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Beyond Confrontation ao vivo este mês em Angra do Heroísmo

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Os terceirenses Beyond Confrontation actuam a 15 de Fevereiro no Backstage Bar, em Angra do Heroísmo, a partir das 22h00. A entrada custa um euro.

Os Beyond Confrontation formaram-se em 2007 ainda sob a designação System Failure. Ainda com este nome arrecadaram o segundo lugar no Concurso Angra Rock, em 2009. Definem a sua sonoridade como uma mistura de hard rock e metal e recentemente deram as boas-vindas ao vocalista Miguel Linhares [Manifesto] que substitui Rui Katita Reis.

Para 2014 prometem focar-se na composição de novo trabalho de estúdio. Em 2012 editaram um EP de três temas.

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Shredding Night IV: Punkrias substituem WeParasites



Os Punkrias são os substitutos dos WeParasites no cartaz da quarta edição do Shredding Night. Os motivos, segundo a organizadora Isabella Jimenez, devem-se à recente saída de Valter Paços [baixista] do colectivo de São Miguel e falta de apoios.

O cartaz do evento a realizar a 20 e 21 de Dezembro no Bar A Estiva, em Angra do Heroísmo, a partir das 21h30, fica assim completo, no primeiro dia, com as actuações dos Sypia, Punkrias, Beyond Confrontation e Human Hate e, no segundo dia, com os Anomally, Manifesto, Palha D'Aço e Through The Silence.

Os bilhetes estão disponíveis no local a 2.5 euros, com oferta de uma cerveja.

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Shredding Night IV: Anomally e WeParasites encabeçam festival terceirense

Anomally


O Shredding Night realiza a sua quarta edição nos dias 20 e 21 de Dezembro com oito projectos açorianos. O festival acontece no bar A Estiva, em Angra do Heroísmo, ilha Terceira, a partir das 21h00.

Anomally, Manifesto, Palha d'Aço e Through The Silence abrem as hostilidades, estando reservado para o derradeiro dia as actuações dos WeParasites, Human Hate, Beyond Confrontation e Sypia.

Os bilhetes estão disponíveis no local a 2.5 euros (com oferta de uma cerveja). 

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Miguel Linhares e o metal nos Açores: «A grande maioria vai atrás de modas»


Miguel Linhares, músico e promotor de eventos na ilha Terceira, considerou em entrevista ao Grito Insular que o cenário musical local é hoje menos interessante do que na década de 90. "O cenário musical entre 1994 e 1998 era muitíssimo interessante, muito mais do que agora", começou por afirmar o vocalista dos Manifesto e Beyond Confrontation.

Reportando ainda a esse período, o açoriano de 35 anos sublinha a forte adesão de público que se registava na altura e que acabou por mitigar. "Centenas de pessoas. Raramente os concertos eram só para os amigos. Cheguei a tocar para mais de um milhar... Sim, aqui na ilha e com o tempo a chuviscar um pouco."

Como razões para o distanciamento entre público e este género musical, Miguel Linhares alega a mudança dos tempos, hábitos e tendências. "A minha geração envelheceu. A sério, julgo que as coisas são de modas e a verdade é que a grande maioria das pessoas vai atrás de modas." Diz ainda que as pessoas que abandonaram a sua relação com o estilo fizeram-no "quase sempre por motivos pessoais e profissionais".

Apesar da situação desfavorável, Miguel Linhares acredita que o rock e o metal nunca morrem mas que há um ciclo decorrente que é próprio do género. "Isto é de épocas e nestes últimos 50 anos de rock houve altos e baixos. É um género muito mutável, mas, por vezes, desactualiza-se. Os media fazem isso."

O criador da página musical Musicofilia não se priva ainda de descriminar as possíveis soluções para os músicos locais que pretendem a internacionalização. "Não basta ter talento ou um CD espectacularmente bem gravado. É preciso muito mais. É preciso todos estarem determinados a passar por provações pessoais, muito sacrifício, ter algum dinheiro e espírito aventureiro."

Enquanto promotor, concretamente do festival Azure, Miguel Linhares explica que a fraca aposta em artistas do género se prende com preconceito e falta de rentabilidade. "Julgo que há uns quinze anos havia menos preconceito, lá está, era moda. (...) Enquanto o público não aceitar este som - que não é sua obrigação, diga-se - nenhum promotor privado pode arriscar neste género de música. Não é rentável. Nem sequer consegue-se o break-even na maioria dos casos. No entanto, no caso de promotores públicos, julgo ser dever desses disponibilizar as oportunidades equitativamente." 

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Conheça os participantes do Concurso Angra Rock 2011

5º Elemento, Mermaid Killed Monster, Malhas Traçadas, Joel Moura, Mufasa, Beyond Confrontation, We Only Work On Wednesdays e Art Capital são os projectos em lista para disputar mais uma edição do Concurso Angra Rock, a ter lugar nos dias 14, 15 e 16 de Junho no auditório do Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, ilha Terceira.

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A Colheita regressa em Abril e pode trazer banda de São Miguel

Nos dias 6 e 7 de Abril decorre a quarta edição do festival A Colheita no Recreio dos Artistas, em Angra do Heroísmo, ilha Terceira.

Fazem parte do “cardápio” os Mermaid Killer Monster, Mufasa, Art Capital, Beyond Confrontation, Eyes For The Blind, Anomally, Somnium e a Banda da Colheita (criada exclusivamente para o festival com membros convidados que interpretarão covers).

Relativamente a este último projecto, a organizadora Beatriz Reis explica que o intuito é “promover a interacção entre os diferentes membros das diferentes bandas”.

Entre algumas das novidades a apresentar brevemente, poderá estar a confirmação de uma banda de outra ilha açoriana. “Talvez participe uma banda de São Miguel, mas isso é uma novidade para nós. Logo, ainda não vamos confirmar nada”, revelou Beatriz Reis.

Apesar do ainda curto percurso, o festival começa a criar raízes e promete colocar-se como um dos importantes dinamizadores da música terceirense. 

“Inicialmente, o principal objectivo era - como indica o nome do evento - recolher algum dinheiro para um festival maior e mais ambicioso. No entanto, achei que A Colheita é o suficiente para mim, pelo menos por agora. Com a quarta edição, algumas coisas foram resolvidas e muitas mais bandas foram adicionadas ao cartaz. Uma das principais ideologias era não repetir bandas do ano anterior. No entanto, como não se justifica, deixei essa ideia de parte e vamos ter um cartaz com grandes bandas locais, algumas a estrearem-se no festival, como é o caso dos Mufasa, dos Mermaid Killed Monster e dos Art Capital. Sem dúvida que espero mais adesão do público desta vez, pois o número de bandas aumentou e A Colheita, embora não sendo um festival muito grande, já está a ganhar um certo nome entre os fãs de metal na ilha.”

Beatriz Reis termina o seu raciocínio dizendo que o seu grande objectivo é “fazer expandir a música feita na Terceira e proporcionar um fim-de-semana diferente, sempre utilizando o que é nosso e aproveitando-o o melhor possível”.

Os bilhetes estarão disponíveis no local a 2.50€. 
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