photo logopost_zps4920d857.png photo headerteste_zps0e0d15f7.png

Mostrar mensagens com a etiqueta Brasil. Mostrar todas as mensagens

Chainsaw Disaster preparam novo álbum e estreia de nova formação ao vivo

 photo chainsawdisaster_zps316da330.jpg

Os holandeses Chainsaw Disaster estreiam a sua nova formação a 12 de Abril no Winston Kingdom, na Holanda. O grupo de deathcore com origens brasileiras encontra-se a compor o seu segundo disco depois da estreia "New World Order" em 2011.

Na primeira parte deste espectáculo marcam presença os locais A Devastating Truth e Memento Mori.

Os Chainsaw Disaster formaram-se em Minas Gerais, no Brasil, em 2007, tendo numa primeira fase da carreira lançado o mini-CD "Disaster" (2007) e uma demo sem nome (2008). Confessam que a sua designação foi inspirada no clássico do terror "Massacre no Texas" e como principais fontes de inspiração musicais apontam Whitechapel, Thy Art Is Murder, Necrophagist, entre outros. 

Ler mais »

Andreas Kisser sobre autobiografia de Max Cavalera: «É pura ficção»

 photo Andreas-Kisser_zpsc1b6f58f.jpg
Sendo uma das entidades mais importantes da história do heavy metal, os Sepultura e a separação do seu carismático frontman, Max Cavalera, tornou-se um dos eternos temas de discussão nos media e em particular para aqueles que ainda sonham com uma reunião da formação original.

No entanto, o clima continua encrespado como atesta uma recente entrevista de Andreas Kisser ao Metal Shock Finland. Em resposta às recentes declarações de Max Cavalera, que considera que um regresso aos Sepultura é "muito difícil" e que o grupo é gerido por um "dentista que não percebe nada do negócio", Kisser aponta agulhas à incoerência no discurso do ex-colega.

"É engraçado. [A biografia de Max Cavalera, lançada recentemente] é pura ficção-científica. É uma loucura. Mas ele tem o direito de dizer o que quer. Gozamos de liberdade de expressão e acho que ele tem um cérebro e uma boca. Pode muito bem falar", atira o guitarrista, preferindo realçar que tem "coisas muito melhores em que pensar".

"Há muito que não presto atenção ao que diz o Max em entrevistas, pois ele é muito contraditório, até para si. Todas as vezes diz uma coisa diferente sobre o mesmo assunto", conclui. 

Ler mais »

Cavalera Conspiracy falam sobre novo disco e editora

 photo maxigorcavalera_zps1c253802.jpg

Na antecâmara do lançamento de um novo disco, os Cavalera Conspiracy assinam pela austríaca Napalm Records e interrompem uma ligação com a Roadrunner Records, com a qual lançaram os seus dois discos até à data.

"Estou super orgulhoso por nos juntarmos à Napalm Records, casa de artistas fantásticos", celebra Igor Cavalera.

Ao mesmo tempo, o irmão Max Cavalera aponta a um terceiro disco de "um estilo grindcore brutal". O lendário frontman avança que já trabalha nos riffs e que um novo disco estará disponível no próximo ano.

Os Cavalera Conspiracy formaram-se em 2007 e contam na discografia com os álbuns "Inflikted", de 2008, e "Blunt Force Trauma", de 2011.

Ler mais »

Max Cavalera [Soulfly] no mundial de futebol do Brasil pela ESPN



Max Cavalera é o autor da música que acompanhará os programas informativos da ESPN sobre o campeonato do mundo de futebol do Brasil que se realiza em 2014. O lendário músico está já em estúdio com o produtor John Gray [Soulfly, Ministry] a trabalhar no tema que contará ainda com Zyon Cavalera, baterista dos Soulfly e filho de Max.

Max Cavalera é o sobejamente conhecido ex-frontman dos Sepultura, mas tem sabido desenvolver uma carreira auspiciosa com os Soulfly. Realiza também trabalho com o baterista e irmão Igor Cavalera nos Cavalera Conspiracy e mais recentemente juntou-se aos Killer Be Killer, super-projecto composto por elementos dos The Dillinger Escape Plan, Mastodon e ex-The Mars Volta.

Ler mais »

Entrevista Gustavo Sazes

VISÕES PERIFÉRICAS
"Gosto muito da possibilidade de desconstruir e experimentar ao extremo" 

 photo gustavossazespromoexpo_zpsa1d1861a.jpg




É já no próximo domingo (1 de Dezembro) que é inaugurada a exposição "Do Caos à Progressão" no Hard Club. Trata-se do evento que encomia a profícua e mundialmente reconhecida carreira do artista brasileiro Gustavo Sazes, especializado na concepção de capas para artistas no universo "metálico". Serão mais de 100 trabalhos patentes durante toda a quadra natalícia na emblemática sala do Porto, onde constarão trabalhos de James Labrie [Dream Theater], Morbid Angel ou Arch Enemy. Na primeira pessoa, o talentoso carioca fala da iniciativa e do seu processo criativo numa entrevista exclusiva. 

Para surpresa de muitos, encontra-se radicado em Portugal há cerca de um ano. Tirando algum aspecto do foro pessoal ou profissional, este é um país em que gosta de viver? Eventualmente terá escolhido a pior altura para essa permuta...
Gosto muito de Portugal e realmente tenho laços fortes por conta da minha família. Sempre foi como uma segunda casa, tenho muitas lembranças de infância em Lisboa, Penacova e Coimbra. Quando decidi mudar-me do Brasil para a Europa foi uma escolha natural. O único problema seria escolher bem a cidade e, por sorte, descobrimos (eu e a minha esposa) e ficámos encantados por Vila Nova de Gaia. Vim para a Europa principalmente para renovar o meu processo criativo, alimentar a minha mente com novas cores e sensações, literalmente respirar novos ares por vezes já tão familiares. Também levei em consideração o facto de estar mais próximo dos meus clientes europeus. Afinal, é sempre bom rever os amigos e fortalecer o seu network entre um trabalho e outro.

"Penso que muito já fora criado, reciclado, recriado, copiado, recopiado e seguimos assim um ciclo"

Aquele que é apelidado como vosso "país irmão" configurou-se assim o ponto óbvio para se iniciar em exposições na Europa (ao que consta a do Hard Club será a primeira)? O porquê da decisão?
Foi uma decisão prática e bem óbvia, diria. Já tinha visto várias exposições no Hard Club e acho que faz todo o sentido ter esse evento na cidade que me acolheu tão bem, ainda quando turista e já recentemente como morador. Expor o meu trabalho (que tem total relação com a música) em um ambiente onde temos concertos o ano todo, de vários artistas dos quatro cantos do mundo... Enfim, esse é o ponto de ligação. É extremamente gratificante.

Como olha para o seu percurso - início e ascensão - após vários anos de trabalho? Que são quantos já agora?
Já fazem uns bons anos. Não faço contas exactas, mas acho que todo o processo ficou mais profissional a partir de 2005. Antes disso, costumo dizer que brincava de fazer capas de demo-tapes. Penso que estou sempre recomeçando. Este não é o tipo de jornada em que se limitam meios e fins, tento sempre refrescar a minha criatividade de alguma forma. Gosto muito da possibilidade de sempre aprender a misturar uma cor nova, perspectivar novos ângulos, desconstruir o que acabara de construir, experimentar ao extremo.

Sente que o seu estatuto lhe permite já não ter grandes fronteiras para os seus clientes? Talvez a qualidade nunca tenha preço. Para que as pessoas tenham uma ideia, o Gustavo é um artista inacessível para muitos bolsos?
Se forem fronteiras geográficas eu acho que já passei bem por isso. Afinal, tenho clientes em mais de 30 países. A relação preço/qualidade é discutível e varia muito de artista para artista, pois muitos factores validam um preço X ou Y. Ser "inacessível" é algo muito extremo, penso que o preço a se pagar é o justo. No final, os custos do trabalho têm relação directa com o conceito, as condições do trabalho, tempo... enfim, tudo depende do que for negociado. Eu não faço uso do meu nome no mercado para cobrar preços impagáveis, mas todo o trabalho tem o seu custo, nada é de graça e, afinal, eu também pago contas e impostos como todos.

Porque acha que o procuram? Mera etiquetagem por ter um nome conhecido ou será que as pessoas têm consciência plena do seu valor mais do que pensarem em si como uma jogada de marketing? Será que vêem o Gustavo como um "santo milagreiro"? 
Alguns desconhecidos ou iniciantes podem até pensar dessa forma - ter o meu nome na capa agrega um bom valor, mas isso já não acontece com os meus clientes mais famosos. Os artistas ou as editoras que me contratam conhecem bem o meu trabalho a fundo e confiam 100% nas minhas escolhas e na minha arte. O meu universo de clientes é muito amplo, alguns já trabalham comigo há quase uma década. Quando os Arch Enemy, Morbid Angel, Firewind ou James Labrie chamam-me para fazer uma capa, não pensam na tal "etiquetagem". Querem a minha arte e o meu profissionalismo. Não existem milagres, nem santos, mas sim competência, seriedade e bons resultados nos trabalhos. Criar um network nesse cenário não tem receita de bolo além do óbvio: faça um bom trabalho e você será reconhecido.

Por sua vez, eventualmente não faz só capas "sangrentas". Para que outro tipo de mercados trabalha?
Já fiz de tudo um pouco: mercado editorial de livros e revistas, cinema, agências de publicidade, moda, artistas gospel, artistas pop, artistas indie, etc.. Não tenho restrições para estilos fora do heavy metal. Até gosto muito de poder diversificar os meus trabalhos nesse sentido.

Esta é uma pergunta óbvia mas deduzo que demasiado complicada de responder. Ainda assim... qual o melhor trabalho que fez até à data ou pelo menos o que lhe despertou um sentimento muito especial? 
Realmente, a pergunta é difícil e até mesmo injusta, pois é como tentar escolher o seu filho predilecto. Algumas capas têm uma grande história por trás e fazem-me viajar no tempo ou mesmo fazerem-me sentir algo relacionado ao tema no momento em que as criei. Definitivamente não existe essa definição para "melhor capa", isso é irreal, pois eu indicaria uma hoje e amanhã outra. Dito isso, eu listaria algumas que me são especiais por diversos motivos, sem ordem aparente: James LaBrie "Impermanent Resonance", Morbid Angel "Illud Divinum Insanus", Arch Enemy "Black Earth remastered & expanded edition", God Forbid "Equilibrium", Firewind "Days Of Defiance", Amaranthe "The Nexus", Within Y "Silence Conquers", Daniel Piquê "Chu", Dying Humanity "Living On The Razror's Edge", Nightrage "Insidious", entre tantas outras.

Embora não seja politicamente correcto comentar-se o trabalho de colegas de profissão, como acha que está a questão da imagem no heavy metal? As capas são melhores do que há umas décadas, as tecnologias são benéficas ou uma muleta para disfarçar incapacidades? Há falta de criatividade ou mesmo já se inventou quase tudo? E tudo isto quando os discos já pouco se vendem. O que acha de todos esses tópicos? 
As capas de hoje são tão boas quanto as de outrora e o mesmo será dito daqui a 30 anos. Essa arte reflecte o exacto momento em que vivemos, delimita uma estética e define-nos em relação às outras gerações. Não penso em "muletas". Afinal, ainda hoje se fazem capas pintadas à mão. Isso não é um luxo só de décadas passadas afinal. Sobre a falta de criatividade eu acho que é uma observação muito pessoal. Penso que muito já fora criado, reciclado, recriado, copiado, recopiado e seguimos assim um ciclo.

Como não gosta de ser abordado por uma banda para fazer um artwork? Há aquelas que lhe detalham exactamente o que querem e outras que simplesmente lhe "atiram" o convite e dizem "queremos uma capa fantástica"?
Posso trabalhar das duas maneiras. O importante nos dois aspectos é deixar o artista criar e imprimir o seu estilo no conceito original.

Qual o mercado em que se mantém mais activo nos últimos tempos? Artistas portugueses já constam do seu portfólio? 
Trabalhei com poucos portugueses e já se passaram bons anos. Portugal nunca foi um mercado óbvio para o meu trabalho, apesar do idioma. O meu mais "recente" foi um álbum dos Secrecy.

Embora, obviamente, não queiramos desmontar os "segredos" do seu ofício, mas, de forma sucinta, como descreve o seu processo de criação, desde o brainstorming até à arte final? Utiliza essencialmente ferramentas digitais? 
O processo criativo varia muito de um trabalho para o outro, não sigo muitas receitas mesmo. Por vezes levo semanas para fazer uma arte e no fim desmonto-a e remonto-a em dez minutos antes de apresentá-la ao cliente. A única constante é que quando "termino" a capa, tiro uns dias para ficar olhando-a de longe, algo como gravar o seu disco, misturá-lo e voltar a escutá-lo uma semana depois, com os ouvidos menos viciados. Sendo assim, tento dar esse tempo para a capa respirar na minha mente, ver se ela ainda me convence antes de realmente finalizar e entregar o preview. Sobre as ferramentas, tento balancear o digital e o orgânico, mas essencialmente trabalho com fotos e algo de desenho manual. Por vezes, desenho algumas coisas, passo no scanner e recrio tudo no Photoshop ou já faço tudo com fotos. Depende muito de cada trabalho, da inspiração e do nível de experimentalismo do projecto.

Queixa-se de alguma lacuna que a tecnologia na sua área ainda lhe ofereça? 
Velocidade no processamento das imagens é sempre um pesadelo… Por sorte a solução existe em forma de dinheiro para comprar slots de memória!

Foquemo-nos agora sobretudo na exposição. O que poderão as pessoas ver em Dezembro no Hard Club e o porquê do título "Do Caos à Progressão"?
A exposição cobre a minha produção artística de 2010 até hoje, basicamente, mesmo tendo duas ou três obras de 2008 ou 2009. Também teremos muitas capas de CD e LP (algumas inéditas), artes que fiz exclusivas para camisas, alguns fragmentos dos encartes, etc.. Serão por volta de 120 artes divididas em 21 quadros de 50x70cm espalhados pelo centro do Hard Club, no Porto. O título é, acima de tudo, uma referência aos estilos das bandas, das mais extremas até às mais progressivas com quem tive o prazer de trabalhar.

Tem alguma inspiração base para o seu trabalho? Algum artista que admire particularmente?
Tudo me inspira, seja arte, literatura, fotografia, cinema ou música. Vários artistas influenciam-me em diferentes níveis, como Salvador Dali, Dave Mckean, Niklas Sundin, Joe Madureira, Tarantino, Brom, Luc Besson, Clyde Caldwell, Marcelo HVC, John Romita Jr., entre tantos outros.

"As capas de hoje são tão boas quanto as de outrora e o mesmo será dito daqui a 30 anos"

E como artista que incide muito o seu trabalho no heavy metal, possivelmente também é admirador do género. Quais as suas bandas favoritas? Sabemos também que é grande apreciador de figuras da banda desenhada, do cinema, etc.. 
Pois claro, gosto de muitos estilos diferentes, mesmo dentro do metal. Na minha colecção de CDs é possível encontrar desde In Flames, Europe, Testament, Fear Factory até Pain, Vertigo Steps, Dimmu Borgir, Alcest ou Anathema. Além da paixão pela música sou um aficionado por banda desenhada, ficção e action figures e, como todo o bom coleccionador, isso acaba por não ter limites.

Como está a sua agenda para os próximos meses? 
Tenho alguns trabalhos em vista e ainda encontro-me a trabalhar em tantos outros. Porém, estou sempre aberto a novos projectos! Basta entrarem em contacto comigo pelo e-mail gustavosazes@gmail.com ou facebook.com/gustavosazes.

Nuno Costa

     photo 1_zps9d16d24e.jpg
Ler mais »

Sepultura falam de perversão no Vaticano em novo videoclip

 photo sepulturavatican_zpsafa04a9a.jpg

Aí está o primeiro videoclip extraído de "The Mediator Between The Head And Hands Must Be The Heart", novo disco dos Sepultura. O título é sugestivo: "The Vatican".

O novo disco do colectivo de thrash metal brasileiro caiu em termos de vendas na sua primeira semana de lançamento nos Estados Unidos, comparativamente ao antecessor "Kairos", de 2011. O saldo é de menos 800 cópias vendidas.

As letras de "The Vatican" já foram consideradas pelo guitarrista Andreas Kisser como "as mais perversas e maléficas" que escreveu alguma vez, baseando-se na origem do Vaticano, em sangue, orgias, assassinatos, corrupção, adultério, entre outros temas.  

O décimo terceiro álbum dos Sepultura é inspirado em "Metropolis", clássico do cinema de 1927, realizado por Fritz Lang. Os anteriores "Dante XXI" e "A-Lex" foram, respectivamente, baseados em "A Divina Comédia" e "Laranja Mecânica".

"Fui inspirado a criar as letras por uma frase que transporta a principal mensagem de história", explicou o guitarrista Andreas Kisser referindo-se ao título do disco. "No filme, um milionário louco quer transformar um robot numa pessoa. É o oposto do que acontece hoje. Estamos mais do que nunca robotizados através da Internet, dos óculos da Google, temos chips debaixo da pele e somos escravizados. A frase aponta para o coração como o factor que nos preserva humanos. O coração bate com liberdade de escolha, temos que pensar por nós próprios para criar um mundo verdadeiro, não uma matrix."

Ler mais »

Músicos querem impedir biografias não autorizadas

 photo biografias_zpsb7e7ced8.jpg

Vários músicos brasileiros, entre os quais Roberto Carlos e Caetano Veloso, pretendem impedir a publicação de biografias não autorizadas, o que levantou polémica no Brasil com os respetivos autores.

Leia mais em DN.pt.

Ler mais »

Sepultura: mais detalhes sobre data portuguesa


A promotora Prime Artists divulgou há instantes mais informações sobre o regresso dos lendários Sepultura a Portugal. Assim, o início do espectáculo de 28 de Fevereiro no Paradise Garage, em Lisboa, está agendado para as 19h30 e os bilhetes estarão à venda a partir de 15 de Outubro nos locais habituais a 22 euros.   

Esta data insere-se na digressão europeia de promoção ao novo disco dos Sepultura, "The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart", que será editado a 25 de Outubro pela Nuclear Blast. A mesma contará com a presença dos holandeses Legion Of The Damned, dos norte-americanos Flotsam And Jetsam e dos canadianos Mortillery. 

"The Age Of The Atheist" é o mais recente single dos thrashers brasileiros, disponível para escuta abaixo. Foi editado digitalmente e em vinil a 27 de Setembro pela Nuclear Blast, com um lado B composto por "Zombie Ritual", cover dos Death.

O sucessor de "Kairos", de 2011, é composto por dez faixas produzidas por Ross Robinson [Korn, Machine Head, Fear Factory], que já havia trabalhado no clássico "Roots", e co-produzidas por Steve Evetts [The Dillinger Escape Plan, Symphony X] também  conhecido da banda nos discos "Roorback", "Revolusongs" e "Nation". Já o artwork foi assinado pelo brasileiro Alexandre Wagner.

Recentemente, a banda divulgou também três trailers sobre aquele que é o seu décimo terceiro longa-duração (ver abaixo).


Ler mais »

Sepultura com regresso marcado a Portugal em 2014


Os lendários Sepultura regressam a Portugal a 28 de Fevereiro para uma actuação no Paradise Garage, em Lisboa. Esta data insere-se numa nova rota europeia de promoção ao seu próximo disco, "The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart", a editar a 25 de Outubro pela Nuclear Blast.

Esta digressão será apoiada pelos holandeses Legion Of The Damned, os norte-americanos Flotsam And Jetsam e os canadianos Mortillery. Entretanto, ainda não foi divulgada informação sobre horários e bilhetes. 

"The Age Of The Atheist" é o mais recente single dos Sepultura, já disponível para escuta (abaixo). Foi editado digitalmente e em vinil a 27 de Setembro pela Nuclear Blast, com um lado B composto por "Zombie Ritual", cover dos Death.

O sucessor de "Kairos", de 2011, é composto por dez faixas produzidas por Ross Robinson [Korn, Machine Head, Fear Factory], que já havia trabalhado no clássico "Roots", e co-produzidas por Steve Evetts [The Dillinger Escape Plan, Symphony X] também  conhecido da banda nos discos "Roorback", "Revolusongs" e "Nation". Já o artwork foi assinado pelo brasileiro Alexandre Wagner.

Recentemente, a banda divulgou também três trailers sobre aquele que é o seu décimo terceiro longa-duração (ver abaixo).










Ler mais »

Aneurose: estreia «From Hell» disponível


Os thrashers brasileiros Aneurose acabam de lançar o seu álbum de estreia "From Hell". Este encontra-se disponível para encomenda através do site da banda (aqui).

"From Hell" é composto por onze faixas produzidas por Gus Monsanto [Revolution Renaissance, Adágio, Symbolica] e Celo Oliveira [Hydria] no Studio Hydria, no Rio de Janeiro. O artwork foi assinado por Marco Carvalho.

"Hunting Knife" é o mais recente single da banda e pode ser conferido abaixo.


Ler mais »

In Absenthia: EP de estreia disponível para escuta


Os brasileiros In Absenthia encontram-se a compor o seu álbum de estreia e primeiro videoclipe para o tema "Pilgrimage". Entretanto, foi já em Setembro que editaram o EP "Amongst The Lovers" (disponível para escuta na íntegra abaixo).

O quarteto de Rio Grande formou-se em meados do presente ano e caracteriza-se por criar uma mistura de doom e gothic metal. Alegam influências dos Saturnus, October Tide, Draconian, Daylight Dies ou Novembers Doom.



Ler mais »

Sepultura: novo single para escuta


"The Age Of The Atheist" é o título do novo single dos brasileiros Sepultura, agora disponível para escuta (abaixo). Este será editado digitalmente e em vinil a 27 de Setembro pela Nuclear Blast, com um lado B composto por "Zombie Ritual", cover dos Death.

O décimo-terceiro álbum da lendária banda de thrash metal brasileira, "The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart", estará disponível no mercado a 25 de Outubro pela Nuclear Blast.

O sucessor de "Kairos", de 2011, é composto por dez faixas produzidas por Ross Robinson [Korn, Machine Head, Fear Factory], que já havia trabalhado no clássico "Roots", e co-produzidas por Steve Evetts [The Dillinger Escape Plan, Symphony X] também  conhecido da banda nos discos "Roorback", "Revolusongs" e "Nation". Já o artwork foi assinado pelo brasileiro Alexandre Wagner.

Recentemente, a banda divulgou também dois trailers sobre o seu próximo álbum (ver abaixo).


















Ler mais »

Sepultura: segundo trailer de «The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart» divulgado



Uma semana depois do primeiro trailer, aí está a segunda parte do vídeo que introduz "The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart", novo disco dos Sepultura. O décimo-terceiro álbum da lendária banda de thrash metal brasileira está disponível no mercado a 25 de Outubro pela Nuclear Blast.

O sucessor de "Kairos", de 2011, é composto por dez faixas produzidas por Ross Robinson [Korn, Machine Head, Fear Factory], que já havia trabalhado no clássico "Roots", e co-produzidas por Steve Evetts [The Dillinger Escape Plan, Symphony X] também  conhecido da banda nos discos "Roorback", "Revolusongs" e "Nation". Já o artwork foi assinado pelo brasileiro Alexandre Wagner.







Ler mais »

Optical Faze estreiam videoclip de versão dos Depeche Mode


Os brasileiros Optical Faze divulgaram recentemente o videoclip para a versão de "Never Let Me Down Again", original dos Depeche Mode. Este é um tema exclusivo do álbum "The Pendulum Burns", editado em Janeiro último.

A estreia do grupo de metal moderno originário de Brasília foi captado nos Surplus Sound Studios, em Los Angeles, com  produção e mistura de Rhys Fulber [Fear Factory, Paradise Lost] e masterização de Maor Appelbaum [Cynic, Sepultura]. Conta ainda com as colaborações do guitarrista Jed Simon [ex-Strapping Young Lad] e da vocalista Leah Randi [Conjure One]. Já o artwork foi consumado por Michal Karcz [VNV Nation, Conjure One].



Ler mais »

Sepultura: primeiro trailer de «The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart» divulgado


Foi hoje divulgada a primeira parte do trailer de "The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart", novo álbum dos lendários Sepultura.

O sucessor de " Kairos", de 2011, estará no mercado a 25 de Outubro pela Nuclear Blast e pode ser pré-reservado aqui.

"The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart" é composto por dez faixas produzidas por Ross Robinson [Korn, Machine Head, Fear Factory], que já havia trabalhado no clássico "Roots", e co-produzidas por Steve Evetts [The Dillinger Escape Plan, Symphony X] também  conhecido da banda nos discos "Roorback", "Revolusongs" e "Nation". Já o artwork foi assinado pelo brasileiro Alexandre Wagner. 




Ler mais »

Aggression Tales: novo videoclip sobre período «pós-humano» divulgado


Encontra-se disponível o videoclip para "Post Human", novo single dos thrashers brasileiros Aggression Tales. A realização esteve a cargo de Pedro Graton e Arthur Rezende, apresenta imagens da banda no último andar de um estacionamento e em outros cenários de São Paulo. Contracenam com a banda neste videoclip os actores Irun Gandolfo, Zumba Treze e Vitor Rodrigues.

O conceito de "Post Human" baseia-se num artigo filosófico que chegou ao conhecimento do baixista Bruno Pompeo e que relata o nascimento do homem do futuro, um ser nascido da união eugénica e tecnológica, resultante de uma transmutação ainda desconhecida que pode levar à extinção do conceito humano. "A aceleração das cenas do videoclip tenta criar uma conexão com a velocidade da evolução humana no século em que vivemos, com um mundo esquizofrénico consequente da inabilidade humana de lidar com as rápidas mudanças resultantes do nascimento do novo ser do futuro, o pós-humano", explica o baixista.

Os Aggression Tales são formados pelo baixista e vocalista Bruno Pompeo, o guitarrista Felipe Ruiz e o baterista Júlio Príncipe, e iniciaram actividades em 2006. As suas letras abordam conceitos reais e as diversas maneiras de comportamento e atitudes representadas e imortalizadas através de contos. Contam até ao momento com os lançamentos dos álbuns "Scribbles In Blood", de 2007, e "Random Acts Of Physical Disgust", de 2011.


Ler mais »

Seduced By Suicide editam novo single para download gratuito


O one-man-project brasileiro Seduced By Suicide lançou para download gratuito o seu novo single "Enlightened Dawn Of Death". Este faz parte de uma série de singles que o projecto comandado pelo vocalista e multi-instrumentista Earth vai editar nos próximos meses.

"Gravei vários temas com a ideia de editar um álbum, mas durante o processo notei que todos eles, de uma forma ou de outra, precisavam de alguma atenção para ganharem verdadeiramente vida", justifica Earth. "Gravar um tema ou mesmo um álbum não é uma tarefa difícil, mesmo que demore tempo, mas para dar vida a um tema é preciso mais do que fazer tudo tecnicamente imaculado. É necessário entregarmo-nos completamente, alcançar o que pensamos que é o nosso limite e ultrapassá-lo até que soe tão bem no nosso leitor como na nossa mente. Embora recompensador é muito exigente, ainda mais quando se trabalha sozinho. Por isso, funciona melhor se concentrar-me apenas num tema."

Earth lidera também o projecto de doom metal Blood Tears com os quais editou recentemente o tema "My Dearest Scar" num split com os Hermit Age. Para além disso, encontra-se a produzir os Eridanus, Hate Handles no seu Estúdio Nitro.

Os Seduced By Suicide foram criados em 2004 e praticam uma fusão de gothic com doom metal. Até ao momento apresentam na sua discografia os singles "I Was Made For Loving You" e "My Best Just For You" e o EP "Gothic Dream".


Ler mais »

Over Death, Heroes Of War, entre outros, no Galeria Rock

O Galeria Rock Bar e o programa de rádio Rivendell organizam uma noite de espectáculos a 24 de Agosto em Vila Rosália, em Guarulhos (Brasil). São anfitriões os Over Death, Heroes Of War, Groove Death e Rethurno.  

Os bilhetes encontram-se já disponíveis para pré-venda a 10 reais através do e-mail rivendellradio@live.com. O início dos espectáculos está agendado para as 22h00 (hora local).

Mais informações aqui

Ler mais »

Soulfly: capa de «Savages» divulgada, convidados expressam-se


A capa de "Savages", nono disco de originais dos Soulfy, acaba de ser divulgada. O autor é Paul Stottler, artista conhecido por ter concebido a lendária capa de "Surf Nicaragua" dos Scared Reich.

Max Cavalera aproveitou a ocasião para aprofundar mais alguns detalhes sobre a concepção de "Savages". O vocalista e guitarrista brasileiro realça o trabalho do produtor Terry Date, do seu filho Zyon Cavalera (que pela primeira grava um disco completo com o pai) e alguns dos conceitos líricos abordados.

"Gravar o 'Savages' foi uma experiência fantástica para mim. Estava muito entusiasmado por trabalhar com o Terry Date, o qual considero um dos melhores produtores de todos os tempos", disse Cavalera sobre o homem que já tinha misturado três álbuns dos Soulfly.

Os louvores estendem-se também aos seus comparsas. "Os meus companheiros fizeram um trabalho fantástico. O Marc fez uns ruídos malucos na guitarra e escrevemos uma 'Mars Part Two' [a primeira parte é editada em 'Prophecy', de 2004] no final de 'El Comegente' - é muito Led Zeppelin e o Marc tem um desempenho fantástico."

Ainda sobre "El Comegente", Max Cavalera explica que foi escrito em parceria com o baixista Tony Campos e que são utilizados os idiomas português e espanhol para contar a história de Vargas. " É um canibal venezuelano dos anos 80. É o Hannibal Lecter dos Andes. Algo muito maluco."

E uma das maiores curiosidades deste disco será a prestação de Zyon Cavalera, filho de Max, que pela primeira vez grava um disco na íntegra com o pai. "Antes de gravarmos, trabalhei com ele em casa na pré-produção. Foi muito positivo passarmos algumas semanas a trabalhar nos temas, moldando o som do disco. Fez um grande trabalho, bate muito forte, tal como o seu tio Igor [ex-Sepultura]. Foi um sonho tornado realidade para um pai que passa a vida dedicada ao metal."

"Savages" é também condimentado pelas participações vocais de Tony Campos, Igor Cavalera [também filho de Max] dos Lody Kong, Neil Fallon dos Clutch, Mitch Harris dos Napalm Death e Jamie Hanks dos I Declare War. São ele que agora deixam várias opiniões sobre a experiência.

"Fiquei super entusiasmado quando me contactaram para participar na 'Bloodshed'. E é fantástico que a Nuclear Blast a tenha escolhido para primeiro single", disse Igor Cavalera. Já Jamie Hanks realçou o prazer de ter trabalhado com "lendas do heavy metal", enquanto Neil Fallon, que empresta a voz a "Ayatollah Of Rock 'N' Rolla", considera que a experiência invocou-lhe memórias agradáveis dos tempos em que foram convidados a estar em digressão com Max Cavalera no início de carreira.

Por seu lado, o veterano guitarrista dos Napalm Death, Mitch Harris, afirma que a colaboração foi o consumar de uma ideia de longa data. "Foi uma honra finalmente colaborar num tema com o Max e Cª. É algo de que já falamos há nove anos", explica Harris, destacando que sempre se sentiu parte da família Cavalera. "Foi uma experiência verdadeiramente edificante, reconfortante e memorável. (...) A arte e a expressão define-se pela captura do momento, a essência da ligação entre almas afins, expandindo-se em ideias concisas que se iniciam pequenas e se acabam por se tornar grandes." 

"Savages" é editado a 4 de Outubro pela Nuclear Blast. Já é possível fazer pré-reservas aqui


Ler mais »

Sepultura divulgam título de novo álbum, clássico do cinema «Metropolis» é a inspiração


"The Mediator Between The Head And Hands Must Be The Heart" é o título do novo álbum dos brasileiros Sepultura. O longo título é inspirado por "Metropolis", clássico do cinema de 1927, realizado por Fritz Lang. Os anteriores "Dante XXI" e "A-Lex" foram, respectivamente, baseados em "A Divina Comédia" e "Laranja Mecânica", embora neste caso o grupo garanta que não construiu um disco conceptual. 

"Fui inspirado a criar as letras por uma frase que transporta a principal mensagem de história", explica o guitarrista Andreas Kisser referindo-se ao título do disco. "No filme, um milionário louco quer transformar um robot numa pessoa. É o oposto do que acontece hoje. Estamos mais do que nunca robotizados através da Internet, dos óculos da Google, temos chips debaixo da pele e somos escravizados. A frase aponta para o coração como o factor que nos preserva humanos. O coração bate com liberdade de escolha, temos que pensar por nós próprios para criar um mundo verdadeiro, não uma matrix."

Quanto à orientação musical deste trabalho, Andreas Kisser aponta: "É brutal, rápido e directo".

"The Mediator Between The Head And Hands Must Be The Heart" é lançado no final de Outubro pela Nuclear Blast.

Ler mais »
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...