy, a quem se juntou pouco depois o experiente e incontornável Paulo Bettencourt, guitarrista da mais representativa banda açoriana – os Morbid Death.

Este projecto, considerado pelos seus mentores como uma mistura de “hard rock com a crueza do metal e a pujança da música electrónica”, tem a particularidade de ser concebido exclusivamente em estúdio e de carregar uma desconcertante e provocadora linguagem (em português) que pretende tornar-se num “grito de revolta social”.

Para 2012, e para além da possibilidade de lançarem um primeiro trabalho, os Cérebro têm em vista apresentar-se ao vivo, juntando à sua música um lado teatral.
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Vocalista dos Psy Enemy funde metal com electro nos Cérebro

Miguel Raposo está de volta às lides da música depois do aparente termo dos Psy Enemy. Afinal de contas, o músico esteve a urdir, envolto num certo secretismo, uma nova entidade que agora é revelada ao público em três temas. Directo, provocador e sugestivo – os Cérebro.

Fundados em Novembro de 2010, os Cérebro são uma criação de Miguel Raposo (vocalista conhecido por expurgar os seus demónios nos também “cerebrais” Psy Enemy) e revelam uma costela que lhe era desconhecida até então e ainda mais inusitada no cômputo musical açoriano. Os Cérebro são rock, metal e electro/industrial.

Para consumar as suas ideias Miguel juntou-se a Paulo Bettencourt (guitarrista, Morbid Death) em insidiosas “conferências” de estúdio. Mais tarde haveriam de assinar o conluio Rui Frias (guitarrista, Morbid Death), Paulo Andrade (baixista, ex-Prophecy Of Death, Psy Enemy), Cristovão Ferreira (teclista - de apenas 16 anos) e Bruno Pacheco (baterista, Trigger Made Solution).

Para Miguel Raposo as temáticas psico-sociais já lhe eram manifestas no seu anterior projecto. Aqui dá-se uma espécie de extensão do seu background lírico mas com uma inclinação mais quotidiana. O grande foco de conflito é mesmo a manipulação ideológica e comportamental pelos meios de comunicação, pretendendo, por isso, os Cérebro fazerem cada indivíduo pensar e soltar o seu “grito de revolta social”.

A todo este arrojo falta acrescentar que os Cérebro cantam... em português! “Cérebro”, “Um Padre” e “A Vaidade” são os três primeiros temas avançados pelo projecto, captados numa primeira instância para a participação num concurso de jovens talentos. Neste momento, o vocalista de 26 anos oriundo de Ponta Delgada entendeu “abrir a cabeça” às pessoas e faz circular os temas, ainda que num circuito limitado. Brevemente aguardam-se novidades sobre uma possível presença na internet.

Para 2012 os Cérebro pensam “actuar ao vivo regularmente, juntando a arte da representação com a da música”.
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